Curta o Paulista Atualizado no facebook e receba todas as nossas atualizações!

Compartilhar

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

Cenário econômico de Pernambuco é tema de seminário gratuito

Evento acontece no próximo dia 30, no campus Piedade da Faculdade dos Guararapes, e vai reunir nomes de peso para debater temas como questão fiscal, investimentos e políticas públicas. Haverá lançamento de livro pelo IPEA

O cenário econômico do Estado vai nortear um seminário gratuito, que acontece na próxima dia 30, às 10h, no auditório do campus Piedade da Faculdade dos Guararapes (FG) – integrante da rede internacional de universidades Laureate. Aberto ao público, o encontro terá como público-alvo alunos, profissionais e interessados no assunto.

Com o tema ‘Pernambuco Crescimento e Desenvolvimento’, o encontro terá, como debatedores, José Raimundo Vergolino, que é PhD em Economia pela University Illinois – USA, professor e coordenador de pesquisa e Iniciação Científica da FG. Outro é Aristides Monteiro Neto, que é técnico do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), doutor em Economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp/SP) e ex-secretário de Ciência e Tecnologia de Pernambuco. Também discorrerá sobre o tema Valdeci Monteiro Dos Santos, que é mestre em desenvolvimento urbano e regional pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), doutor em Economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp – SP), também professor na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) e sócio da Ceplan Consultoria.

Entre os mediadores do seminário: o vice-governador do Estado de PE, Raul Henry e reitor da Faculdade dos Guararapes (FG), Pierre Lucena.

Lançamento de livro
Os palestrantes José Raimundo Vergolino, Aristides Monteiro Neto e Valdeci Monteiro dos Santos também são autores do livro “Capacidades governativas no ambiente federativo nacional – Pernambuco 2000-2012”, publicado pelo IPEA e que será lançado durante o encontro. A obra avalia a atuação do governo do estado para o sucesso ou o fracasso na implementação de políticas públicas no país. Na prática, trata a fundo aspectos econômico-fiscais, sociais e institucionais que marcaram a trajetória das políticas públicas dos governos estaduais em Pernambuco, entre anos 2000 e 2012.

Este estudo faz parte de um projeto mais amplo em desenvolvimento no Ipea, sob o título ‘O que podem os governos estaduais no Brasil: trajetórias de desenvolvimento comparadas (1990-2010)’, que investiga as capacidades e os limites dos governos estaduais de implementarem políticas de desenvolvimento na atual quadra do federalismo brasileiro.

Número de assassinatos em Pernambuco já supera o total de 2014

A Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) chama a atenção do Governo do Estado e da sociedade pernambucana para o alarmante crescimento da violência no Estado. Esta semana, ainda no mês de novembro, Pernambuco já superou o total de homicídios registrado em todo o ano de 2014.
É grave ainda constatar que, em um ano de administração Paulo Câmara, nosso Estado regrediu seis anos no combate à violência, tendo em vista que dada a média atual de 350 mortes por mês, estarmos caminhando para fechar 2015 com um total de 4.200 assassinatos, mais que os 4.018 casos registrados em 2009, terceiro ano do Pacto pela Vida.
Chama ainda a atenção o alto índice de mortes por armas de fogo, que representam mais de 80% dos homicídios violentos registrados no Estado, apesar de todo investimento em mídia sobre a campanha pernambucana em prol do desarmamento da população. Armas brancas e outros tipos de objetos representam os 20% restantes.
Até o último dia 22 deste mês foram registrados 3.431 assassinatos em Pernambuco, ante os 3.433 casos registrados durante todo o ano de 2014. Quando os números de segunda-feira (23) a esta quinta (26) entrarem no sistema, o que deve acontecer nos próximos dias, o número de registros do ano passado já terá sido ultrapassado em cerca de 30 casos, já que este mês a média de crimes violentos vem sendo de 11 por dia.
O Recife, que ganhou visibilidade na propaganda e nas redes sociais do Governo e da Prefeitura como a Capital mais segura do Nordeste, responde hoje por cerca de 15% das mortes violentas registradas no Estado. Até o último domingo, a Capital pernambucana registrava 50 casos a mais que o mesmo período de 2014, num crescimento de 10%.
Desde de o início do ano, a Bancada de Oposição na Alepe vem chamando a atenção para a escalada da violência no Estado e para a necessidade de rediscutir o Pacto pela Vida com a sociedade, o Governo do Estado e o Poder Judiciário para que se possa devolver o clima de segurança às cidades pernambucanas.
Entendemos que a saída para a atual crise da segurança passa, necessariamente, pela valorização das policias, dos profissionais, dos serviços de inteligência, do combate às drogas e pela requalificação das delegacias e reaparelhamento do efetivo policial. Para contribuir com a solução deste problema, que aflige a população pernambucana, a Bancada de Oposição vai realizar, na próxima segunda-feira (30), reunião pública para discutir os caminhos para a repactuação do combate à violência no Estado e o resgate do Pacto pela Vida, reconhecidamente um programa que conseguiu êxito em seu início, mas que perdeu sua essência nos últimos dois anos.

Silvio Costa Filho
Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco

Conferência debate as relações internacionais entre América Latina e Caribe

Nesta sexta-feira (27), o embaixador Fernando Martínez Westerhausen estará no Instituto Cervantes para uma conferência sobre as relações internacionais entre América Latina e o Caribe. A atividade será aberta ao público, a partir das 19h, com direito a certificação. O acesso é gratuito.

A conferência intitulada “Integração e Inserção Internacional da América Latina e Caribe” leva o mesmo nome do livro lançado pelo embaixador em 2013 e vai abordar os processos integradores realizados na América Latina e o Caribe que surgiram em meados do século passado como uma estratégia para impulsionar o desenvolvimento do continente. Primeiramente haverá uma análise dos resultados e situação atual da integração, examinando as possíveis causas que impediram o aprofundamento destes processos, seguido pelo estudo da posição que  América Latina e Caribe ocupam no contexto atual, de mundo globalizado, indagando até que ponto esta integração pode contribuir para reforçar o papel do continente no cenário mundial.

Fernando Martínez Westerhausen é Bacharel em Direito pela Universidade de Deusto, na Espanha. Diplomático de carreira, na categoria de Embaixador, é especializado em América Latina, tendo sido designado para o Brasil, México, Guatemala, Bolívia, Uruguai e Argentina. É autor dos livros "Manual de introdução aos processos de integração na América Latina e Caribe" e "América Latina e o Caribe entre a Aliança do Pacífico e MERCOSUL" e atualmente leciona no curso de pós-graduação sobre diplomacia e negócios internacionais da Faculdade Damas e é pesquisador do Núcleo de Estudos de América Latina da Universidade Católica de Pernambuco.

O Instituto Cervantes do Recife fica na Av. Gov. Agamenon Magalhães, 4535, no Derby. Mais informações através do telefone (81) 3334-0450.

Serviço
O quê:  Integração e Inserção Internacional da América Latina e Caribe – Palestra com Fernando Martínez Westerhausen
Quando: 27/11/2015
Horário: 19h
Local: Instituto Cervantes do Recife (Av. Agamenon Magalhães, 4535 – Derby – Recife/PE)
Entrada Gratuita

Mudanças climáticas: ambientalista elogia contribuições de comissão presidida por Fernando Bezerra à proposta do Brasil para COP-21

Brasília, 26/11/15 – A necessidade de o Brasil ampliar a geração de “energias limpas” a partir de fontes renováveis foi um dos destaques do Café com Política desta quinta-feira (26), promovido, em Brasília, pela Fundação João Mangabeira, entidade sem fins lucrativos voltada à proposição de políticas públicas socialistas.Durante o debate – que analisou a participação que o Brasil terá na Conferência da ONU sobre o Clima (COP-21) – o ambientalista Alfredo Sirkis elogiou a atuação da Comissão Mista sobre Mudanças Climáticas (CMMC) do Congresso Nacional, presidida pelo senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE).

“No Brasil, a temática ´mudanças do clima´ vem ganhando visibilidade e desencadeando reflexões graças, em grande parte, ao trabalho que a CMMC desenvolveu ao longo deste ano”, afirmou Sirkis. “O posicionamento da Comissão por uma matriz energética diversificada e mais limpa também contribuiu com a consistente proposta final que o governo brasileiro apresentará durante a COP-21”, acrescentou o ambientalista. A 21ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças no Clima será realizada em Paris (França), entre os próximos dias 30 de novembro e 11 de dezembro, reunindo representantes das mais de 190 nações que fazem parte da Convenção da ONU sobre o Clima. O senador Fernando Bezerra participará da COP-21 como presidente da CMMC e um dos principais representantes do Congresso Nacional brasileiro.

Para Alfredo Sirkis, as repercussões globais das alterações climáticas “são graves e, ao mesmo tempo, representam oportunidades para uma mudança de consciência”. Entre as medidas de minimização dos efeitos nocivos destas mudanças ao planeta, Sirkis defendeu que o Brasil contribua com o desenvolvimento dos chamados “biocombustíveis de segunda geração” (produzidos a partir do processamento de celulose e outras fibras vegetais da madeira) em substituição aos combustíveis fósseis (como a gasolina e o óleo diesel).

Conforme destacou Fernando Bezerra durante o Café com Política de hoje, a diversificação da matriz energética nacional e a ampliação da geração e oferta de “energias limpas” no Brasil é um dos três principais pilares de atuação da CMMC. No último dia 29 de outubro, durante audiência pública na Comissão – com a presença do ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga – o senador já defendia que o Brasil aumentasse para 25% a meta de participação das energias renováveis – especialmente, a eólica, solar e de biomassa e sem considerar a energia hidrelétrica – na matriz energética nacional, até 2030. Pela proposta que o governo brasileiro apresentará durante a Conferência da ONU, este percentual deverá chegar a 23%, no referido ano.

“O Brasil, pela liderança (nos temas ´meio ambiente´ e ´mudanças climáticas´) e o protagonismo que terá na COP-21, poderá se beneficiar de possíveis investimentos internacionais para financiar uma matriz energética mais limpa e uma política de preservação e conservação dos biomas”, ressaltou Bezerra Coelho.

Os outros dois principais pilares de atuação da CMMC, como detalhou o senador, é o enfrentamento à crise hídrica no país, com destaque para a Região Nordeste, e a revitalização das bacias hidrográficas. “Chegou a hora de trabalharmos para a geração de outros tipos de energia e preservarmos nossas águas para o consumo humano e a produção de alimentos”, defendeu Fernando Bezerra.