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A maré das ocupações vai se tornando um Tsunami para os governos


O deputado Edilson Silva (PSOL) esteve na escola e atuou para evitar qualquer tentativa dos policiais de retirar os alunos à força da escola. Foto: Divulgação
Durou 17 horas e quarenta minutos a tentativa do Governo do Estado de Pernambuco de tentar conter uma maré nacional: a ocupação de escolas, em todo o País, em protesto contra a PEC 55 (antiga 241) e às propostas de mudança no ensino médio.

A ação, que envolveu especialmente a Polícia Militar, tinha dois objetivos: não deixar que os jovens que tinham ocupado a Escola de Referência em Ensino Médio (EREM), Cândido Duarte, na noite de segunda-feira (7), saíssem dela. Quem saísse, não poderia mais entrar.

Cravada no elegante bairro de Apipucos, onde viveu o sociólogo Gilberto Freyre, a Cândido tem cerca de 400 alunos matriculados no ensino médio, que dificilmente passaram perto de casas grandes.

Quando amanheceu o dia, o objetivo do governo (e da PM) foi outro: não deixar que os jovens e instigados estudantes que estavam do lado de fora, cantando músicas de protesto contra o governo e prometendo resistir, entrassem na mesma escola, para engrossar as fileiras de quem estava dentro.

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