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Terceirizados do Hospital de Ávila paralisam atividades nesta quarta (20)

Categoria reclama do pagamento de salário e vale-transporte atrasado

Terceirizados do Hospital de Ávila vão paralisar as atividades nesta quarta - feira (20). Trabalhadores da empresa de terceirização RL Higienização LTDA vão se reunir às 6h em frente ao hospital, localizado no bairro da Madalena.

A categoria reivindica o pagamento do salário e vale-transporte correspondente ao mês de abril que deveria ser pago até o quinto dia útil de maio. A paralisação é uma tentativa de resolução através do hospital ou da empresa de terceirização.

Serviços da assistência social beneficiam moradores do Nobre

Funcionários do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) VI estarão nesta quarta-feira (20.05) no bairro do Nobre para oferecer diversos serviços à população. Quem comparecer ao Clube Municipal poderá contar com a 2ª via do Registro de Nascimento; Carteira de Livre Acesso (p/ deficientes); e Extrato Analítico do sistema CadÚnico. O público terá a oportunidade de realizar o primeiro cadastro no sistema dos programas sociais e atualizar os dados já registrados. A ação acontece das 08h às 13h.

Fernando Bezerra Coelho quer colocar a desertificação do semiárido na pauta do Brasil

O Senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) defendeu a adoção de metas para conter o processo de desertificação do semiárido brasileiro. Para ele, o problema é tão sério que o tema deve fazer parte do documento que o Brasil irá levar à COP 21, conferência mundial da ONU sobre o clima, que será realizada em dezembro, em Paris (França). Fernando Bezerra, que preside a Comissão Mista de Mudanças Climáticas (CMMC) do Congresso Nacional, participou hoje (19) da abertura do IV Simpósio de Mudanças Climáticas e Desertificação do Semiárido Brasileiro, promovido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em Petrolina (PE), no Sertão do São Francisco.

“Esta questão da desertificação tem que ser tratada com mais seriedade, com mais atenção. Temos que ter metas a atingir para incluirmos este tema na construção da proposta brasileira que será apresentada para o mundo, em Paris”, afirmou o senador. “O governo brasileiro já está trabalhando nesta proposta, que será finalizada em setembro”, completou. Atualmente, segundo dados da Embrapa, quase metade do semiárido enfrenta um processo de desertificação classificado como acentuado ou severo.

Outro dado que chamou a atenção do senador foi o desmatamento na região, que nos últimos anos, segundo a Embrapa, consumiu um território do tamanho de Portugal. “Temos que tomar medidas agora para que um bioma inteiro, que é único no mundo, como é o caso da caatinga, não desapareça”, defendeu Fernando Bezerra Coelho. O IV Simpósio de Mudanças Climáticas e Desertificação do Semiárido Brasileiro segue até a próxima quinta-feira (21), com a participação de pesquisadores de todo o país.

Ecumenismo dos corações



Em meu artigo “Oito Objetivos do Milênio”, publicado na revista Globalização do Amor Fraterno (português, inglês, francês e esperanto), entregue aos chefes de Estado e demais representações durante o High-Level Segment 2007, da ONU, em Genebra (Suíça), ressalto o incomensurável valor do ecumenismo para a manutenção da paz e da vida no Planeta Terra. Entre outros temas, esclareço que ao falarmos em ecumenismo, queremos dizer Universalismo, Fraternidade sem fronteiras, Solidariedade internacional, visto que entendemos a Humanidade como uma família. E não existe uma só em que todos os filhos tenham o mesmo comportamento. Cada um é um cosmos independente, o que não significa dizer que esses “corpos celestes” tenham de esbarrar uns nos outros. Seria o caos. (...)

Reportamo-nos, então, ao Ecumenismo dos Corações, aquele que nos convence a não perder tempo com ódios e contendas estéreis, mas a estender a mão aos caídos, pois se comove com a dor, tira a camisa para vestir o nu, contribui para o bálsamo curativo do que se encontra enfermo, protege os órfãos e as viúvas, sabe que a Educação com Espiritualidade Ecumênica tornar-se-á cada vez mais fundamental para o progresso dos povos, porque ecumenismo é Educação aberta à Paz, para o fortalecer de uma nação (não para que domine as outras), portanto o abrigo de um país, qualquer que o seja, e a sobrevivência do orbe, que nos agasalha como filhos nem sempre bem-comportados.
Basta lembrar o lamentável fenômeno do aquecimento global, a cada dia mais denunciado pelas maiores cabeças pensantes do mundo. (...) Os vanguardeiros — entre eles, ativistas e ecólogos, políticos e cientistas de ponta — já procuram soluções práticas para conter a poluição que nos envenena desde o útero materno. (...)

Nunca como agora se fez tão indispensável unir os esforços de ambientalistas e seus detratores, como também trabalhadores, empresários, o pessoal da mídia, sindicalistas, políticos, militares, advogados, cientistas, religiosos, céticos, ateus, filósofos, sociólogos, antropólogos, artistas, esportistas, professores, médicos, estudantes, donas de casa, chefes de família, barbeiros, taxistas, varredores de rua e demais segmentos da sociedade, na luta contra a fome e pela conservação da vida no planeta.

O assunto tornou-se dramático, e suas perspectivas, trágicas. Pelos mesmos motivos, urge o fortalecimento de um ecumenismo que supere barreiras, aplaque ódios, promova a troca de experiências que instiguem a criatividade global, corroborando o valor da cooperação sócio-humanitária das parcerias, como, por exemplo, nas cooperativas populares em que as mulheres têm grande desempenho, destacado o fato de que são frontalmente contra o desperdício. Há muito que aprender uns com os outros. Um roteiro diverso, comprovadamente, é o da violência, da brutalidade, das guerras, que invadiram os lares em todo o orbe. Resumindo: cada vez que suplantarmos arrogância e preconceito, existirá sempre o que absorver de justo e bom com todos os componentes desta ampla “Arca de Noé”, que é o mundo globalizado de hoje.

JÚLIO CAVALCANTI COBRA EMPENHO DO ESTADO PARA INSTALAÇÃO DO DISTRITO INDUSTRIAL DE ARCOVERDE‏


O deputado Júlio Cavalcanti foi à tribuna da Casa Joaquim Nabuco nesta terça-feira (19) para cobrar agilidade na instalação do Distrito Industrial de Arcoverde.
O parlamentar lembrou que no ano passado, durante a campanha eleitoral, o governador Paulo Câmara este na cidade e de comprometeu a viabilizar o empreendimento, mas até agora nada evoluiu.
“São mais de sete anos se arrastando. O projeto, que levaria emprego e renda para mais de 400 famílias do Moxotó, está parado nos entraves burocráticos”, disse Júlio. De acordo com o deputado, a licitação foi aberta em junho de 2012 e a empresa vencedora foi divulgada em julho do mesmo ano no Diário Oficial do Executivo. O valor é de R$ 2,9 milhões, para execução de serviços de terraplanagem, pavimentação, drenagem e sinalização do sistema viário, sistema de abastecimento de água e esgotamento sanitário no loteamento industrial. Mas o estudo de impacto ambiental, também de 2012, não foi aprovado pelo CPRH e, desde então, o terreno de 100 hectares, no qual foram gastos R$ 500 mil em desapropriações, está abandonado e as empresas que querem se instalar no local estão sem poder fazer nada. “O estudo de impacto vai completar três anos. será que esse tempo não foi suficiente para que o CPRH apontasse o que precisa ser mudado para botar esse negócio pra andar?”, questionou.
“O que me deixa realmente impressionado é que trata-se de um governo de continuidade. Não há, realmente, justificativa convincente para algo tão importante para a economia do sertão não acontecer. Tá tudo em casa, senhoras e senhores. AD DIPER, CPRH. é só querer fazer”, afirmou o deputado, que encerrou suas palavras fazendo um apelo ao governador Paulo Câmara. “Governador, volte seus olhos para esse empreendimento. principalmente agora, neste momento em que Pernambuco atravessa uma grave crise econômica, a interiorização do desenvolvimento é urgente, necessária”, finalizou.

MOMENTO BARTOLOMEU FELIX - CORRUPÇÃO‏

É difícil uma reunião de amigos ou familiar em que não se intrometa este assunto: a corrupção, os culpados, como serão (ou não) punidos, quem vai compensar o povo por esses desvios, quem vai pagar a conta. No jornal, no telejornal, na rádio e na internet não tem outro assunto que não seja  a operação lava-jato, todos os dias aparece mais envolvidos no escândalo da Petrobras e o povo é quem vai pagar a conta. 

Chance única de vivenciar o fotojornalismo em pautas reais, dentro do cotidiano de uma agência de notícias

Programa de quatro semanas inicia sua segunda turma no dia 1º de junho, com aulas práticas, na rua, e teóricas, em estúdio; melhor aluno assume estágio remunerado de 1 mês


Conseguir experiência em fotojornalismo nem sempre é uma tarefa fácil, seja para estudantes de comunicação interessados nessa linha de atuação profissional ou para os curiosos da fotografia, que consideram a atividade apenas como um hobby. Estar familiarizado com os rituais de cobertura em uma pauta pode ser decisivo para conseguir inserção no mercado, com um estágio em um veículo. Pensando nisso, a Agência JCMazella criou o curso Fotojornalismo: o dia a dia em uma agência de notícias, com aulas práticas, acompanhando a equipe em pautas reais, e teóricas, em estúdio, com um professor de fotografia. O programa está com inscrições abertas, começa no dia 1º de junho e tem quatro semanas de duração. Durante o curso, estudantes e curiosos serão avaliados e aquele que tiver o melhor desempenho poderá assumir um estágio remunerado de um mês na agência, se for de seu interesse. Esta é a segunda edição de Fotojornalismo: o dia a dia em uma agência de notícias.

As turmas terão no máximo seis participantes. Nas aulas práticas, os alunos comparecem a pautas reais da agência, como em uma cobertura, sempre acompanhados por um monitor. Desde coletivas com autoridades até acontecimentos que apareçam de última hora, como um protesto, por exemplo, poderão entrar no dia a dia do curso. Por isso, é fundamental que o aluno já tenha noções básicas de fotografia. Serão três aulas práticas semanais com duas horas de duração cada, agendáveis de maneira flexível de acordo com a disponibilidade do aluno, desde que dentro do horário de funcionamento da agência.

“Acreditamos que os alunos ficarão entusiasmados com a possibilidade de acompanhar pautas reais, estar muitas vezes em lugares que normalmente apenas a imprensa tem autorização para estar. Embora seus registros não sejam usados pela agência, eles serão orientados a atuar como fotojornalistas na pauta, sempre recebendo dicas e alertas do monitor. E é claro que tomamos o cuidado de garantir que eles não sejam expostos em coberturas mais tensas, que possam ser perigosas para pessoas inexperientes”, garante Veetmano Prem, diretor da agência.

Se durante a semana os alunos vão às ruas conhecer o que é ser fotojornalista, no fim de semana eles passam por avaliação e recebem aulas teóricas sobre o tema do curso com o professor e fotojornalista Jedson Nobre. É o momento de encontro entre todos os participantes do curso (que podem, eventualmente, não se encontrar durante a semana, por causa do agendamento flexível), quando há a troca de experiências. “Avaliando as imagens produzidas nas pautas, vamos abordar questões técnicas para melhorar a atuação do grupo. E como vou receber informações dos monitores sobre como foi o comportamento da turma nas coberturas, poderei entrar também em questões como postura e ética”, comenta Jedson Nobre.

EXPOSIÇÃO No final do curso, o material produzido pela turma passará por curadoria dos