Curta o Paulista Atualizado no facebook e receba todas as nossas atualizações!

Compartilhar

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

Comissão de Finanças aprova mais R$ 120 milhões para a saúde

A Comissão de Finanças, Orçamento e Tributação aprovou, nesta quarta-feira, a ampliação do orçamento para a Saúde em cerca de R$ 120 milhões, relocados de áreas meio do Estado, como propaganda, reformas não essenciais, passagens aéreas, cópias reprográficas, material de escritório, consultorias, reformas de prédios públicos e investimentos em tecnologia da informação, entre outros gastos de custeio da máquina administrativa.
O redirecionamento dos recursos foram apresentados pelo deputado Silvio Costa Filho (PTB), em nome da Bancada de Oposição, no total de R$ 48 milhões; pelo deputado Júlio Cavalcanti, como sub-relator da LOA 2016, no valor de R$ 57 milhões; e pela deputada Priscila Krause (DEM), no valor de R$ 19 milhões.
Segundo o líder da Bancada de Oposição, Silvio Costa Filho, as emendas visam compensar a redução orçamentária para a área de Saúde. “Em relação ao orçamento deste ano, a queda na LOA 2016 é de cerca de R$ 170 milhões. Se já estamos enfrentando essa situação de colapso na saúde pública do Estado, o que a população pode esperar de 2016 com R$ 170 milhões a menos”, argumentou.
Questionados sobre o corte de investimentos que estava propondo, o deputado Júlio Cavalcanti perguntou aos deputados presentes na comissão o que seria melhor: “esperar um ou dois meses para receber um documento do Estado ou esperar o mesmo tempo para poder ser atendido por um médico, fazer uma cirurgia ou um exame de saúde?”, indagou.
 A decisão de reforçar a Saúde é fruto das visitas realizadas pela Bancada de Oposição às várias microrregiões do Estado, nas quais foi identificado que a Saúde é uma das áreas mais carentes da administração estadual.  “Governar é fazer escolhas, retirar recursos de onde se pode esperar e colocar onde o gasto é essencial. É isso que a Oposição vem propondo desde o início do ano: o corte de gastos ruins para que se priorize os serviços à sociedade. Agora, com a discussão da LOA 2016, optamos por apresentar nossa colaboração para que isso seja efetivamente feito”, defendeu Costa Filho.

Atrasos em Plano Cicloviário geram críticas em audiência pública

Nesta quarta-feira (25), aconteceu no Plenarinho da Câmara Municipal, uma audiência pública para discutir o Plano Diretor Cicloviário (PDC), proposta pela vereadora Marília Arraes. Lançado em 2014, o plano tem como objetivo executar mudanças propostas pelo governo do Estado e pela Prefeitura da Cidade do Recife em relação ao modal bicicleta na Região Metropolitana. Eram esperados 90km de ciclovias e ciclofaixas até 2017, e 26km que deveriam ser concluídas até o final de 2015, o que ainda não aconteceu. A audiência foi marcada por muitas críticas ao governo do Estado e à PCR.
Para Marília, a audiência serviu para constatar os atrasos no plano, com contrapartidas tanto do Governo do Estado quanto da prefeitura, que devem tomar algumas ações dentro da cidade para que o plano seja executado como tinha sido previsto. “O ciclismo é tratado como uma opção de lazer apenas aos domingos e feriados. Essa é a prioridade da atual gestão. Queremos atender as pessoas que usam a bicicleta como seu meio de locomoção principal”, afirmou a vereadora.
“Essa audiência foi uma oportunidade única da Câmara dos Vereadores, com o papel de fiscalizar a prefeitura sobre a estrutura cicloviária da cidade. Temos 8,28km feitos pelo prefeito Geraldo Júlio dos 76km prometidos, então falta muito para se fazer em um ano. Gostaríamos de acreditar que isso vai ser feito, mas que não seja feito em qualquer canto, de qualquer jeito, apenas para cumprir uma meta. Esse é um grande risco de uma cidade onde a prefeitura ainda não reconhece a bicicleta como modal", afirmou César, representante do grupo Direitos Urbanos.

"Existe uma discrepância entre os projetos cicloviários e projetos públicos da Prefeitura, como recapeamento e pavimentação das ruas do Recife. Os gastos públicos com orientadores de trânsito - os famosos amarelinhos -, transportes, Via Mangue, Zona Sul, dentre outras coisas, poderiam ser usados para implementação das ciclofaixas, ciclovias e ciclorrotas", disse Guilherme Jordão, coordenador da Associação Metropolitana de Ciclistas do Grande Recife (Ameciclo).
Durante a audiência, Rosaly Almeida, gerente de ciclomobilidade da Secretaria de Turismo do Governo do Estado e representante do secretário Felipe Carreras, afirmou que o atraso de algumas obras é resultado de um período de transição, durante a eleição de 2014, que, segundo ela, foi muito pesada. A declaração deixou a vereadora indignada. “Uma funcionária de cargo comissionado admitindo em uma audiência pública que houve uso da máquina em ano eleitoral. Isso não pode”, reagiu Marília.
Além de Rosaly, participaram da audiência, um representante da Secretaria de Mobilidade e Controle Urbano da Prefeitura do Recife, Antônio Henrique, o coordenador da Ameciclo, Guilherme Jordão, César Martins, representante do grupo Direitos Urbanos, e Fernando Holanda, representante do Observatório do Recife, além da participação de ciclistas e cicloativistas.
Fotos: Aguinaldo Leonel-CMR

Paulista terá representante no GP de Motovelocidade


Piloto Paulistense Laércio de Souza buscará importante resultado para Paulista em GP de Motovelocidade Piloto Laércio de Souza com 34 anos e em seu 3º ano dentro da competição de motovelocidade na categoria profissional além de representante da escola de pilotagem AGB RACING SCHOLL vai brigar pelo 4º lugar na classificação geral e tentar levar essa conquista pra sua cidade Paulista - Pe. 

Esse é o objetivo do piloto Laércio #49, que participará no domingo(06) de Dezembro do Racing Day Nordeste (RDN), o maior GP de motovelocidade do Norte/Nordeste brasileiro. A competição será realizada no autódromo de Caruaru, e contará com a presença de vários competidores representantes de diversos estados do país inclusive o Pernambucano terá uma briga direta pela 4ª posição no geral com um piloto Baiano Júnior Stoner de Jequie na Bahia . Cada um teve um pódio esse ano e com uma vantagem de 3 pontos é o que da a chance para o representante da cidade das Chaminés.

Política Energética: em audiência proposta pelo senador Fernando Bezerra, especialistas defendem ampliação de “energias limpas” no Brasil


Brasília, 25/11/2015 – A produção das chamadas “energias limpas” a partir de fontes renováveis – especialmente, a eólica (vento) e a solar – será expandida no país para uma diversificação ainda maior da matriz energética nacional e a ampliação da oferta de alternativas ao consumidor. A medida, defendida pelo senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), foi garantida pelo secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia (MME), Luiz Eduardo Barata, durante audiência pública realizada hoje (25), por solicitação de Fernando Bezerra, na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) do Senado.

Além de avaliar o suprimento de energia elétrica no Brasil e as perspectivas da Política Energética para o futuro do país, a audiência teve o objetivo de subsidiar o relatório final sobre a “Avaliação de Políticas Públicas para a Gestão de Recursos Hídricos, Saneamento e Energia”, que será apresentado, à CI, no próximo dia 16. “Nossa matriz energética está sendo diversificada e isso é uma grande conquista. As fontes renováveis ganharam participação significativa e o aumento do parque hidrelétrico deu-se com usinas, infelizmente, a fio d´água, que têm capacidade reduzida de armazenamento”, avaliou Fernando Bezerra Coelho. “Estamos constatando claramente isso agora, nesta grave crise hidrológica”, completou o senador – que é presidente da Comissão Mista sobre Mudanças Climáticas (CMMC) do Congresso Nacional – ao citar a aprovação, pelo Senado, nesta última terça-feira (24), da Medida Provisória 688/2015.

Encaminhada para sanção da presidente Dilma Rousseff, a MP 688 permite que os geradores hidrelétricos repactuem o risco dos contratos decorrentes de anos de baixa hidrologia. A repactuação permitirá que atual rombo do setor de geração hídrica – decorrente da estiagem deste ano – seja convertido em um ativo regulatório que resultará em um aumento do prazo das concessões ao fim dos atuais contratos.

No último dia 29 de outubro, durante audiência pública na CMMC – com a presença do ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga – Fernando Bezerra já defendia que o Brasil aumentasse para 25% a meta de participação das energias renováveis – especialmente, a solar, e sem considerar a energia hidrelétrica – na matriz energética nacional, até 2030. Pela proposta que o governo brasileiro apresentará durante a Conferência da ONU sobre o Clima – a COP-21, que começa no final deste mês, em Paris (França) – este percentual deverá chegar a 23%, no referido ano.

De acordo com Luiz Eduardo Barata, o governo atua para a expansão de todos os tipos de geração dentro da Política Energética Brasileira. Segundo ele, o ministério investirá R$ 195 bilhões em obras de ampliação (até 2018) da produção hidráulica/hidrelétrica. As energias eólica e solar vão aumentar, conforme Barata, em 15,4 mil megawatts e 3 gigawatts, respectivamente, nos próximos três anos.

A energia de biomassa (a partir de resíduos e organismos vivos), de acordo com o secretário-executivo do MME, também crescerá no país; principalmente, aquela produzida pelo bagaço da cana-de-açúcar. E o uso de carvão e gás natural será ampliado na matriz energética. Segundo o secretário, a produção de gás natural aumentará, especialmente, nos estados de Pernambuco (Suape), Rio Grande do Sul e Sergipe.

Luiz Eduardo Barata disse, ainda, que a energia nuclear – já produzida em duas usinas no município de Angra dos Reis (RJ) – será ampliada por meio da construção de mais uma usina, no mesmo sítio (em Angra). “Temos a sexta maior reserva de urânio do mundo e o índice de performance deste tipo de energia é de quase 100%, sem nenhuma emissão de gás carbônico e com grande estímulo ao desenvolvimento tecnológico”, ressaltou o secretário-executivo, ao defender o crescimento da geração de energia nuclear “sem preconceito e com todas as cautelas”.

ABASTECIMENTO SEM RISCOS – Conforme garantiu o secretário-executivo do MME, o Brasil não corre riscos de desabastecimento crônico de energia e o suprimento para o Nordeste está “absolutamente assegurado”, apesar dos baixos estoques de água nos reservatórios da região e das perspectivas pessimistas de chuva nos próximos meses. “O Nordeste conta com a Bacia do São Francisco, um enorme parque eólico, um conjunto de usinas térmicas e a integração com as redes de transmissão das regiões Sudeste e Norte”, afirmou.
De acordo com o Comitê Nacional de Política Energética, que mede mensalmente o risco de desabastecimento, a possibilidade de crise no fornecimento à Região Nordeste, em 2016. é zero. E, para a Região Sudeste, o índice é de apenas 1,2%. “Portanto, bem abaixo de 5%, índice que o comitê considera como preocupante, neste tipo de análise”, observou Luiz Eduardo Barata.

RECURSOS NATURAIS – O presidente do Conselho Administrativo da Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa (Abragel), Mozart Siqueira, elogiou a realização da audiência pública de hoje que, segundo ele, dá a oportunidade para o “contraponto, o contraditório”. Ao criticar o