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Famílias do Nordeste recebem doações de alimentos



Além de causar sérios danos à agropecuária, os longos períodos de estiagem, ocasionam graves problemas sociais, principalmente para milhares de famílias de cidades do Nordeste brasileiro que enfrentam a escassez de alimentos e a fome.


Por isso, a Legião da Boa Vontade (LBV) mobiliza a sociedade com a campanha Diga Sim Nordeste uma ação emergencial de apoio para entregar às famílias cerca de seis mil cestas de alimentos, contendo itens básicos como arroz, feijão, açúcar, farinha de mandioca, fubá, massa para cuscuz, óleo e outros.


Serão beneficiadas famílias que residem em cidades de extrema pobreza que sofrem com a seca como: Alagoinha, Arcoverde, Buíque, Pedra, Venturosa, em Pernambuco; Casa Nova, Curaçá, Sento Sé, Sobradinho e Uauá, na Bahia; Canindé, Irauçuba, Itapipoca e Santa Quitéria, no Ceará; Belágua e Marajá do Sena, no Maranhão; Amparo, Ouro Velho, São José dos Cordeiros, Sumé, Zabelê, na Paraíba; e Antônio Martins, Baía Formosa, Espírito Santo, Martins e Taipu, no Rio Grande do Norte.

As doações podem ser feitas pelo site www.lbv.org/doe. Ajude a LBV a ajudar quem precisa. Juntos, faremos a diferença. Quando a LBV chamar, atenda com o coração. Diga Sim!

Câmara e Cintra acertam em Brasília fortalecer o Polo de Confecções


A necessidade de se fortalecer o Polo de Confecções do Agreste numa conjuntura de desaquecimento da economia reuniu nesta terça-feira, 07.07, em Brasília, o governador Paulo Câmara e o senador Douglas Cintra (PTB-PE), em audiência no gabinete do senador. “Os interesses de Pernambuco estão acima das diferenças partidárias”, justificou Cintra.

Os dois acertaram estudar uma pauta comum de medidas dos governos federal, estadual e das prefeituras do agreste para preservar o Polo, considerado por ambos um fator importante de interiorização do desenvolvimento, segundo relato do encontro feito pelo senador caruaruense. Uma das medidas é recomeçar as obras de duplicação da BR 104 até o distrito de Pão de Açúcar, na entrada de Santa Cruz do Capibaribe.

“Houve um amplo processo de formalização dos empreendimentos do Polo, com a vigência da lei do Simples Nacional, mas ainda persistem índices elevados de informalidade que é preciso eliminar. Isso beneficiará não apenas os empreendedores, abrindo mais acesso ao crédito, por exemplo, como também a arrecadação tributária do estado”, declarou Cintra.
Responsável por 20% da produção nacional de jeans, o Polo de Confecções do Agreste possui cerca de 20 mil unidades produtivas, fabrica 900 milhões de peças anualmente, dá emprego a mais de 130 mil pessoas e fatura em torno de R$ 1 bilhão por ano. O Polo representa 5% do PIB de Pernambuco, concentrando 59% do pessoal e 68% dos estabelecimentos formais da indústria do vestuário do estado. 

O crack e a mulher

Conforme recente pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de pessoas viciadas em crack no Brasil ultrapassa a impressionante marca de um milhão de usuários. Especialistas em saúde comparam a epidemia da aids na África à do crack em nosso país. Outro dado alarmante é a média de idade dos que o experimentam pela primeira vez: 13 anos. Contudo, engana-se quem acha que somente as camadas da sociedade em situação de pobreza estão à mercê desse perigo mortal. A droga também se faz presente nas classes sociais mais abastadas de modo devastador.

O desastroso abalo físico e mental provocado pela pedra de crack é disparado na primeira ocasião em que se acende o cachimbo artesanal — poderia se dizer infernal —, pois não arruína apenas a vida do usuário, mas a de toda a família. A ilusória sensação de bem-estar e de euforia fica tragicamente evidenciada pela progressiva degradação do corpo e da Alma dos dependentes.

Segundo a dra. Solange Nappo, pesquisadora do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), “no início da entrada do crack no Brasil, mais precisamente em São Paulo/SP, o perfil do usuário era do sexo masculino. A presença de mulheres era pontual, algo raro. No princípio da década de 2000, começamos a receber indicativos e informações dos próprios usuários de que as mulheres aderiram à cultura do uso do crack”.