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Cultura e regionalidade marcam concerto da Banda Sinfônica do Paulista


A noite desta quinta-feira (28.04) foi repleta de animação e música boa para quem compareceu ao Cine Teatro Paulo Freire, Centro da cidade. A Banda Sinfônica do Paulista, regida pelo Maestro Leonildo Araújo, contagiou o público com uma apresentação em homenagem a compositores pernambucanos. No repertório, músicas de arranjadores nordestinos, dentre eles: Maestro Duda, Dimas Sedícias e Edson Rodrigues empolgaram quem estava presente.

Durante a apresentação, a banda que é composta por 34 componentes, tocou canções como: Estou Voltando a Flores, Carinhoso e a famosa música que é tema do filme “Missão Impossível”, composta pelo compositor pernambucano, Moacir Santos. “Nosso maior intuito, através dessas apresentações, é levar o nosso espetáculo ao público. Queremos que eles conheçam e aprendam mais sobre a música orquestrada”, disse o maestro.  

A professora Sandra Campos, 45 anos, também esteve no evento e confessou que não perde uma apresentação. “Essa iniciativa é maravilhosa para o município, pois traz cultura para a população. Quero parabenizar o prefeito do Paulista por essa ação. É muito importante que as pessoas sejam incentivadas a prestigiarem um show maravilhoso como esse”, finalizou.    

A temporada de concertos é gratuita e segue durante todo o ano. As apresentações, que serão realizadas sempre nas últimas quintas-feiras do mês, terão sempre um tema musical diferente. A ideia da iniciativa é levar música boa ao público, além de fazê-los viajar para outro mundo, através dos temas apresentados em cada show.

Cantando vitória: às vésperas das Olimpíadas, nova/sb reúne vencedores do rap e do esporte em nova campanha da Caixa

Para falar de histórias de luta, esforço e sucesso como a dos atletas, a ideia foi convidar os maiores rappers nacionais: a começar por Edi Rock, do Racionais MC’s. A missão da nova/sb foi mostrar como a Caixa incentiva o esporte brasileiro há décadas.


A agência nova/sb veio mostrar que “a Caixa é a maior apoiadora do esporte do Brasil porque apoia as conquistas dos brasileiros” em sua campanha que entra no ar no fim deste mês de abril. Para falar da rotina de desafios, força e superação dos atletas, o escolhido foi o rapper Edi Rock, especialista em transformar histórias de luta em versos. Nome de peso do rap nacional e membro do grupo Racionais MC’s, Rock é quem lança a campanha e o projeto Sons da Conquista.
Com uma plataforma completa de comunicação, a campanha, idealizada e produzida pela nova/sb, é composta por três fases e encabeçada pelo álbum “Sons da Conquista”, que terá, ao todo, 7 faixas e a participação de outros artistas da cena do rap e hip hop. Todas as músicas contarão com videoclipes, que serão exibidos na TV e distribuídos na Internet por meio do site e serviços de streaming, como o Spotify e o YouTube.  
 

“O rap e o esporte têm tudo a ver. O rap vem da força. Da força de vencer, da força de viver. A gente sempre falou de esperança, de perseverança, de luta, de superar obstáculos e de transformação”, comenta Edi Rock sobre sua participação.
No site www.caixa.gov.br/conquistas será possível assistir a versões completas dos videoclipes, baixar as músicas e ter acesso a making of’s, entre outros materiais exclusivos.
A produção das músicas, a cargo da produtora de áudio Sonido, conta com a participação de Nave Beats, produtor de prestígio entre os mais importantes nomes do hip hop nacional, responsável por inúmeros hits e indicado ao Grammy Latino.  
Nas ruas, muros grafitados pelo artista Valdi Valdi trarão imagens de alguns dos atletas patrocinados pela CAIXA. O primeiro deles já está em produção na praia de Botafogo, Rio de Janeiro.


Ficha Técnica: 
Agência: nova/sb
Direção-Geral: Cristina Gutemberg
Direção de Criação: Antonio Batista / Thomaz Munster
Redação: Duda Salles / Filipe Fontes / Evelinne Portilho
Direção de Arte: Humberto Cunha / Sávio Marques / Mateus Bassan /
Vinícius Ervilha
Planejamento: Ricardo Bauab
Estratégia Digital: Soraya Coelho
Gerência de Projetos: Nathália Brito
Atendimento: Thelma Bassit / Fernanda Melo / Jéssica Lima / Juliana
Vasconcelos / Lorena André
Direção de Produção: Johnatan Lastri
Produção Gráfica: Ticiana Rocha
RTV: Sayuri Dias / Marco Ettore
Mídia: Estanley Cunha / Dalva Ferreira / Camila Rodrigues / Artur Barros
Produtora de Áudio: Sonido
Produtora de Vídeo: Bossa Nova Filmes
Produtora de Animação:  Piloto
Fotografia: Arte Luz
Aprovação cliente CAIXA:  Ana Cristina Cunha / Adriana Probst / Tatisa
Fabris / Luiz Henrique Lima

Fernando Bezerra defende que Congresso defina melhor quais atos podem ser praticados por um presidente ameaçado de impeachment

Brasília, 28/04/16 – Preocupado com a gestão e os rumos do país durante o período do processo de impeachment que vai do acatamento do pedido pela Câmara dos Deputados até o julgamento, pelo Senado, do afastamento do chefe do Executivo, o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) sugeriu ao Plenário da Casa, na tarde desta quinta-feira (28), que procedimentos relativos ao impeachment sejam aperfeiçoados no Brasil. “Para se evitar que a administração que porventura estiver saindo contamine a que estiver chegando”, alertou Fernando Bezerra.

A proposta do senador foi motivada também pelo noticiário recente. De acordo com a imprensa, o governo federal estaria antecipando medidas e o lançamento de programas em virtude da possibilidade de afastamento da presidente Dilma Rousseff. Na avaliação de Bezerra Coelho, é preciso que o parlamento discuta quais atos podem ou não ser praticados por um presidente ameaçado de impedimento. “Ações atropeladas correm o risco de serem interrompidas ou dificultarem um eventual novo governo, resultando em sérios prejuízos à população, ao país”, observou.

Na análise feita hoje ao Plenário, o senador lembrou que o processo de afastamento do presidente Collor de Mello da Presidência da República, em 1992, durou aproximadamente 48 horas. E que o atual processo contra Dilma Rousseff levará, só no Senado, cerca de três semanas. “Esta situação é delicada e pode resultar em reflexos negativos para o país”, ressaltou o socialista pernambucano.

Fernando Bezerra lembrou, ainda, que a diferença de tempo de tramitação dos dois processos de afastamento deve-se, principalmente, ao atual ambiente político e à preocupação de se garantir maior segurança jurídica às etapas do impeachment. “A conjuntura econômica nos dois momentos (1992 e este ano) é bastante parecida”, disse. “Porém, em 1992, havia uma unidade política ainda maior pela aprovação do impedimento”, completou o senador.

Fernando Bezerra Coelho participa, neste momento, do terceiro dia de reuniões da Comissão Especial do Impeachment no Senado. Hoje, a comissão ouve dois dos três autores do pedido de impedimento da presidente Dilma Rousseff: os juristas Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal. Pelo Partido Socialista Brasileiro, são membros titulares da comissão especial os senadores Fernando Bezerra e Romário (RJ).