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Cuba decreta luto de 9 dias pela morte de sua maior liderança

Iolando Lourenço - Repórter da Agência Brasil

Fidel Castro morreu aos 90 anos Alejandro Ernesto/Lusa/Direitos Reservados


Cuba amanheceu este sábado (26) sob um clima de tristeza pela morte da maior liderança política do país e, talvez, um dos maiores líderes mundiais dos últimos anos, Fidel Castro.

A morte de Fidel foi anunciada na televisão estatal cubana pelo irmão dele, o presidente de Cuba, Raúl Castro, que decretou luto oficial de nove dias no país. Ainda hoje, a comissão organizadora dos funerais do líder cubano divulgará informações detalhadas sobre as homenagens póstumas ao fundador da revolução cubana.

Ao anunciar a morte de Fidel, Raul Castro afirmou: “Com profunda dor, compareço para informar ao nosso povo, aos amigos da América e do mundo, que hoje faleceu o comandante e chefe da revolução cubana Fidel Castro Ruz. Em cumprimento a vontade expressa do companheiro Fidel seu corpo será cremado. Até a vitória. Sempre”.

Fidel Castro é, ao mesmo tempo, adorado por muitos cubanos e também odiado por outros tantos que se exilaram principalmente nos Estados Unidos para fugir do regime socialista implantado durante a revolução cubana, liderada pelos irmãos Castro. Milhares de cubanos, que moram principalmente em Miami, nos Estados Unidos, saíram às ruas para celebrar a morte de Fidel.

Regime socialista começou em 1959

As histórias da revolução cubana e de Fidel Castro, que morreu aos 90 anos, misturam-se em Cuba. Em 1959, Fidel e um grupo de revolucionários - incluindo Raúl Castro, seu irmão, e Che Guevara - instauraram o regime socialista na ilha. Em 2008, por estar com o estado de saúde abalado, Fidel se afastou definitivamente da Presidência da República de Cuba, passando o cargo a seu irmão Raúl.

Mas, manteve-se no comando do Partido Comunista de Cuba. Além de prestar orientações ao governo do irmão, continuou sendo a maior liderança do país.

Oficialmente, não houve justificativas para o afastamento de Fidel do poder e sua substituição por Raúl. Mas informações não oficiais confirmavam que o estado de saúde do líder era frágil, agravado por um câncer no intestino.

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