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Em breve tem mudanças no sistema público de saúde da Capital da Moda


Hoje pela manhã o vereador Ronaldo Pacas (PSDC) esteve reunido com o Secretário Municipal de Saúde, Breno Feitoza que compartilhou algumas novidades positivas para Santa Cruz do Capibaribe.
Uma ótima notícia foi a de que possivelmente a UPA 24h construídas em nossa cidade deve começar a funcionar já no mês de junho. A unidade de saúde receberá emenda de autoria do deputado estadual Diogo Moraes (PSB) no valor de R$300 mil para compra de equipamentos.

Com a inauguração da nova unidade de saúde os serviços de emergência pediátrica que ocorrem no Hospital Materno Infantil Silvio Romero Gonçalves, e de emergência adulta que acontecem no Hospital Municipal Raymundo Francelino Aragão, irão ser transferidos para a UPA 24h.

No Hospital Raymundo Francelino funcionará apenas o setor de obstetrícia que graças ao retorno das cirurgias cesarianas no local, a expansão da política de incentivo ao parto normal e a criação do Centro de Parto Normal em nossa cidade deixam a Capital da Moda em situação de destaque na região.

´´Oferecer um atendimento de qualidade e sem custo algum para as gestantes do município é uma preocupação constante de nosso governo`` disse o vereador Ronaldo Pacas.

Silvio cobra solução para débito do Estado com o Hospital Português


A crise no sistema de saúde de Pernambuco, que atinge a rede pública e também a rede conveniada, chegou à cardiologia do Hospital Português. No último dia 22 de fevereiro, os responsáveis por seis equipes médicas do setor de cardiologia do hospital enviaram uma carta ao secretário estadual de Saúde, Iran Costa, pedindo a regularização do débito de R$ 15,48 milhões que o Estado tem com a instituição.

Na carta, o grupo de médicos alega que o débito, acumulado ao longo do ano de 2015, se refere aos procedimentos de alta e média complexidade que deixaram de ser repassados pela Secretaria de Saúde, apesar de o Estado ter recebido um montante de R$ 1,48 bilhão do Fundo Nacional de Saúde, o que contradiz a justificativa do Governo de Pernambuco, de que a saúde do Estado está na atual situação de crise por falta de repasses da União.

A questão foi levada ao plenário da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) na sessão desta quarta-feira (2), pelo deputado Silvio Costa Filho (PTB), líder da Bancada de Oposição na Alepe, que leu a carta enviada pelo setor de cardiologia do hospital à Secretaria de Saúde. “Por causa dos atrasos, as equipes médicas estão sem receber desde março de 2015 e os atendimentos só não foram suspensos atendimentos por causa da intervenção do provedor do Real Hospital Português, Alberto Ferreira da Costa”, destacou Silvio.

Para o deputado Edilson Silva (Psol), é preciso que a Secretaria de Saúde preste contas de onde esse montante recebido do Fundo Nacional de Saúde. “Se um hospital desse porte suspender o atendimento aos pacientes do SUS, o prejuízo para a população pernambucana será enorme”, ponderou.

De acordo com Silvio Costa Filho, nesse caso, não há como dizer que esse atraso acontece por falta das verbas federais, porque nesse os recursos chegaram e foram bem superiores ao débito.  “Governar é elencar prioridades e a saúde da população precisa ser a primeira delas. Infelizmente, o Governo do Estado não vê dessa maneira, tendo em vista que ao mesmo tempo em que atrasa os recursos da saúde, já pagamos mais R$ 5 milhões para Arena Pernambuco e outros R$ 2 milhões para consultoria, só nos primeiros dois meses deste ano, sem contar os gastos excessivos em publicidade no ano passado, mas não regularizamos os débitos na saúde”, reforçou.

"Educação: senador Fernando Bezerra defende amadurecimento da Base Nacional Comum Curricular"‏


Brasília, 02/03/16 – O processo de formulação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) foi alvo de críticas do preside do Instituto Alfa e Beto (IAB), João Batista Araújo e Oliveira, durante audiência pública proposta pelo senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), na Comissão de Educação (CE) do Senado, nesta quarta-feira (2). Na avaliação do especialista em educação, falta legitimidade ao método adotado pelo Ministério da Educação (MEC). Oliveira também entende que o governo desconsiderou protocolos internacionalmente reconhecidos, “inclusive ao deixar de envolver, no processo, instituições e profissionais efetivamente habilitados para tratar do tema”.

“Se algo não houve em relação a esta proposta da Base Curricular foi debate, porque debate há quando você confronta ideias com as pessoas que as defendem. Porém, até hoje, não sabemos sequer quem são os autores dessas ideias”, observou o convidado à audiência pública, em referência ao documento divulgado pelo MEC. Com mais de 50 anos de vida dedicados à educação, João Batista é PhD em Pesquisa Educacional, foi secretário-executivo do Ministério da Educação (MEC) e lecionou em instituições como a Université de Bourgogne (França), a Stanford University (EUA) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

De acordo com o convidado, “quando se quer estabelecer programas curriculares, o primeiro passo é a revisão da literatura sobre o tema. Depois, conhecer as experiências de países que tiveram sucesso na revisão de currículos. E, em seguida, convocar especialistas nos diferentes aspectos envolvidos, entre outros profissionais que entendem de processos de aprendizagem e cognição e aqueles que aplicam os conteúdos em campo, como é o caso dos professores.
Para o senador Fernando Bezerra, é preciso aprofundar as discussões sobre a Base Nacional Comum Curricular. “As considerações do professor João Batista representam uma provocação à Comissão de Educação do Senado para que a gente possa se posicionar em relação a este tema, que é tão importante para o futuro da educação brasileira”, afirmou.
Esta foi a terceira audiência pública requerida por Fernando Bezerra Coelho para o amadurecimento da proposta do governo federal à BNCC. Ao final dos debates de hoje, o senador adiantou que apresentará novo requerimento, à Comissão de Educação, para a realização de outra audiência sobre o tema, reunindo, “frente a frente”, tanto críticos como defensores da linha de trabalho adotada pelo MEC.
BNCC – Apresentada de forma preliminar pelo governo, em setembro do ano passado, a BNCC vai unificar as bases dos ensinos infantil, fundamental e médio, definindo melhor o que o professor deve ensinar e o que o aluno deve aprender ao final de cada etapa escolar. Inserido no Plano Nacional de Educação (PNE), o documento prevê que todas as escolas públicas e particulares passarão a ter uma base nacional para elaborar seus currículos. O objetivo, segundo o MEC, é melhorar a qualidade do ensino em todo o país. (Com informações da Agência Senado e da Rádio Senado)

Orla do Paulista recebe mutirão de limpeza e outros serviços



Uma grande operação de limpeza concentra esforços e serviços por toda a orla do Paulista, que deixará a região das praias mais limpa e atrativa para moradores e turistas. A ação, que envolve 45 trabalhadores, atuou, na manhã desta quarta-feira (02.03), no bairro do Janga. A Prefeitura de Paulista, por meio da Secretaria de Serviços Públicos está realizando serviços de retirada de entulho, capinação, pintura de meio fio e podação de árvores.

A ação contemplará a região das praias nos bairros do Janga, Pau Amarelo e Maria Farinha. De acordo com o secretário Jaime Domingos, o mutirão acontece a cada três meses e a previsão é de que os serviços sejam concluídos em até oito dias. “Geralmente a gente conclui em oito dias, fazendo o trecho do calçadão a partir da ponte até o Bom Preço, depois a obra vai pela faixa de areia até o Pontal, em Maria Farinha”, explicou.
Equipe – O mutirão de limpeza conta com um efetivo de 35 homens na capinação, seis na podação de árvores e quatro nos serviços de pintura de meio fio. Para que a limpeza da orla seja permanente, a população também precisa contribuir, preservando a praia sempre limpa e evitando descartar lixo na areia e também nos canais.

Senado aprova substitutivo de Fernando Bezerra em benefício a Mariana e outros municípios atingidos por desastres ambientais

Brasília, 02/03/16 – A Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional (CEDN), que analisa os projetos da “Agenda Brasil”, aprovou na tarde desta terça-feira (2), por unanimidade, substitutivo do senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) ao Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 741/2015, que determina que, em situação de emergência ou estado de calamidade pública, as multas por infração ao meio ambiente serão totalmente revertidas para as regiões atingidas pelo respectivo desastre ambiental. De acordo com o substitutivo, o dinheiro das sanções aplicadas passa a ser destinado, diretamente e de forma célere, ao erário das cidades afetadas, como é o caso de Mariana (MG) e de outros municípios atingidos pelo rompimento da Barragem de Fundão. Os recursos deverão ser investidos na recuperação e reconstrução das áreas degradadas pelo desastre.
Na leitura do relatório ao PLS 741, de autoria do senador Antônio Anastasia (PSDB-MG), Fernando Bezerra elogiou a iniciativa do colega mineiro e ressaltou que “o projeto é uma resposta concreta do Senado à tragédia que abalou a região de Mariana”