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Governo do Estado e Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes vão custear traslado de corpo de pernambucano morto em acidente no Peru

Irmã da vítima recebeu notícia durante reunião na sede da Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude, na tarde desta sexta-feira (6)


O Governo do Estado e a Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes vão se responsabilizar pelos custos do traslado do corpo do psicólogo José Marcelino da Silva, 44 anos, que morreu em um acidente de ônibus no Peru, na última terça-feira (3). A decisão foi informada à irmã da vítima, Nezilda Maria da Silva, durante uma reunião realizada na tarde desta sexta-feira, na sede da Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ).

A previsão é que o velório e o enterro de José Marcelino, que também serão custeados pelo Governo do Estado, aconteçam em 15 dias úteis. Os valores de todo o processo ainda estão sendo levantados. O corpo de José Marcelino sairá de Lima, capital do Peru, com destino a São Paulo. Depois, segue para o Recife. Por fim, será encaminhado para Jaboatão dos Guararapes, onde o psicólogo morava.

Além de Nezilda Maria da Silva, participaram da reunião pela SDSCJ o secretário Executivo de Gestão, Bruno Coelho, o gerente geral da Secretaria de Executiva de Assistência Social, Joelson Rodrigues, e o gerente geral de Assuntos Jurídicos, Flávio Figueirêdo. Representando a Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes, Ubiracira Lima. E pelo Instituto Maria da Penha compareceu a vice-presidente da instituição Regina Célia.

ACIDENTE – Segundo informações da agência de notícias EFE, o ônibus em que José Marcelino da Silva estava capotou na província de Abancay, no sul do Peru, durante trajeto que ia de Lima para Cuzco. O psicólogo ainda chegou a ser encaminhado para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu antes de dar entrada na unidade de saúde. Mais três pessoas morreram e outras 30 ficaram feridas.

Silvio Costa Filho cobra regularização de repasses para a UPA Imbiribeira

O deputado Silvio Costa Filho (PTB), líder da Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), visitou na tarde desta sexta-feira (6) a UPA Imbiribeira - Maria Esther Souto Carvalho, para conferir as dificuldades enfrentadas pela unidade. A visita foi motivada por nota publicada na imprensa pelo Instituto Pernambucano de Assistência à Saúde (IPAS), organização social (OS) responsável pela administração da UPA, denunciando o atraso nos repasses de recursos para a unidade.

Representando a Bancada de Oposição, Costa Filho, ouviu da coordenadora geral da UPA Imbiribeira, Isabelle Braga, o relato das dificuldades enfrentadas por causa no atraso dos repasses, como a redução da quantidade de atendimentos. “Ainda hoje estamos aguardando o repasse de setembro. Desde 2014, quando a situação começou a se agravar, temos um déficit de aproximadamente R$ 2 milhões”, contou.

Isabelle conta que já teve que cortar em 10% o orçamento da unidade, mas mesmo assim os atrasos continuam. Segundo a nota publicada pelo IPAS, o déficit financeiro vem repercutindo principalmente no pagamento aos fornecedores e na redução do quadro de pessoal, comprometendo o atendimento à população. “Nem a nossa ambulância, que está na manutenção, conseguimos colocar em operação por falta de recursos”, relatou a coordenadora da unidade.

Para Silvio Costa Filho, falta ao Governo a decisão de priorizar o atendimento à população. “O Estado tem priorizado outras áreas, como publicidade, consultorias e manutenção da Arena Pernambuco, enquanto acumula um passivo de R$ 2 milhões com uma UPA como a da Imbiribeira”, questionou. Desde o início do ano, a Bancada de Oposição na Alepe vem realizando visitas a hospitais e UPAs e denunciando a situação de colapso vivido atualmente pelo sistema público de saúde.

Em nome da Oposição, o parlamentar se colocou à disposição dos profissionais da UPA, que têm se desdobrado para manter o atendimento à população, para cobrar do Governo do Estado e da Secretaria de Saúde, a regularização dos repasses para o IPAS.  “Entendemos que cabe ao governador fazer escolhas e o correto seria adiar pagamentos que podem esperar, como o feito à Arena, e priorizar os serviços prestados à população. Principalmente na saúde, por estarmos lidando com a vida dos pernambucanos”, destacou Costa Filho.

Plano vai ajudar 250 empresas pernambucanas a exportar mais


O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, antecipou nesta sexta-feira (06), em evento na Câmara Americana do Comércio (AMCHAM), no Recife, que no próximo dia 17 de novembro será lançado o Plano Nacional de Cultura Exportadora de Pernambuco. A ação atenderá inicialmente 250 empresas, incentivando as exportações de produtos e serviços do Estado.

“O MDIC vai oferecer treinamento, capacitação, consultoria, assessoria para a adequação de produtos, inteligência comercial, para as empresas se posicionarem melhor no mercado internacional”, explicou o ministro. O PNCE beneficiará empresas pernambucanas de setores como os de alimentos, cerâmica, confecções e de cosméticos.

Ao falar para uma plateia de empresários na Amcham-Recife, Armando defendeu o papel estratégico das exportações para a geração e manutenção de empregos: “A exportação precisa ser entendida como um canal muito importante, sobretudo agora que o mercado doméstico experimenta uma forte retração. A exportação é a melhor maneira de garantir a manutenção de empregos. Ou seja, quem exporta gera empregos no Brasil. Precisamos investir na exportação, ampliar os canais, capacitar as empresas cada vez mais, as pequenas e médias empresas, a investirem no comércio exterior”, enfatizou.

O ministro destacou ainda a importância do mercado americano para os produtos brasileiros e disse que o Brasil tem investido na exportação de manufaturados para aquele País, o que beneficia a indústria nacional. “Temos um acordo na área de convergência de novas técnicas, para reduzir e remover barreiras não-tarifárias, que hoje de alguma maneira prejudicam o acesso dos produtos brasileiros a este mercado. As negociações com os EUA já começam a produzir resultados para setores como os de cerâmica, de refrigeração e de máquinas e equipamentos”, comemorou.