Curta o Paulista Atualizado no facebook e receba todas as nossas atualizações!

Compartilhar

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

Silvio cobra respostas do governo para problemas do estado

Silvio cobra respostas do governo do estado na Alepe. Foto: Roberto Soares.
O deputado Silvio Costa Filho (PTB), em nome da Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), cobrou nesta segunda-feira (1º) que o Governo do Estado apresente respostas para as pendências que ficaram do ano passado. Para o parlamentar, 2015 foi um ano em que as conquistas de Pernambuco começaram a ficar para traz.
Durante o pronunciamento, por ocasião do retorno aos trabalhos do Poder Legislativo, o parlamentar levantou alguns pontos para reflexão dos integrantes da Casa Joaquim Nabuco. O primeiro ponto destacado pelo deputado foi o Pacto pela Vida, que pelo segundo ano consecutivo não conseguiu êxito no combate à escalada da violência no Estado. “Fecharmos 2015 com 3.891 homicídios, o pior resultado desde 2009, mais de 13% a mais que em 2014. Só este ano, até o último dia 24, já foram registrados 273 assassinatos”, destacou.
Silvio também chamou a atenção para a atual crise no sistema prisional. “O ano de 2016 começou da mesma forma que o ano passado, em meio a uma crise no sistema prisional. Isso apesar de o Estado ter passado, em 2015, seis meses em estado de emergência no sistema prisional e de ter prometido resolver o imbróglio da PPP de Itaquitinga. Mas o que vemos, é que nada foi feito nesse último ano para mudar esse quadro”, reforçou. Além da PPP de Itaquitinga, a Oposição prometeu um olhar mais crítico, este ano, sobre a PPP do Saneamento, que não vem conseguindo cumprir seu cronograma, e a Arena Pernambuco.
Na Saúde, o deputado destacou a situação de colapso do sistema público de saúde, onde faltam desde materiais básicos, como gaze e esparadrapo, a medicamentos para o tratamento de câncer. “Pernambuco terminou 2015 devendo mais de R$ 200 milhões às organizações sociais que administram as UPAs e os novos hospitais, registrando fechamento de leitos e uma quadro desolador em vários hospitais da Região Metropolitana, Agreste e Sertão do Estado”, destacou.