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Rodoviários e metroviários não vão parar nesta sexta

Acordo firmado com o Sindicato dos Rodoviários de Pernambuco junto ao Ministério Público-PE garantido que não haverá paralisação ou protesto até o final das negociações do conflito coletivo da categoria,  / Foto: Guga Matos/JC Imagem

Ao contrário do que circula nas redes sociais, os rodoviários não vão paralisar suas atividades nesta sexta-feira (26), segundo nota divulgada pelo Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros no Estado de Pernambuco (Urbana-PE). Os metroviários também afirmaram que a paralisação é um boato.
Nota oficial divulgada pelo Sindicato dos Metroviários de Pernambuco
Nota oficial divulgada pelo Sindicato dos Metroviários de PernambucoFoto: divulgação/Sindmetro-PE
A Urbana afirma que os rodoviários não vão parar seus serviços nesta sexta-feira (26) devido a acordo firmado com o Sindicato dos Rodoviários de Pernambuco junto ao Ministério Público-PE de que não haverá paralisação ou protesto até o final das negociações do conflito coletivo da categoria, processo a ser iniciado na próxima semana.
Quanto aos boatos sobre a paralisação dos metroviários que circularam no WhatsApp, o presidente do Sindicato dos Metroviários de Pernambuco (Sindmetro-PE), Diogo Morais, publicou em seu perfil na rede social Facebook que não há convocação alguma para paralisação da categoria nesta sexta: "Quando formos realmente parar, utilizaremos dos meios oficiais de divulgação e da imprensa", afirmou. A categoria também divulgou nota oficial sobre o episódio.
Em abril deste ano, rodoviários, metroviários, dentre outros profissionais de diversas categorias aderiram à parasalição nacional convocada pela CUT contra a aprovação do projeto de lei 4330/04 da terceirização.

Fonte: ne10

Armando aposta no avanço de acordos com os Estados Unidos


Durante audiência na Comissão de Relações Exteriores do Senado, ministro fala sobre expectativa da viagem aos EUA com a presidente Dilma
Brasília – O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, participou nesta quinta-feira (25) de uma audiência na Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado para debater o estreitamento dos laços entre o Brasil e os Estados Unidos e verificar as oportunidades de ampliação do comércio bilateral que podem ser implantadas. 
Durante a abertura, Monteiro reafirmou que o país passa por um momento de ajuste e que em meio a este cenário desafiador, o comércio exterior é um dos caminhos para retomada do crescimento econômico. “Temos que reposicionar a política comercial brasileira e integrá-la a fluxos comerciais com maior dinamismo”, disse.
Em seguida, Monteiro destacou que, por conta da ampla pauta bilateral e das características da parceria, os Estados Unidos precisam estar no centro das estratégicas comerciais brasileiras. “Hoje, 75% dos bens que transacionamos com os EUA são manufaturados ou semimanufaturados. A corrente de comércio entre Brasil e EUA no ano passado foi de US$ 62 bilhões, sendo que US$ 27 bilhões são exportações brasileiras. Deste total, US$ 17 bilhões são de produtos manufaturados. Os EUA são o segundo maior parceiro econômico brasileiro, mas o primeiro destino das manufaturas brasileiras”.
O ministro destacou também que a criação de uma agenda de convergência regulatória é prioritária para ampliar acesso dos produtos brasileiros ao mercado dos EUA uma vez que o grande problema não são as barreiras tarifárias, mas as não tarifárias. “A tarifa média de entrada de bens nos Estados Unidos é relativamente baixa, de 3,5%. É preciso avançar na harmonização de normas técnicas”.
Sobre a viagem para os EUA com a presidenta Dilma Rousseff, Armando Monteiro adiantou que terá uma série de encontros com empresários americanos, brasileiros e investidores. Além das agendas em Nova Iorque e Washington, a comitiva vai a São Francisco, onde terá compromissos nas universidades de Stanford e Berkeley. 
Além de falar sobre a parceria Brasil e EUA, tema da audiência, o ministro tratou também do cenário atual de comércio exterior, destacando o lançamento do Plano Nacional de Exportações, seus objetivos, diretrizes e impactos positivos que podem trazer para a economia brasileira.