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Senador Fernando Bezerra vai ao ministro da Saúde pedir ajuda para Imip e Hospital Dom Malan


Brasília, 06/04/16 – O senador Fernando Bezerra (PSB-PE) – acompanhado de Gilliat Falbo, presidente do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip), que administra o Hospital Dom Malan, em Petrolina (PE) – tiveram audiência com o ministro da Saúde, Marcelo Castro, para pedir ajuda financeira ao instituto. “Que, a exemplo do país, enfrenta uma severa crise econômica”, alerta o senador.

A audiência ocorreu no final da tarde desta terça-feira (5). Além do aporte orçamentário para que que o Imip seja classificado como “100% SUS”, a pauta de demandas ao ministro também incluiu a concessão do certificado de acreditação do instituto como Centro de Reabilitação. Na audiência, Gilliat Falbo observou à Marcelo Castro que o Dom Malan é a principal unidade de saúde do Sertão do São Francisco e, atualmente, referência nacional no tratamento dos efeitos da microcefalia.

O hospital também realiza, pelo Sistema Único de Saúde, cirurgias de média e alta complexidade, atendimento ambulatorial, assistência médico-social e atividades de ensino, pesquisa e extensão comunitária. O ministro Marcelo Castro solicitou ao secretário nacional de Atenção à Saúde, Alberto Beltrame, que sejam feitos os cálculos sobre o valor do aporte financeiro que o governo federal poderá garantir ao Imip.

A triste doença de Parkinson

11 de abril é o Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson
O mal de Parkinson é uma doença neurológica que causa tremor, rigidez, lentidão dos movimentos e alteração do equilíbrio. De acordo com o neurocirurgião Ronaldo Menezes, do Hospital Jayme da Fonte, o Parkinson é uma doença neurológica que acontece quando há a degeneração de neurônios que contém dopamina (substância química responsável por transmitir mensagens entre as células nervosas e realizar os movimentos). A doença se desenvolve, geralmente, entre os 55 e 65 anos de idade, mas também pode ocorrer em adultos jovens.

Sem tratamento, o mal de Parkinson se agrava com o tempo. O neurocirurgião explica que ainda não existe cura para a doença, mas é possível controlar os sintomas com devido o tratamento. “O tratamento é variável de acordo com o paciente e pode ser feito com medicamentos que aumentam os níveis de dopamina no cérebro; fisioterapia; fonoaudiologia; terapia ocupacional; apoio psicológico ou até mesmo com intervenção cirúrgica”, afirma Dr. Ronaldo.

O paciente deve incluir em sua rotina a prática de atividades físicas que trabalhem a resistência, a flexibilidade e o equilíbrio. Incluir exercícios cardiorespiratórios também é indicado, além de seguir uma dieta equilibrada e saudável. A cirurgia é uma opção para pacientes que apresentam um quadro não responsivo ao tratamento medicamentoso. “Existem dois tipos de cirurgia: cirurgias ablativas (Palidotomia), que consiste em fazer uma pequena lesão cerebral, minimamente invasiva, que alivia os sintomas da doença; e a estimulação cerebral profunda (DBS), um procedimento que introduz eletrodos que emitem sinais elétricos para a região cerebral responsável pelo controle dos sintomas motores e fica acoplado a um gerador de pulsos implantado sob a pele, tal como um marcapasso cardíaco" explica o neurocirurgião.

Os sintomas da doença de Parkinson são suaves no início e incluem movimentos diminuídos, posição inclinada, tremores nos membros em repouso ou ao erguer braço e perna, dificuldade para começar ou continuar um movimento, tremores que desaparecem durante o movimento, falta de equilíbrio, dores musculares, entre outros que se agravam sem o tratamento. É importante procurar o médico ao perceber os primeiros sinais da doença. O Ministério da Saúde disponibiliza, através do SUS (Sistema Único de Saúde), os medicamentos necessários e, eventualmente, o tratamento cirúrgico, para o tratamento da Doença de Parkinson.

Clima: aprovado Plano de Trabalho do senador Fernando Bezerra, que prevê audiência com ministra do Meio Ambiente


Brasília, 06/04/15 – A Comissão Mista sobre Mudanças Climáticas (CMMC) do Congresso Nacional aprovou, nesta quarta-feira (6), o Plano de Trabalho apresentado pelo relator da comissão, senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), e que norteará a atuação da CMMC este ano. Uma das ações planejadas é a realização de audiência pública com a participação da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, sobre a implementação da proposta brasileira apresentada durante a 21ª Conferência das Nações Unidas sobre o Clima (COP-21) – a Contribuição Nacionalmente Determinada (iNDC/Brasil).

“Queremos acompanhar a execução das políticas públicas previstas na iNDC”, afirmou Fernando Bezerra. “O Brasil foi protagonista na COP-21, comprometeu-se em colaborar com o acordo global firmado em Paris e esta atuação brasileira de destaque deverá se repetir em todas as conferências da ONU sobre mudanças climáticas”, ressaltou. Ano passado, o senador presidiu a CMMC e representou o Congresso Nacional brasileiro na conferência da ONU, realizada na capital francesa, entre os meses de novembro e dezembro. O 22º encontro das Nações Unidas (COP-22) sobre clima será realizado, no final deste ano, em Marrakesh, no Marrocos.