Curta o Paulista Atualizado no facebook e receba todas as nossas atualizações!

Compartilhar

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

No Senado, Fernando Bezerra faz homenagem aos 70 anos do Hospital do Câncer de Pernambuco


Brasília, 10/11/15 – Na tarde deste 10 de “Novembro Azul” – mês dedicado à prevenção do câncer de próstata –, Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) subiu à Tribuna do Senado Federal para homenagear os 70 anos do Hospital do Câncer de Pernambuco/Sociedade Pernambucana de Combate ao Câncer, comemorados ontem (9). Ao observar que a renomada unidade de saúde é fruto do voluntariado, Fernando Bezerra destacou que o hospital vivencia “uma nova fase de gestão, sólida e sustentável, em sua missão de proporcionar um tratamento humanizado, integral e de excelência em saúde”.

Mais cedo, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, o parlamentar homenageou a instituição durante análise de projeto de lei (PLS 645/2011) que concede benefícios fiscais, na declaração de imposto de renda, a serviços de saúde que atuam na prevenção e no tratamento oncológico. Na CAE, Fernando Bezerra também destacou a construção do Hospital Dom Tomaz, em Petrolina (PE), terra natal do senador. Administrado pela Associação Petrolinense de Amparo à Maternidade e à Infância (Apami), a unidade oferecerá tratamento preventivo, exames, cirurgias, quimioterapia e radioterapia na área oncológica.

Já o Hospital do Câncer de Pernambuco – segundo destacou o senador, na Tribuna do Senado – conta com estrutura capacitada para atender cerca de 55% dos pacientes oncológicos do estado. Mantido com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS), do Governo de Pernambuco e de doações de pessoas físicas e jurídicas, a unidade filantrópica realiza cerca de 1,2 mil procedimentos diários, entre cirurgias, consultas, sessões de quimioterapia e radioterapia, além de atendimentos multiprofissionais.

“A partir da década de 1980, a crise começou a bater às portas do hospital”, lembrou o senador, ressaltando a dedicação de diferentes lideranças pernambucanas – entre elas, Eduardo Campos –, que se empenharam para o restabelecimento da qualidade dos serviços atualmente oferecidos à população. “Revigorado depois da crise mais grave, o Hospital do Câncer vivencia, agora, novos desafios e superações diante do quadro nacional de dificuldades e escassez de recursos no setor de saúde pública”, afirmou.

Durante a homenagem, Fernando Bezerra Coelho defendeu que o Hospital do Câncer de Pernambuco adote uma nova denominação “mais condizente com a moderna terminologia na área médica”. Segundo o senador, admiradores da instituição – entre eles, estudiosos de saúde e comunicadores – propõem que o nome da unidade seja alterado para Hospital de Oncologia Esther Souto Carvalho. “Em homenagem a uma das mais notáveis beneméritas e filantropas de Pernambuco”, destacou o senador.

Confira a íntegra do pronunciamento:

            “Venho a esta tribuna para fazer uma homenagem a Instituição filantrópica e beneficente, a Sociedade Pernambucana de Combate ao Câncer - Hospital do Câncer que completou 70 anos de existência no dia de ontem, vivenciando uma nova fase de gestão, sólida e sustentável, em sua missão de proporcionar um tratamento humanizado, integral e de excelência em saúde.
           O embrião da Sociedade Pernambucana de Combate ao Câncer foi gerado em um movimento social no ano de 1945, sob a liderança de duas bravas mulheres: dona Dília Henriques, esposa do médico José Henriques, e dona Esther Souto Carvalho, casada com o empresário e esportista Aldemar da Costa Carvalho. Juntas, elas mobilizaram comerciantes, médicos e profissionais liberais de diversas áreas em favor da causa.
            A Sociedade Pernambucana de Combate ao Câncer, uma entidade jurídica, é a mantenedora e administradora do Hospital do Câncer, criado inicialmente como Clínica do Câncer.
 Senhor presidente,
           O ponto de origem de todo este legado foi o voluntariado. A família Costa Carvalho doou o terreno da Av. Cruz Cabugá onde foi instalado o primeiro pavilhão de atendimento com 15 leitos. Com espírito visionário e humanitário, as pioneiras da Sociedade Pernambucana de Combate ao Câncer realizaram mutirão junto às classes empresariais para angariar recursos destinados à edificação do hospital e aquisição de equipamentos.
           O voluntariado, aliás, está incorporado à tradição do Hospital do Câncer de Pernambuco. No mês de julho deste ano, um grupo formado por 18 arquitetos sensibilizou comerciantes e fornecedores para a doação de materiais aplicados em reformas e melhorias de 19 ambientes do hospital, para oferecer mais comodidade e conforto aos pacientes e visitantes. A cultura de donativos também faz parte da tradição do Hospital do Câncer como forma de angariar receitas, sempre contando com credibilidade e receptividade por parte da população.
            Com estrutura capacitada para atender cerca de 55 por cento dos pacientes oncológicos do Estado, o Hospital do Câncer é um hospital filantrópico mantido com recursos do SUS, Governo do Estado e doações de pessoas físicas e jurídicas e realiza atualmente cerca de 1.200 procedimentos diários, entre cirurgias, consultas, sessões de quimio e radioterapia e atendimentos multiprofissionais. Para tanto dispõe de 274 leitos, 9 enfermarias, 22 leitos nas emergências, 16 leitos nas UTIs, 14 leitos de pediatria e 8 salas de cirurgia. O setor de urgência funciona 24 horas. 
            Senhor presidente,
           Entre as décadas de 1950 e 1970, o Hospital do Câncer pôde levar ao Recife palestrantes e especialistas internacionais, implementando novas tecnologias e dispondo de equipamentos modernos no combate à doença, transformando-se numa referência nacional.
            A partir da década de 1980 a crise começou a bater às portas da unidade. O acúmulo de dívidas com fornecedores, a falta de recursos para manutenção e atrasos no pagamento do funcionalismo geraram uma situação de insolvência nas atividades do HCP, única emergência oncológica de Pernambuco. O montante da dívida chegou a R$ 54 milhões. Mais grave era a dívida social para com os pacientes mais necessitados.
            As obras do prédio anexo ficaram paralisadas durante 17 anos. No limite da sobrevivência, mantenedores e funcionários do Hospital apelaram ao então governador Eduardo Campos em busca de uma solução.  
            Diante da iminência de colapso nas atividades do HC, o então governador Eduardo Campos atendeu às reivindicações das entidades representativas e ao clamor da população, ao editar decreto, em 10 de abril de 2007, de intervenção no hospital.   
            Cada um a seu tempo, os interventores Francisco Saboya Jr., inicialmente, e José Iran Costa, seu sucessor e atual secretário de Saúde do Estado, cumpriram missão da maior relevância no equacionamento das dívidas, saneamento das finanças, pagamento aos credores e fornecedores e atualização dos salários dos trabalhadores. As dívidas de R$ 54 milhões foram renegociadas e reduzidas para R$ 8 milhões. As obras de construção do prédio anexo, paralisadas há 17 anos, foram retomadas e concluídas nas duas gestões, de modo a proporcionar instalações modernas e funcionais, garantindo mais qualidade nos serviços a pacientes, familiares e visitantes. As enfermarias foram recuperadas e adquiridos novos equipamentos.  
            Para alcançar os bons êxitos, os trabalhos contaram com o apoio imprescindível dos secretários de Saúde na época, Jorge Gomes; o vice-governador, João Lyra Neto; e o médico Antônio Figueira, fiéis cumpridores das diretrizes governamentais.
            Revigorado depois da crise mais grave, agora o Hospital do Câncer vivencia novos desafios e superações diante do quadro nacional de dificuldades e escassez de recursos no setor de saúde pública.
            Sob o signo de superação das adversidades, o HC mantém uma Superintendência de Formação Profissional e Pesquisa. Este segmento foi estabelecido como prioridade a partir de 2012, incluindo o programa de Doutorado em parceria com a A. C. Camargo Câncer Center de São Paulo.
            O hospital mantém acordos de cooperação e parcerias com entidades nacionais e internacionais, no objetivo de intercâmbio científico, desenvolvimento de pesquisas e capacitação em recursos humanos.    
            Agora, na consagração dos seus 70 anos, o HC poderá adotar nova denominação mais condizente com a moderna terminologia na área médica. Pessoas admiradoras da instituição – estudiosos de saúde, comunicação e afins – propõem que o nome Hospital do Câncer seja mudado para Hospital de Oncologia e, em homenagem a uma de suas mais notáveis beneméritas e filantropas de Pernambuco, acrescentado o título Esther Souto Carvalho.
                        Apresento minhas sinceras congratulações,  nesta data festiva e de celebração de conquistas, aos que fazem a Sociedade Pernambucana de Combate ao Câncer, na pessoa do superintendente geral Dr. Hélio Fonseca, demais diretores, membros do Conselho Administrativo, funcionários, colaboradores e voluntariado.
            Muito obrigado.”

Beto Accioly quer treinamento de socorro para pais ou responsáveis por recém-nascidos

O deputado estadual Beto Accioly (SD) apresentou, nesta terça-feira (10), um projeto de lei que obriga as maternidades públicas e privadas do Estado de Pernambuco a oferecerem treinamento para socorro em caso de engasgamento e prevenção de morte súbita aos pais ou responsáveis por recém-nascidos. De acordo com o texto, o treinamento será realizado antes da alta médica.

“O engasgo de recém-nascidos pode ocorrer de variadas formas, inclusive durante o aleitamento materno. A situação é assustadora para os pais ou responsáveis, principalmente pelo fato de que muitos não sabem como agir em tal situação”, alerta o parlamentar, lembrando também sobre os casos de morte súbita. “Sabe-se que o pico de incidência está entre dois e quatro meses de idade, e que é mais comum em crianças do sexo masculino. É imprescindível que os pais ou responsáveis tenham conhecimento acerca dos métodos preventivos e possam evitar esses casos entre recém-nascidos.”

De acordo com Beto Accioly, a proposição não vai gerar nenhum tipo de custo para as maternidades, já que elas já dispõem de profissionais de saúde. A proposta segue para a apreciação das comissões competentes, antes de ser votada em Plenário.

Paulista realiza VII Seminário de Cultura e Consciência


 Com o intuito de abordar a temática afro-brasileira, além de fortalecer a necessidade de um maior conhecimento sobre a África, a Secretaria de Educação do Paulista, através da equipe técnica de apoio pedagógico (ETAP), realizou na tarde desta terça-feira (10.11) o VII Seminário de Cultura e Consciência. A ação, que foi voltada aos profissionais da educação da cidade, aconteceu no auditório do Senac, em Jardim Paulista Baixo.
Apresentando o tema “O Negro pós moderno: valores, desafios e cidadania,” o evento seguiu com palestras de voluntários pernambucanos que viveram no continente africano por uma ano e trabalharam na área de educação e saúde. Ainda durante a iniciativa, estudantes e professores da rede municipal, que se destacaram em projetos desenvolvidos pela secretaria, como o triatlo do conhecimento, olímpiada de matemática, entre outros, foram premiados.

O aluno Neemias Santana, 12 anos de idade, conquistou o primeiro lugar no concurso de redação e foi premiado com uma bicicleta. “Não esperava ser o vencedor, estou bastante emocionado. Minha professora me trouxe pra cá, mas disse que era apenas para assistir o seminário. Ela já sabia que eu tinha ganhado. Estou muito feliz,” completou.

 “Além de estarmos oferecendo uma capacitação muito importante para os professores da rede, aproveitamos para dar início aos eventos em comemoração ao mês da Consciência Negra,”. Com essa ação, os profissionais vão adiquirir e aperfeiçoar ainda mais seus conhecimentos", ressaltou o secretário de Educação do Paulista, Carlos Júnior.

"Por solicitação de Fernando Bezerra, Comissão de Educação do Senado realiza audiência sobre a Base Nacional Comum Curricular"‏

Por solicitação do senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), a Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado promove, às 11h desta quarta-feira (11), audiência pública sobre a Base Nacional Comum Curricular - uma proposta do Ministério da Educação para unificar as bases dos ensinos infantil, fundamental e médio em todo o país.

Para esta audiência, foram convidados o secretário de Educação do Estado do Rio de Janeiro e patrocinador do Eixo Base Nacional Comum, Antônio José Paiva Neto; a secretária-executiva do Movimento pela Base Nacional Comum, Alice Ribeiro; a superintendente do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), Anna Helena Altenfelder; e a diretora do Grupo Mathema (instituição de pesquisa e desenvolvimento de métodos pedagógicos para melhorar a qualidade do ensino da matemática) e também integrante do Movimento pela Base Nacional Comum, Katia Smole.


SERVIÇO:
Assunto: Audiência pública sobre a Base Nacional Comum Curricular
Data: 11/11/15 (amanhã)
Horário: 11h
Local: Ala Alexandre Costa, Plenário 15, Senado Federal, Brasília (DF)

Levy almoça com Cintra e outros senadores e alerta que sem ajuste recessão irá se agravar

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, alertou que a desaceleração da economia irá se aprofundar sem o ajuste fiscal que está executando. O aviso foi dado em almoço, hoje (terça, 10), com os senadores do bloco União e Força, do qual faz parte Douglas Cintra (PTB-PE), cujo gabinete Levy visitou após o almoço.

De acordo com relato de Cintra, Levy lembrou, no encontro, que houve protesto generalizado do empresariado por ocasião da reoneração da folha de pagamento, mas agora é bem maior para as empresas o custo do desaquecimento da atividade econômica.
A reoneração foi a medida do ajuste fiscal que elevou a taxação sobre o faturamento da maioria dos 56 setores que haviam trocado a isenção da contribuição previdenciária pela cobrança de uma alíquota sobre suas receitas.

“As medidas do ajuste fiscal são duras, mas necessárias. O país não voltará a crescer sem estar fiscalmente saneado”, declarou o ministro da Fazenda aos senadores, informou o parlamentar pernambucano. O bloco União e Força, do qual participa, reúne nove senadores do PTB, PSC, PR e PRB.

Cintra relatou ainda que, apesar de ter havido sugestões para uma maior aproximação da presidente Dilma Rousseff com os senadores do bloco,  integrante da base de sustentação do governo, o clima com Levy foi cordial. “Houve consenso de que se é ruim com o ajuste fiscal, sem ele será muito pior para o país”, contou o senador petebista.   

Crédito da foto: Ana Luisa Souza/Divulgação

<