Curta o Paulista Atualizado no facebook e receba todas as nossas atualizações!

Compartilhar

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

Aedes aegypti nas salas de aula em Olinda

Na manhã desta sexta-feira (19), estudantes de 6 a 11 anos da Escola Municipal Monsenhor Fabrício receberam atividades educativas para o combate ao mosquito Aedes aegypti. A ação foi o pontapé inicial em Olinda da mobilização nacional Zika Zero nas Escolas, do Ministério da Educação. Estiveram presentes o secretário de Educação, Esportes e Juventude, Luciano Moura; a secretária de Saúde, Tereza Miranda; além de pais de alunos, agentes de combate às endemias e técnicos da prefeitura.
 
“Estamos fazendo um trabalho educativo com todas as crianças para a prevenção e o combate ao Aedes aegypti. O importante para nós é que, através das atividades, essas crianças passam a ser capacitadas, passam a ser multiplicadores, e todos nós sabemos que uma criança consciente faz os pais e a comunidade também conscientes”, destacou Tereza Miranda.

Os estudantes tiveram acesso a uma palestra sobre o mosquito, além de material educativo que mostra as diversas fases de desenvolvimento do Aedes. “A gente precisa não deixar água parada em nenhum canto da casa. Só assim para o mosquito não ter vez”, nos disse Daniel Nascimento da Silva, de 7 anos, aluno do segundo ano da escola.As crianças também visitaram a Unidade Móvel de Monitoramento da Guarda Municipal de Olinda, um micro-ônibus que contém uma câmera filmadora em alta definição que se movimenta em 360 graus, o que permite detectar do alto de uma torre de 19 metros os focos de proliferação do mosquito.

O equipamento foi recebido através de um convênio com o Ministério da Justiça.
Após a palestra, 60 agentes de combate às endemias acompanharam os estudantes e rastrearam possíveis focos do mosquito na escola. Eles também distribuíram adesivos e panfletos com orientações de como se prevenir e também denunciar os focos do mosquito. “O trabalho tem que começar realmente das escolas. Com a conscientização das nossas crianças, são elas que vão reproduzir o conhecimento para os pais e a comunidade, e assim efetivamente a gente vai destruir o mosquito”, disse Tiago Silva, gestor da Escola Monsenhor Fabrício.