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Paulista recebe Empresa Arla que vai gerar mais emprego e renda para o município


Graças à política de atração de investimentos para o município, mais um empreendimento chegou a Paulista nesta sexta-feira (29.04). Foi inaugurada nesta manhã, em Paratibe, a empresa Arla Brasil. A marca, que faz parte do Grupo Dislub Equador, funcionará realizando a produção de Arla 32 – um reagente usado em caminhões para reduzir em 98% as emissões de NOx (número de oxidação). A iniciativa foi possível graças ao esforço da gestão municipal, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico da cidade.  

A inauguração oficial contou com a participação do prefeito Junior Matuto e do vice- prefeito Jorge Carreiro. Também compareceram ao evento diretores do Grupo Dislub Equador. Na ocasião Matuto ressaltou que a chegada da fábrica irá ampliar a geração de renda e empregos no município.

“Fui pessoalmente falar com o governador, para garantir que a fábrica não saísse de Paulista, pois, sabemos a importância dela para o município. Estamos fazendo gestos como esse, que vão ajudar o povo da nossa cidade. A exemplo do shopping que gerou 2,5 mil empregos, sendo mais de 90% moradores do município e o Mirabilândia, que está vindo para Paulista, e que também deverá empregar muita gente daqui”, frisou.

Esta é a primeira de quatro fábricas que entram em operação até setembro no Brasil. Além de Paulista, na RMR, a marca estará presente em Porto Velho (RO), Manaus (AM) e Belém (PA). Em operação desde o final de fevereiro, a fábrica pernambucana já ultrapassou a produção e vendas de mais de 1 milhão de litros de Arla 32, um reagente sustentável, não poluente, abastecido em tanque próprio na proporção de 5 para cada 100 litros de Diesel. 


Sobre o produto - O produto é comercializado a granel, na quantidade desejada pelo cliente, com a vantagem de não ser nocivo. Não é inflamável, é de fácil limpeza e abastecimento e não oferece nenhum risco. Imprescindível para caminhões – especialmente para adequação às normas do IBAMA e do CONAMA em vigor desde 2012 (que obriga o uso do produto em veículos a diesel) – o Arla 32 também pode, e deve, ser usado em ônibus, máquinas agrícolas, geradores de energia, termelétricas e transporte fluvial. Para a produção do reagente foram investidos R$ 15 milhões.

Silvio denuncia abandono do Bidu Krause


O deputado Silvio Costa Filho (PRB), realizou uma visita surpresa hoje ao Centro Social Bidu Krause, no bairro do Totó, abandonado pela administração da Prefeitura do Recife. Segundo relatos da comunidade, o equipamento, que já foi referência na área de esportes, lazer e assistência social; vem funcionando precariamente, por causa da falta de investimentos da gestão Geraldo Júlio.

No local - que hoje abriga posto de saúde, junta militar, centro de assistência social, creche, escola profissionalizante e unidade tecnológica – os serviços vêm funcionando precariamente, sobretudo no período da noite, por causa da falta de iluminação. “A última intervenção nesse espaço foi feita há mais de dez anos. A atual gestão investiu R$ 14,2 milhões em um único Compaz, mas se nega a fazer a manutenção de um equipamento como o Bidu Krause, bastante importante para toda a RPA 5”, avaliou Silvio.

Um exemplo das dificuldades enfrentas pela população, a dona de casa Ingrid Araújo relata a completa desassistência à comunidade, que além da reforma do Bidu Krause, cobra melhores serviços. “Cheguei aqui às 6 horas da manhã. Já são mais de 11h e ainda estou esperando para marcar uma consulta pediátrica para meu filho. Se tiver sorte consigo para quinta ou sexta-feira. Se não, só na semana que vem”, relatou.

Segundo o líder comunitário Ednaldo Rogaciano, à noite o espaço é proibido para a população. “Sem iluminação, falta segurança para as atividades noturnas. A regularização depende de uma subestação, mas a Prefeitura alega falta de recursos”, contou.
Mesmo reconhecendo que o Compaz, inspirado nas experiências de Bogotá, é um equipamento importante, Silvio destaca que recuperar o Bidu Krause teria um custo de apenas um terço de uma dessa unidades. Segundo relatos da comunidade, falta disposição da Prefeitura para solucionar o problema. “Na área esportiva, recuperar a iluminação do campo de futebol custaria R$ 300 mil, mas a mesma prefeitura que investe milhões no Compaz diz não dispor de R$ 300 mil para cá”, comparou o deputado. Além do campo sem iluminação, as piscinas estão abandonadas e a pista de cooper sem manutenção.

“Em momentos de restrição orçamentária, mais importante que inaugurar obras para aparecer na TV e no guia é cuidar dos equipamentos já existentes, para que eles continuem servindo à população. Gerir uma cidade é fazer escolhas, e nesse caso parece mais efetivo recuperar o Bidu Krause, e usar os recursos remanescentes para reforçar o atendimento à população, do que construir um novo Compaz”, pondera o deputado.

COMPLEXO DO CURADO
Depois da visita ao Bidu Krause, o deputado Silvio Costa Filho participou de reunião com os moradores do entorno do Complexo Prisional do Curado, junto com o deputado Edilson Silva (Psol) e com a vereadora Marília Arraes. Os parlamentares propuseram a criação de uma frente em defesa da comunidade e avaliaram algumas propostas para evitar a desapropriação das 52 casas anunciada pelo Governo do Estado.

“Uma alternativa que vamos levar ao Governo é o recuo da muralha do presídio. Pelas imagens do complexo, há espaço para que se faça a área de segurança recuando o muro, que segundo explicou o secretário Pedro Eurico, é de tijolo singelo, sendo mais fácil de ser deslocado”, destacou Silvio.

Creme vegetal: Você sabe o que é? Confira mitos e verdades!

Variar a alimentação é muito importante e benéfico para o corpo e a saúde. Entretanto, há quem confunda quais nutrientes devem ser consumidos para obter uma refeição saudável. A gordura “boa”, por exemplo, é aconselhada numa dieta equilibrada, principalmente para manter a saúde cardiovascular em bom estado.
O creme vegetal contém gorduras “boas” que podem ser grandes aliadas do organismo e da saúde do coração. É feito à base de óleos vegetais e contém gorduras poli-insaturadas, que não são produzidas pelo nosso corpo e podem colaborar na redução da formação da aterosclerose.
Alguns cremes vegetais, por sua vez, também contêm fitoesteróis, compostos vegetais que auxiliam na redução da absorção do colesterol. Estes estão presentes naturalmente, em pequenas quantidades, em alimentos de origem vegetal como frutas, verduras e óleos vegetais.
Conversamos com Lara Natacci, nutricionista da DietNet, que falou um pouco mais sobre as principais características desse alimento. Confira os mitos e verdades sobre o creme vegetal, a seguir:
1. Creme vegetal contém lactose
Mito. O creme vegetal não possui lactose, por ser derivado de óleos vegetais. No entanto, é necessário se atentar aos sabores Manteiga, pois estas variações podem conter leite e/ ou derivados de leite em sua composição, e consequentemente, conter lactose.
2. Creme vegetal pode ser utilizado em diversas receitas:
Verdade. O creme vegetal é versátil e pode ser utilizado na preparação de lanches, saladas e pode ser passado no pão e na torrada.
3. Creme vegetal contém gordura trans:
Mito. O creme vegetal não contém gordura parcialmente hidrogenada, chamada de gordura trans. Sua composição é formada, em sua maior parte, por ácidos graxos insaturados, as chamadas “gorduras boas”. A OMS – Organização Mundial da Saúde recomenda que 15% a 30% do valor energético de uma dieta seja composto de gorduras, destas sendo preferencialmente as mono e poliinsaturadas.
4. Creme vegetal contém gorduras “boas” que fazem bem ao coração:
Verdade. As gorduras insaturadas contribuem para a saúde cardiovascular e a manutenção de níveis adequados de colesterol sanguíneo, quando aliadas a hábitos de vida saudáveis e à prática de atividade física.
VOCÊ SABIA?Creme vegetal não é uma margarinaEnquanto a margarina possui, obrigatoriamente, leite em sua composição, o creme vegetal é um produto a base de óleos vegetais! As bases dos produtos são diferentes.

Governo da Austrália abre oportunidades para brasileiros estudarem com bolsa em algumas das melhores universidades do mundo

São oportunidades em todas as áreas de conhecimento e não há limite de idade


Estão abertas, até 30 de junho de 2016, as inscrições para o programa Endeavour Scholarships & Fellowships do governo australiano. Anualmente, o programa oferece bolsas integrais a candidatos do mundo todo, em qualquer área de conhecimento e de qualquer idade. De acordo com o Departamento de Educação e Formação Profissional da Austrália, para participar da edição 2017 do Endeavour é necessário, entre outros requisitos, ter concluído um curso de graduação completo (salvo categoria Executive Fellowship), apresentar certificado de proficiência em língua inglesa e carta de aceite de uma universidade ou instituição australiana.

“Com instituições de ensino de renome global e excelente padrão de qualidade de vida, quem tem planos de fazer um intercâmbio ou quer estudar fora encontra na Austrália um dos melhores ambientes mundiais para realizar esse sonho”, afirma Niclas Jonsson, Conselheiro de Ciência e Educação da Embaixada da Austrália no Brasil.

Além das credenciais acadêmicas (sete das 100 melhores universidades do mundo são australianas), o clima quente, a paixão por esporte e a diversidade cultural são pontos-chave de atração australianos, com os quais os estudantes brasileiros se identificam.

               

Cursos disponíveis

Pelo programa, são quatro as categorias de bolsas:

Postgraduate Scholarship – para estudos completos de especialização ou mestrado de até dois anos (Master by coursework ou Master by research, respectivamente), ou de doutorado de até quatro anos;
Research Fellowship – para pesquisa de curto prazo (quatro a seis meses) de pós-doc ou dentro de um programa de mestrado ou doutorado iniciado no país de origem;
Vocational Education and Training (VET) Scholarship –para desenvolvimento de habilidades ocupacionais ou relacionadas ao trabalho em cursos técnicos de até dois anos e meio; 
Executive Fellowship – para profissionais em níveis