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Restaurante e Bar Puxinanã se destaca pela cozinha regional

Charque à Maututa 
Localizado na Rua Mamede Simões, 204, esquina com a Rua da Saudade, ao lado do Parque Treze de Maio, próximo à Assembleia Legislativa, o restaurante e bar Puxinanã está sob nova administração. À frente do negócio, a empresária Rosa Maria, que está no ramo gastronômico há mais de vinte anos. O Puxinanã, que é conhecido por sua cozinha regional e ambiente aconchegante, vem investindo em um novo conceito, que une em sua cozinha a culinária regional, frutos do mar e massas (pizzas), sob o comando dos chefs Jardson Marques e Wando.
Dentre os pratos da casa, destacam-se a Charque à Matuta, carro-chefe do Puxinanã, Bacalhau ao Puxinanã, Charque à Brejeira e a famosa Torre de Camarão. Para o self-service, Rosa inova e coloca no cardápio da hora do almoço, salmão, peixada, camarão na cerveja e muitos outros. O preço do quilo custa R$ 45. O local também é para quem gosta de massas. As pizzas, por exemplo, fazem o maior sucesso entre a clientela.
A decoração da casa é regional, com obras de Severino Borges e cerâmicas desenhadas por ele. Na parte externa, um grande painel de Severino Borges feito exclusivamente para o Puxinanã chama a atenção de quem passa pelo local. O Puxinanã funciona diariamente, das 11h às 23h, exceto no Happy Hour das sextas-feiras, quando o horário se estende até às 4h. Mais informações pelo telefone (81) 3423-8015.

Serviço:
Restaurante e Bar Puxinanã
Endereço: Rua Mamede Simões, 204, Santo Amaro, Recife
Horário de funcionamento: Diariamente, das 11h às 23h
Informações: (81) 3423-8015

História do Puxinanã

No final da década de 90 e início do ano 2000, um empreendedor Cléber Augusto Frasão Filho, proprietário de uma casa histórica no centro do Recife, no bairro de Santo Amaro, tinha a ideia de transformar o imóvel em hotel. A casa de número 400 da saudosa Rua da Saudade, esquina com Rua Mamede Simões, 204, ladeada pelo Parque 13 de maio, era de uma família tradicional do Recife. Cléber comprou a casa, mas depois desistiu de fazer o hotel. Em 2000, percebeu que a rua necessitava de um restaurante, com isso ele fez a reforma do espaço e abriu um, ainda sem nome definido, mas como ele gostava muito do sertão pernambucano, começou a pesquisar e conversar com amigos. Como ele conhecia o artista popular Severino Borges, sobrinho de J. Borges, Cléber Augusto (hoje ex-proprietário do restaurante e apenas proprietário do imóvel), convidou-o para fazer uma pintura de xilogravura exclusiva na parede externa do restaurante, em 1998. E Severino escolheu como tema a poesia de Zé da Luz "As Flô de Puxinanã". Daí Cléber resolveu colocar o nome do restaurante de Puxinanã e também por conhecer várias amigos que moravam na cidade de Puxinanã, na Paraíba, reforçando ainda mais o motivo. Como ele queria trazer coisas do Sertão para o seu restaurante, pediu para Severino Borges expor além do painel, suas obras por todo o local, que após 15 anos mudaria de mãos. Em janeiro deste ano, a empresária do ramo de alimentação, Rosa Carvalho adquiriu o restaurante e todos os direitos do nomePuxinanã. Rosa tem mais de 20 anos de experiência na área e traz para o restaurante o seu potencial da cozinha regional, mantendo a tradição da casa e das obras de Borges. 

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