Curta o Paulista Atualizado no facebook e receba todas as nossas atualizações!

Compartilhar

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

Nota Oficial Ministério do esporte

O ministro de Estado do Esporte, George Hilton, comunica à opinião pública sua discordância ao conteúdo do artigo assinado pelo advogado Marcos Pereira, presidente do Partido Republicano Brasileiro, na edição do jornal Folha de S.Paulo desta sexta-feira 11/3. 
Para o ministro, a opinião pessoal emitida no texto ignora dados importantes da realidade brasileira. 
 
Ignora, por exemplo, que, após mais de R$ 4 bilhões em investimentos feitos pela gestão da presidenta Dilma Rousseff, o Governo Federal criou uma Rede Nacional de Treinamento aclamada por todo o meio esportivo, com a qual a sociedade brasileira abarcará o esporte como parte inerente de sua educação, afastando os jovens das drogas e do crime e lhes oferecendo oportunidade de ascensão social, saúde e bem estar.
 
Ignora ainda que os programas sociais iniciados no Governo Lula e aprofundados na gestão Dilma retiraram milhões de brasileiros da miséria. Relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) sobre os Objetivos do Milênio mostra que o índice da população considerada extremamente pobre atingiu 3,5% em 2012.
 
Vinte e dois anos antes, tempo em que outros grupos políticos governaram o Brasil, esse índice de extrema pobreza era de 25,5%, segundo o Pnud.
 
Naquele mesmo ano de 2012, o Brasil cumpriu um dos objetivos do milênio e erradicou a fome do nosso território.
 
Ignora também que até 2002, em toda a sua história anterior, o Brasil havia construído e oferecia à população apenas 120 institutos federais de educação.
 
Desde então, outros 422 foram construídos. E cada vez mais jovens brasileiros tem acesso ao ensino profissionalizante de qualidade, inserindo-os no mercado de trabalho e oferecendo-lhes uma alternativa real de desenvolvimento – o que é refletido nas mais de nove milhões de matrículas do Programa Nacional de Ensino Técnico (Pronatec).
 
Ignora inexplicavelmente os dois anos de avanços proporcionados pelo programa Mais Médicos. Nesse período, o Governo Federal garantiu 18.240 médicos em 4.058 municípios (73% dos municípios brasileiros) e nos 34 distritos de saúde indígenas. Esses profissionais estão garantindo atendimento a 63 milhões de brasileiros que não contavam com atendimento médico e que agora encontram nas unidades de saúde próximas de suas casas.      
 
Ignora o fato de que o Governo mobilizou-se completamente, todos os ministérios e mais de 200 mil homens da Saúde e das Forças Armadas, para combater o mosquito transmissor da zika. Ou seja, faz tudo o que dele se espera e que está ao seu alcance no combate a esse mal que é mundial, não brasileiro.
 
O ministro George Hilton defende que na democracia temos o direito de divergir e não concordar com um modelo de gestão, mas temos o dever de reconhecer os avanços e contribuir com propostas que permitam a construção de soluções para o nosso País.

Depressão: Momento de agir


Num determinado dia ele acordou desanimado e percebeu que sua vida estava um caus. Ao refletir se deu conta que estava sofrendo pressão no trabalho mais do que normalmente vivenciava; está afastado dos amigos; abandonou os esportes e o pouco de lazer ficou comprometido com a crise que vive no casamento. Ficou na cama por trinta minutos, até sentir que precisava levantar. Mesmo sem ânimo se arrumou e alimentou-se, no entanto sabia que sofreria no final do dia ao retornar para casa, pois significava que sua vida não mudou e sentiria o peso do fracasso. Cumprimentou mecanicamente sua esposa e saiu para trabalhar sem compartilhar com ela suas reflexões e angústia. No trajeto ao trabalho sonhava com uma mudança mágica, sem esforço e se possível sem assumir responsabilidades. Mas não adianta, na maior parte dessas situações é como trocar o pneu do carro com ele andando, pois não é possível parar o mundo.

Essa reorganização da vida precisa ser feita no caos, levando em consideração todas as relações, tanto as ruins que lhe originam desânimo, como as boas que servem como alicerce para o processo de mudança. Este é o momento em que o equilíbrio emocional vai contar muito, pois a vida no “caos” produz emoções fortes e antagônicas que desalinham as relações. Essas emoções são alimentadas pela reflexão. Pensamentos positivos geram esperanças, criatividade e ações que constrói, por outro lado, pensamentos negativos geram medo, raiva, sentimento de perseguição, culpa e critica excessiva aos outros. Essa luta será ganha por quem ele alimentar mais. E aqui começa uma corrida contra o relógio, se ficar mais tempo nessa situação os vários aspectos o empurrarão para uma depressão, é necessário reagir antes que esse estado o paralise.

Uma forma eficaz desse rapaz agir é identificar quais dessas relações é a que lhe traz mais estabilidade e organiza-la primeiro, mesmo que não seja a mais importante. Sua primeira luta vai ser superar sua fragilidade, quanto mais próximo da depressão, mas frágil se sente. Fato que os amigos e familiares não entende, ou não sabem como lidar, com isso, em vez de ajudar acabam atrapalhando. No livro “Quem mexeu no meu Queijo” do Dr Spencer Johnson, tem uma

frase muito significativa para essas situações: “senão tivesse medo o que faria?”. Caso não consiga agir sozinho para superar tal estado procure ajuda profissional. Caro leitor, é bem provável que você não esteja passando por isso, mas talvez conheça alguém que está, ou mesmo não saiba que está passando, pois as pessoas tende esconder até entrar em depressão, faça sua parte, compartilhe esse texto, pode ajudar um amigo.

Psicólogo Flávio Melo Ribeiro CRP12/00449 A Viver – Atividades em Psicologia desenvolveu programas psicoterapêuticos que possibilitam ser trabalhados em grupos e individual. flavioviver@gmail.com (48) 9921-8811 (48) 3223-4386 Página no Facebook: Viver – Atividades em Psicologia