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Em Paulista, Junior Matuto entrega sexta Unidade de Saúde à população


"Hoje podemos andar por toda a cidade do Paulista de cabeça erguida, não para dizer que está tudo a mil maravilhas, até porque a dificuldade é grande, mas para dizer que não lembramos do povo só na época da eleição, mas reafirmamos nosso compromisso todos os dias.” Foi com esse discurso, reforçando cada vez mais o seu compromisso com a população, que o prefeito Junior Matuto inaugurou, na noite desta segunda-feira (21), a sexta Unidade de Saúde já entregue no município.

A estrutura, que está localizada no bairro de Arthur Lundgren I baixo, vai dispor de médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, dentista, auxiliar de saúde bucal, além de Agentes Comunitários de Saúde. O prédio, que vai contar com 14 ambientes, entre eles, salas para atendimentos odontológicos, curativos e vacinas, terá capacidade para atender cinco mil pacientes por mês, beneficiando assim cerca de 1.350 famílias. O investimento na obra gira em torno de 300 mil reais, sendo 60 mil investidos em equipamentos.

De acordo com a secretária de Saúde Fabiana Bernart, a unidade além de contar com equipamentos de última geração, está trazendo outras novidades para os moradores. “A partir de amanhã a população já vai poder fazer o cartão SUS aqui no posto. O público também vai poder contar com o atendimento odontológico, o que não tinha anteriormente. Tudo isso é, sem dúvida, um grande ganho para os moradores”, ressaltou.

“Meu coração está batendo forte, quase saindo pela boca.” Foi assim que a aposentada Maria das Neves, 67 anos, descreveu a emoção de ter uma Unidade de Saúde pertinho de casa. “A emoção é tanta que eu fico até sem palavras para agradecer. Agora acredito que o lugar vai funcionar e atender de verdade as necessidades dos moradores. Precisávamos de alguém que olhasse por nós e o prefeito provou que não estamos esquecidos”, completou.   

Quem também esteve no local para agradecer ao prefeito e compartilhar sua alegria foi a dona de casa Marli Pedro Ramos, 69 anos. “Eu só tenho um pedido a fazer. Continuem olhando pelos mais carentes e necessitados, pois nós dependemos de vocês. O que está sendo feito aqui hoje é um sonho. Há 10 anos eu dependo do serviço de saúde pública e nunca vi um posto tão lindo e aconchegante como este. Tenho certeza que os profissionais nos atenderão da melhor maneira possível”, disse.

 “Sabemos que o momento é delicado, principalmente para quem está no poder, pois a expectativa da população é muito grande. Mas, quero dizer a vocês, que cenas como a de hoje, que é a entrega desse posto, ainda vão se repetir muitas vezes. Essa obra não é apenas uma construção de concreto, mas sim a representação dos sonhos da população. E é desse modo que queremos continuar presenteando todos vocês”, finalizou o prefeito do Paulista, Junior Matuto. 

Agassiz Almeida: Para onde querem levar este país

Para onde querem levar este país? Lá no mundo mitológico Caos, deus da desordem, falou: Querem incendiar a nação e levá-la a uma ditadura imprevisível movida por um tresloucado maniqueísmo: eu sou Cristo e o meu adversário Lúcifer.
Ante este entrechoque, sobressalta-se o povo brasileiro.
Disto tudo, agravado por uma crise mundial e um furor político em que se acumpliciam a incompetência de uma gestão e a irresponsabilidade
Escritor Agassiz Almeida de uma oposição quixotesca sem um Projeto Brasil,

o país queda-se sem rumos.
Assiste-se a um teatrão. Shakespeare nele se perderia na criação de seus personagens, embaralhando Macbeth e Eduardo Cunha, Hamlet com Pesão.
Face a este cenário surrealista que caminho encontrar? Erige-se um semideus da moralidade, em torno de quem a justiça é o princípio e o fim; suas decisões despejadas do Olimpo, contra elas não existem apelações ou habeascorpus.
Como um impacto divulgatório deste autoritarismo adentra-se pelos lares de milhões de brasileiros, uma poderosa mídia televisiva e lança sobre a nação 24 horas de carga informativa com escândalos e tragédias.
Que dramalhão midiático! Expõe nomes e rostos de acusados à execração pública.
Repete por dias e meses orquestração massacrante, numa verdadeira trama novelesca de que um ex-presidente presenteou há 40 anos sua amante;
outro ex-presidente adquiriu um apartamento tríplex e sítio no interior de São Paulo. Por epílogo, espetaculariza decisões autoritárias do juiz da LavaJato.
Como membro do Ministério Público asseguro que o juiz coordenador da LavaJato atropela afrontosamente a legislação penal, confundindo crimes de enriquecimento ilícito e delitos eleitorais. A ação delituosa se tipifica pelos fins objetivados pelo agente do crime.
Olhemos a história. Lembrai-vos de 1954, 1961 e 1964. Na ditadura militar um major do exército, cheio de poder e prepotência, ordenava o comparecimento forçado do ex-presidente Juscelino Kubitschek a uma guarnição militar; meio século depois, um juiz de 1º grau comandando uma operação investigativa baseada em “delações premiadas” arrancadas de atemorizados prisioneiros, com tentáculos que alcançam até compras de barcos, fogões e presentes para crianças, determinou numa decisão rocambolesca a condução coercitiva do ex-presidente Lula para depor numa delegacia de polícia.
Que ópera-bufa se assiste, ontem como hoje!
Esta operação LavaJato me lembra a obra de Charlie Chaplin “O grande ditador”, na qual retrata a ira de um juiz que em meio a dezenas de acusados, lança as suas sentenças só contra um deles.
Esta interrogação perturba a nação: A corrupção para fins eleitorais só grassa no PT, nos outros partidos, não?
E nesta parafernália o país é sacudido por um ruído esquizofrênico vindo de São Paulo provocado por promotores de justiça, a se desandarem nesta excrescência, peticionam pela prisão do ex-presidente Lula.
Olhemos as lições que a história nos legou.
Cessem a volúpia encarniçada pelo poder, antes que um furacão arraste a nação a uma guerra fratricida.
Cessem de inflamar o povo brasileiro ao ódio, levando-o às ruas para o desaguar de paixões desenfreadas.
Do ódio e do fanatismo explodem as guerras civis.

Nota: Agassiz Almeida é escritor, ativista dos direitos humanos, deputado federal constituinte de 1988, promotor de justiça aposentado, autor de obras clássicas da literatura brasileira sobre o elitismo e o militarismo. É considerado pela crítica como um dos grandes ensaístas do país. (Dados colhidos no Google e na Wikipédia).
Obs.: Cristovam Buarque e Agassiz Almeida estão escrevendo este livro: “Por que o Brasil ainda não deu certo”.

ADVOGADO DO INTERIOR PAGA MENOS DE R$ 100,00 PARA SE HOSPEDAR NO RECIFE


A CAAPE - Caixa de Assistência dos Advogados de Pernambuco - acaba de assinar com o Vela Branca Praia Hotel um contrato que beneficia todos os associados da entidade. Os advogados que residem no interior do Estado, em viagem de negócios ao Recife, em breve, contarão com uma confortável estrutura de hospedagem auxiliada pela CAAPE. Com este convênio, os advogados regularmente inscritos e adimplentes com a OAB-PE podem se hospedar no Hotel que é localizado na Avenida Domingos Ferreira, 4395, em Boa Viagem, com valor de diária diferenciado e subsidiado, e ainda com direito a café da manhã. O Vela Branca Praia Hotel dispõe de 120 apartamentos com TV a cabo, frigobar, Wi-Fi grátis, dentre outras comodidades.
De segunda a sexta, a diária custa R$ 99,90 no apartamento individual; e R$ 129,90 no apartamento duplo. No final de semana os valores ficam por R$ 150,00 (quarto individual) e R$ 180,00 (quarto duplo). “Esta é mais uma de nossas ações, visando contemplar o advogado e a advogada do interior”, destacou o presidente da CAAPE, Bruno Baptista. “Elegemos como uma das prioridades de nossa gestão, a interiorização das ações da CAAPE. E trabalharemos incansavelmente para atingir esse objetivo”, ressaltou. Ainda de acordo com ele, o programa de hospedagem será lançado no início do mês de abril, em encontro que irá reunir, no Recife, os representantes da CAAPE junto às 25 Subseccionais da OAB em todo o Estado. “Nossos representantes têm a importante missão de auxiliar nas ações da CAAPE no interior”, concluiu o presidente Bruno Baptista.

Jovens com Down e chefs preparam pratos em evento


Alunos do Circo Social e familiares vão elaborar pratos, junto aos profissionais, para participar de concurso na UNINASSAU
Adolescentes e jovens do Circo Social UNINASSAU estão recebendo homenagem diferenciada para marcar o Dia Internacional da Síndrome de Down: um evento gastronômico. A atividade está dividida entre um curso de técnicas de cozinha com a professora Fábia Gurgel, realizado nesta segunda (21), e um concurso, incluindo a participação dos chefs Diego Cesar Souza, Eduardo Gazal e Marie França, a ser promovido na terça-feira (22).
As comemorações são sempre em 21/3 por esta expressão também aludir à alteração genética (trissomia) no cromossomo 21. Sérgio Murilo Junior, coordenador-executivo do Instituto Ser Educacional, que organiza o Circo Social junto à UNINASSAU e outras instituições, lembra ainda que “esta data tem como objetivo mostrar a importância da luta das pessoas com Síndrome de Down e de pais e mães, amigos e parentes, para que tenham direitos iguais. A data também lembra a necessidade de inclusão destas pessoas na sociedade, respeitando as diferenças”.
Analista de projetos do Instituto, Mônica Dornelas conta como ocorrerá o evento: “serão 64 participantes: 32 pessoas, sendo a maioria com Síndrome de Down, e 32 mães, participantes do Circo Social UNINASSAU. Eles serão divididos em grupos e auxiliados por um chef na elaboração de um prato. Estes serão pensados na hora do evento, a partir da distribuição de ‘caixas-pretas’ contendo insumos iguais para todos”.
Ao fim do último dia, será servido um jantar para os participantes e os convidados.
Chefs - Diego Cesar Souza é consultor gastronômico formado pela UNINASSAU; trabalha atualmente para grandes marcas. Eduardo Gazal, pós-graduado em Gastronomia Brasileira, é colunista e professor da área, além de consultor. Marie França é gastróloga especialista em banquetes e presta consultoria envolvendo cortes de carne para o Nordeste.
O projeto - O Circo Social é aplicado desde 2014 atendendo a adolescentes e jovens com Síndrome de Down e deficiência intelectual. Neste mês, o Ministério da Cultura autorizou o projeto a captar recursos para ampliar as ações, pela Lei Rouanet. Há o objetivo de ampliar para 60 o número de vagas e organizar mais atividades relacionadas à temática circense. Igualmente são previstas ações para 60 representantes das famílias. As especificidades deste plano podem ser lidas neste endereço <