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Execução de mais uma obra na Jaguarana







Após anunciar a construção de uma praça pública e o calçamento de uma importante via na comunidade, o prefeito do Paulista, Junior Matuto, voltou à Jaguarana nesta quinta-feira (21.05) para oficializar a execução de outra obra na localidade. Desta vez, o gestor municipal assinou ordem de serviço para a pavimentação da Rua do Campo, que fica nas proximidades da instituição católica Santa Rita de Cássia. A solenidade aconteceu às 18h30. Na intervenção, a administração municipal vai investir R$ 420 mil. Os recursos fazem parte de um convênio com a Secretaria Estadual das Cidades.


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Maternidades de Pernambuco em crise‏


Em audiência na Assembleia Legislativa,  entidades e profissionais de saúde expõem problemas e chamam a atenção para o número de óbitos de mães e recém-nascidos

Superlotação, falta de leitos, déficit de plantonistas, gestantes internadas no improviso e riscos de infecção para os bebês. Os problemas apresentados por entidades e profissionais da área de saúde materno-infantil na manhã desta quinta-feira (21), na Assembleia Legislativa do Estado, mostram que está cada vez mais difícil nascer em Pernambuco.

Promovido pela Comissão de Saúde da Alepe, o debate reuniu deputados estaduais e representantes de diversas entidades de saúde, a exemplo do Conselho Regional de Medicina (CREMEPE), Ministério Público (MPPE), Conselho Regional de Enfermagem (Coren-PE), Sindicato dos Enfermeiros, Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde (SindSaúde), além da Secretária de Saúde de Pernambuco.

Ao final da reunião, os deputados estaduais decidiram que vão pedir ao Governo de Pernambuco os dados da mortalidade de gestantes e recém-nascidos no Estado que, segundo o o diretor do CREMEPE, José Olímpio, já indicam apresentar um crescimento em 2015.  “Dados preliminares sugerem que nos cinco primeiros meses já morreram mais mulheres com problemas de parto, por exemplo, no Recife do que no ano de 2014“, afirmou o médico, sem explicitar os números por não serem oficiais. Ele destacou que o Recife recebe hoje cerca de 40% dos atendimentos às gestantes e recém-nascidos no Estado.

“Nosso dever agora é procurar o Governo do Estado para saber qual o ín