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Postos de combustíveis são vistoriados durante ação educativa em Paulista


Funcionários da Secretaria de Meio Ambiente (SEMA) do Paulista concluíram nesta terça-feira (13.10) um trabalho educativo em postos revendedores de combustíveis. O grupo, formado por fiscais e analistas ambientais, vistoriou 31 estabelecimentos em diversos bairros da cidade com o objetivo de identificar se os postos possuíam as documentações necessárias para o funcionamento. A ação também serviu para orientar os proprietários sobre a resolução da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) que prevê a emissão obrigatória da licença ambiental. Até a próxima terça (20), os estabelecimentos que não tiverem essa certidão poderá ficar impedido de comprar combustíveis.
            Nesta tarde, três estabelecimentos foram visitados, sendo dois na BR-101 Norte, em Paratibe; e outro na Av. Nelson Ferreira, em Maranguape I. Todos foram notificados pela equipe da SEMA. A ideia é que os donos possam se apresentar em cinco dias úteis na sede da secretaria, na Rua Djalma Dutra, Nº 65, no Janga, para mostrar todas as documentações que possuem e obter aquelas que não estão em dia. As principais exigências para o funcionamento são: CNPJ, Alvará de funcionamento, Certidão emitida pelo Corpo de Bombeiros, Licença ambiental, entre outras.
            Atualmente, a SEMA já possui autonomia para emitir a licença ambiental. Antes esse procedimento só era realizado junto à Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (CPRH). O gerente de um dos postos de combustíveis vistoriados, Ednaldo Vieira dos Santos, gostou da novidade. “Agora será ainda mais fácil obter as documentações junto à prefeitura. Tenho certeza que todos saem ganhando com isso”, comemorou.
            Durante as inspeções, a equipe aproveitou para fazer um importante levantamento de dados. As informações sobre localização, vizinhança e estrutura dos postos de combustíveis serão inseridas num cadastro da SEMA. O material servirá, entre outras coisas, para que os profissionais analisem os riscos ambientais que o estabelecimento pode provocar e estipular os valores da licença ambiental que será emitida nos próximos anos. 

CPI para verificar faculdades ilícitas em Pernambuco será instalada essa semana na Alepe


Será instalada nesta quinta-feira, (15), a CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito que irá investigar e apurar instituições de ensino superior e de pós-graduação que estariam atuando de maneira irregular pelo MEC- Ministério da Educação e enganando a população. Como o autor do requerimento, o deputado Rodrigo Novaes (PSD) deve ser conduzido à presidência da CPI.
“A CPI vai ajudar a investigar as denúncias que recebemos além de tirar do mercado as empresas que estão iludindo, e principalmente mexendo com o futuro de nossos jovens”, afirmou Rodrigo.
Audiência Publica: A ideia da CPI surgiu depois da Audiência Pública realizada no mês passado junto com a deputada Teresa Leitão, pela Comissão de Educação. 
Na ocasião, alunos e professores de diversas entidades falaram da situação difícil que se encontravam. Em alguns depoimentos
estudantes afirmaram que foram enganados por faculdades, pagaram mensalidadessem saber que estavam frequentando instituições não reconhecidas peloMinistério. Novaes citou várias faculdades suspeitas de fraude, como por exemplo, a Faexpe, sediada em Caruaru, foi acusada de enganar aproximadamente 15mil alunos em 43 municípios no estado.
 
A instalação da CPI acontecerá no Plenarinho ll, às 11 horas.

Armando destaca benefícios de acordo com Colômbia para Jeep de Goiana

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, destacou nesta terça-feira (13) os benefícios que o acordo firmado no último final de semana com a Colômbia trará para a indústria de automóveis do Brasil, em especial para o polo automotivo de Goiana. A parceria comercial selada com a Colômbia prevê a exportação de até 50 mil automóveis brasileiros por ano.

A partir do ano que vem, haverá uma cota de automóveis que poderá ser exportada com tarifa zero. Inicialmente, essa cota será de 12 mil veículos, subindo para 25 em 2017 e 50 mil a partir de 2018. “Com este acordo o Brasil volta a ter um espaço no mercado colombiano que pode alcançar já no terceiro ano algo equivalente a 50 mil unidades. Isto representa cinco vezes mais do que o Brasil está vendendo hoje”, afirma Armando.

De acordo com o ministro, o acordo terá repercussão direta na produção da Jeep instalada no município de Goiana, Mata Norte de Pernambuco, e de toda a sua cadeia de fornecedores, mantendo e até ampliando os empregos na região.

“O acordo é muito importante para algumas unidades e algumas plantas automotivas que foram instaladas mais recentemente, como a da FIAT em Goiana, que entrou num momento em que o mercado doméstico experimenta uma retração. A FIAT de Goiana tem amplas condições de poder beneficiar-se de forma direta deste acordo, vendendo para a Colômbia uma parcela expressiva de sua produção e, o que é mais importante, garantindo a manutenção de empregos de todo este parque fabril, considerando a montadora e todo o polo de fornecedores”, destaca.

Terceiro maior mercado da América do Sul, a Colômbia possui hoje uma demanda por automóveis da ordem de 300 mil a 300 mil veículos. Com a indústria automotiva em desenvolvimento, a capacidade de produção do país chega a apenas 120 mil unidades, o que significa dizer que há um grande espaç