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Alunos do Paulista apresentam paródias musicais sobre paz nas escolas


Estudantes do 6º ao 9º ano da Escola Marcos Freire, no bairro de Maranguape I, em Paulista, participaram na tarde desta quinta-feira (17.09) da semi-final do II Festival de Paródias Musical Escolar da cidade. A ação faz parte do programa que tem o objetivo de articular políticas públicas voltadas para as crianças e adolescentes, disseminando a cultura de paz (PROPAZ). Na ocasião, foram apresentadas paródias com os mais diversos ritmos musicais focados na temática.
 
            As paródias foram avaliadas por técnicos da Secretaria de Educação do Paulista que levaram em consideração critérios como afinação, organização, criatividade, aderência ao tema e pontualidade. O grupo vencedor desta fase apresentou uma paródia através da música “Sou Humano”, da cantora Bruna Karla.


            De acordo com o coordenador da Divisão de Psicologia e Orientação Educacional da Secretaria de Educação do Paulista, George Vieira, o foco do programa é propagar a cultura da paz nas escolas. “Nosso objetivo é integrar os alunos de forma prazerosa, buscando minimizar a violência nas escolas de forma lúdica e criativa”, afirmou.


          Também estão envolvidas nesta ação as escolas Firmino da Veiga (Centro), Maria Luzia Pessoa de Andrade (Jardim Paratibe), Governador Miguel Arraes (Janga), Cônego Costa Carvalho (Vila Torres Galvão), Professora Terezinha Camarotti (Mirueira). O vencedor de cada unidade se apresentará na grande final, no dia 30 deste mês, no Teatro Paulo Freire, Centro da cidade. As disputas acontecerão nos horários da manhã e da tarde, a depender do calendário de cada unidade de ensino.

Presidente da Comissão Mista de Mudanças Climáticas, senador Fernando Bezerra defende modelo sustentável de desenvolvimento para o Brasil e o mundo


Brasília, 17/09/15 – O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) defendeu, nesta quinta-feira (17), um “novo modelo sustentável de desenvolvimento para o Brasil e o mundo”. A posição foi tomada pelo parlamentar durante a audiência pública “Laudato Si”, que tratou da Encíclica do Papa Francisco sobre as repercussões das mudanças climáticas ao planeta e também das contribuições que o Brasil levará à 21ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança no Clima– a Cop-21, em Paris, no final deste ano.
“As discussões de hoje refletem a preocupação do Congresso Nacional com a construção de políticas que possam, de fato, significar uma nova visão de desenvolvimento para o nosso país, conforme a visão do Papa Francisco em sua recente Encíclica”, destacou Fernando Bezerra. Promovida pelas comissões Mista de Mudanças Climáticas (CMMC) do Congresso Nacional – presidida pelo senador pernambucano – e de Meio Ambiente do Senado, a audiência pública conjunta contou com a participação dos deputados Sarney Filho (PV-MA), vice-presidente da CMMC, e Sérgio Souza (PMDB-PR), relator da referida comissão; e dos senadores João Capiberibe (PSB-AP) e Jorge Viana (PT-AC), além de outros parlamentares.

Para o debate, foram convidados, como expositores, o bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), don Leonardo Ulrich Steiner; Herman Benjamin, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e atuante em questões ambientais e mudanças climáticas; e o jornalista Washington Novaes, colunista e consultor nas áreas de meio ambiente e povos indígenas.

Em quase 200 páginas, a Encíclica “Louvado Seja”, apresentada pelo Papa Francisco no último dia 18 de junho, condena o atual modelo de mercado mundial e propõe novos modos de vida. Ela aborda a questão do meio ambiente em uma visão global da ecologia e sob novos modos de produção, distribuição e consumo. E defende que todas as nações devam ter ação rápida e decisiva, “aqui e agora", para o enfrentamento da degradação ambiental e do aquecimento global.

Com base em evidências científicas, a Encíclica Papal chama a atenção sobre as ações humanas como causadoras de danos à natureza mais até do que os fenômenos naturais. O documento aponta como soluções para a saúde do planeta a redução drástica das emissões de dióxido de carbono e outros gases poluentes; a exploração de energias limpas e renováveis, como a solar e a eólica, também defendidas pelo senador Fernando Bezerra; a conscientização social em torno da Cultura do Verde; e políticas públicas afirmativas de preservação ambiental nas áreas de saneamento, esgotamento e aterros sanitários e tratamento de resíduos.

Ao ressaltar que a Encíclica fora “escrita a muitas mãos”, don Leonardo Steiner observou que a grande mensagem da publicação é a “conversão ecológica”; ou seja, “a forma como todos (os homens) se relacionam como tudo (na natureza)”. O ministro Benjamim Herman destacou que a Encíclica Papal permite uma leitura não só religiosa como também ética, científica, política, econômica e jurídica  sobre o futuro do planeta.

“Não se trata de um documento da Religião Católica ou do Cristianismo”, afirmou o ministro. Herman Benjamin sugeriu que outras audiências sejam promovidas, pelo Legislativo e o Judiciário, para o aprofundamento do debate sobre pontos específicos tratados na Encíclica, como questões relacionadas à água, biodiversidade, resíduos e consumo sustentável.

Ao destacar a “falta de planejamento urbano” no Brasil, o jornalista Washington Novaes criticou a instalação de novas usinas termelétricas no país, ressaltando o imenso potencial brasileiro de geração de energias limpas. “É preciso, urgentemente, controlar a emissão de gases poluentes pelas usinas, a frota de veículos e as indústrias”, defendeu Novaes.

NOVA AUDIÊNCIAS – Durante a “Laudato Si”, o senador Fernando Bezerra Coelho informou que a CMMC promoverá nova audiência pública, com a presença de autoridades como a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, às 14h30 do próximo dia 30, para tratar da proposta brasileira à COP-21. Outra audiência será realizada com a participação da ex-ministra e ambientalista Marina Silva, com data a ser definida.

A Comissão Mista de Mudanças Climáticas também realizará painel de debates durante visita de parlamentares que integram a CMMC ao Observat