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Uma nova saúde para o menino José Gabriel‏‏‏‏

Quando
 José Gabriel, de apenas 4 aninhos, entrou no Bloco Cirúrgico da UPAE 
Garanhuns, sua mãe, Maria Ilda da Silva, sabia que era o início de uma 
nova história para a saúde do garoto, que sofria desde recém-nascido de 
problemas respiratórios e inflamações constantes, principalmente nariz e
 garganta. A cirurgia foi realizada pelo Dr. Helio Creder Bentes, na 
manhã da quarta-feira (12), depois de cinco meses de acompanhamento, 
consultas e exames feitos na própria unidade.

"Só
 tenho a dizer coisa boa daqui. Fomos muito bem atendidos por 
todo mundo, e agora posso levar meu filho pra casa com a certeza que 
ele vai ficar bem" - Afirmou D. Ilda, no final da tarde, quando seu 
esposo retornou do Sítio Várzea Suja, zona rural de Caetés, para 
buscar esposa e filho. José Gabriel passou por uma adenoamigdalectomia, 
dois procedimentos cirúrgicos em um só, com intervenção na adenoide e 
nas amígdalas. "Ele respirava pela boca, não dormia direito, 
vivia sufocando e não podia chupar um picolé que adoecia" - Lembrou a 
mãe do
garoto.

A
 UPAE Garanhuns recebeu José Gabriel para primeira consulta no dia 27 de
 março, após o encaminhamento de Dra. Fátima, do Posto de Saúde 
da Família do Sítio Várzea Suja, em Caetés, através da regulação. O 
jovem paciente fez consultas, exames e teve pareceres de cardiologista 
e anestesista, além, claro, do Otorrinolaringologista.

José
 Gabriel é somente um dos cerca de 40 pacientes mensais da cirurgia na 
área de Otorrinolaringologia da UPAE Garanhuns, no mesmo dia, o Bloco 
Cirúrgico contou também com intervenções oftalmológicas e cirurgias 
gerais.

"É
 claro que emociona uma história assim. Uma criança com problemas assim,
 não dorme bem, não se alimenta bem, não vai bem na escola, não se 
desenvolve... é gratificante ver a mudança que este procedimento causa 
na vida da criança e de seus pais. Este é um dos aspectos positivos, 
além de muitos outros, que nos incentiva a trabalhar com a saúde 
pública" - Registra Dr. Gustavo Amorim, Coordenador Geral da UPAE 
Garanhuns.

Questionamentos sobre Itaquitinga continuam sem resposta

Terminada a validade do Decreto de Emergência do sistema penitenciário do Estado, no último dia 30 de julho, a Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco levou a audiência pública realizada hoje, na Alepe, uma série de questionamentos sobre o futuro do Centro Integrado de Ressocialização de Itaquitinga, principal complexo prisional em construção no Estado.

Após 180 dias de intervenção, o Governo do Estado afirma que vai precisar de mais 180 dias para embasar o pedido de caducidade do contrato e responder as perguntas, que continua no ar. Questões como quanto ainda precisará investir, quando as obras serão retomadas, quando o complexo será entregue à sociedade e como ficará o passivo com os fornecedores seguem sem resposta.

De acordo com o deputado Silvio Costa Filho (PTB), líder da Bancada de Oposição na Alepe, alguns fatos novos surgiram na audiência pública de hoje, como a existência de um seguro contrato pelo consórcio Reintegra Brasil em nome da Secretaria de Planejamento do Estado, no valor de R$ 35,8 milhões. Valor suficiente para cobrir, por exemplo, o passivo deixando junto aos fornecedores da PPP, que somava na época R$ 30 milhões. “A partir dessas novas notícias, vamos apresentar alguns pedidos de informação sobre essas questões que ainda não tinham vindo a público para que a sociedade seja esclarecida”, destacou.

Presente à audiência, o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico, disse apenas que a obra passaria a ser pública e que passivos com fornecedores e trabalhadores deveriam ser cobrados às empresas Advance Construções e Socializa Empreendimentos, uma vez que o Estado não teria nenhuma responsabilidade sobre os débitos deixados. O argumento foi questionado pelo deputado Romário Dias (PTB), que disse estranhar a afirmação do secretário. “O Estado contratou a obra, é um dos entes da parceria, como não tem nenhuma responsabilidade”, indagou.

Convidado pela Bancada de Oposição para participar da audiência, o empresário Antônio Carlos, representante dos fornecedores do complexo, confirmou a existência do seguro, apesar de o representante do Governo afirmar desconhecer a informação. “Fomos informados sobre o seguro, mas o prazo para o resgate foi perdido. Seja pelo consórcio seja pelo Governo”, explicou.

O empresário também questionou a informação de que o Banco do Nordeste teria vetado o ingresso da DAG no consórcio Reintegra Brasil, em substituição à Advance. “Fomos ao Banco do Nordeste e lá nos disseram que o banco não chegou a aprovar ou desaprovar a entrada da DAG no empreendimento”, disse.

A Bancada de Oposição continuará acompanhando a situação da PPP de Itaquitinga para que os interesses da sociedade pernambucana sejam preservados. “O secretário (Pedro Eurico) não trouxe respostas aos questionamentos levantados, apesar dos 180 dias de intervenção na PPP. Mas nós continuaremos cobrando uma solução para o nó que se transformou Itaquitinga. Tenho certeza que esse debate está começando, de fato, a partir de agora”, destacou Silvio Costa Filho.

Seguem algumas das perguntas levadas pela bancada de oposição que continuam sem resposta:

·         Qual será a modelagem jurídica implantada?
·         Quanto ainda falta ser investido para a conclusão da obra?