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TIM faz diferente e dá ligação grátis no Dia das Mães

Em linha com o novo posicionamento da marca – que reforça o conceito #FazerDiferente – a TIM vai ajudar seus clientes neste Dia das Mães e, por isso, não irá cobrar pela primeira ligação feita no domingo (08).

"Evoluir é fazer diferente, essa é a nova assinatura da TIM. Queremos mostrar que, mais do que uma assinatura, se trata de uma nova atitude. Isso significa ir além da comunicação e mostrar de forma concreta o que é fazer diferente. Tivemos essa postura em relação ao bloqueio dos planos de internet fixa e, recentemente, com a liberação do SMS gratuito durante o bloqueio do WhatsApp. Essa promoção no Dia das Mães é mais um exemplo", diz Rogerio Takayanagi, diretor de Marketing da TIM Brasil.


Como funcionará:

Para que os consumidores possam falar com suas mães sem se preocupar, a primeira ligação do dia não será cobrada. A promoção é válida neste domingo (8), das 00h01 às 23h59, para chamadas de TIM para TIM local e longa distância (com uso do código 41) em todo Brasil, incluindo os planos Pré, Pós e Controle.

Clientes que possuem planos com pacote de voz não terão os minutos da primeira ligação descontados, independentemente da duração da chamada. Já aqueles que mantém planos com pacote de ligações com cobrança por dia – como TIM beta e Infinity Pré – não serão tarifados pela primeira chamada. Dessa forma, se o cliente não fizer mais nenhuma ligação no domingo, o pacote diário não será cobrado. No caso dos planos pré-pagos, só podem participar da promoção aqueles com saldo ativo (qualquer valor).

Por meio do site  http://www.tim.com.br/mg/para-voce/atendimento/perguntas-frequentes/dia-das-maes, a TIM esclarece todas as dúvidas e dá mais detalhes da oferta especial. Os clientes também serão comunicados pelas redes sociais da operadora.

Fernando Bezerra vota favorável à admissibilidade do impeachment “acreditando em novos e melhores rumos para o Brasil”


Brasília, 06/05/16 – Ao enfatizar que “robustos indícios de prática delituosa” enquadram a viabilidade do impeachment, o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) votou, nesta sexta-feira (6), pela admissibilidade do impedimento da presidente Dilma Rousseff. “Acreditando em novos e melhores rumos para o Brasil”, Fernando Bezerra, na condição de líder do Partido Socialista Brasileiro durante a nona reunião da Comissão Especial do Impeachment (CEI) no Senado, encaminhou voto favorável à continuidade do processo na Casa. “Após a análise dos argumentos contidos na denúncia e opostos pela defesa, é inevitável a conclusão de que os indícios do cometimento dos crimes de responsabilidade, de fato, existem”, afirmou o parlamentar.
Por 15 votos favoráveis e cinco contrários à admissibilidade, a CEI decidiu que a votação desta fase do processo de impeachment seguirá para votação no Plenário do Senado, o que está agendado para ocorrer na próxima quarta-feira (11). Na reunião de hoje da comissão especial, Bezerra Coelho lembrou toda a trajetória do Partido Socialista Brasileiro na relação com o governo federal desde as primeiras campanhas e eleições de candidatos do PT à Presidência da República. “Como não encontramos, no governo, qualquer receptividade às nossas ponderações e alertas, o PSB se mobilizou para colocar-se como alternativa ao Brasil, para romper a polarização PT-PSDB”, destacou.
Apesar das dificuldades de diálogo com o Executivo federal – o que, na avaliação do socialista pernambucano, “foi justamente isso que faltou ao governo nos últimos 16 meses deste mandato” – e da perda do líder Eduardo Campos, o PSB não se afastou dos compromissos históricos e programáticos. “Não fraquejamos, não desistimos do Brasil”, afirmou.
Como ressaltou Fernando Bezerra, “o governo se isolou” e perdeu apoios políticos, credibilidade e autoridade. “Na economia, os números falam por si, mostrando que nossas críticas jamais foram fruto de pessimismo ou desinformação”, disse. Na avaliação do senador, o avanço do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff pode contribuir para a superação do atual impasse político. “E tentar recolocar o país em um caminho que torne possível enfrentar o cenário de crise política, ética e econômica”, concluiu.
Confira a íntegra da fala de encaminhamento do voto de Fernando Bezerra Coelho na Comissão Especial do Impeachment no Senado:

“Senhor Presidente,
Senhoras Senadoras e Senhores Senadores,
Ao longo destas duas semanas de trabalho nesta comissão, nós, do PSB, aqui representado por mim, pelo Senador Romário, pelo Senador Roberto Rocha, pelo Senador João Capiberibe e também pela presença assídua da Senadora Lúcia Vânia, ouvimos e analisamos com bastante prudência os argumentos dos denunciantes e da defesa.

Buscamos pautar nossa atuação nesta Comissão não apenas como participantes do debate político.

Antes disso, procuramos estudar e fazer uma compreensão técnica – jurídica – dos fundamentos do processo de impeachment e do enquadramento das condutas imputadas à Excelentíssima Senhora Presidente da República entre as hipóteses de crime de responsabilidade previstas na Constituição e na lei.

Nesta hora, é preciso ter coerência e sermos fiéis à nossa história para que possamos honrar o voto daqueles que têm confiado no projeto que o Partido Socialista Brasileiro defende para o país.

Desde as primeiras eleições diretas após a redemocratização, em 1989, o PSB atuou na Frente Brasil Popular, apoiando a candidatura do ex-Presidente Lula. E assim o fizemos nas eleições que se seguiram.

Nas eleições presidenciais de 2002, optamos por lançar candidatura própria, mas, no segundo turno, firmamos posição ao lado da coligação que possibilitou a eleição do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Estivemos presentes na Administração do Ex-Presidente com Roberto Amaral, com Eduardo Campos e com Sérgio Rezende.

Nas eleições de 2010, abdicamos de candidatura própria para dar continuidade ao projeto que possibilitou avanços para o Brasil, para o Nordeste e, especialmente, para o meu Estado de Pernambuco.

Com a eleição da Presidente Dilma, tive a honra de participar da administração federal como Ministro da Integração Nacional.

Mas, o nosso apoio jamais foi desprovido de senso crítico.

Já no ano de 2013, o então Presidente Eduardo Campos, alertou, em diversas oportunidades, para os erros e equívocos de uma política econômica que poderia colocar em risco os avanços obtidos até então.

Como não encontramos, no governo, qualquer receptividade às nossas ponderações e alertas, o PSB se mobilizou para se colocar como alternativa ao Brasil, para romper a polarização PT-PSDB.

Saímos do Governo Dilma em setembro de 2013; mas, não nos afastamos dos nossos compromissos históricos e programáticos.

Com coragem e determinação, idealizamos um projeto próprio e alternativo. Com a candidatura de Eduardo Campos à Presidência da República, alimentamos a esperança e o sonho de construirmos uma nova política para o Brasil.

Porém, o sonho de um Brasil diferente foi interrompido de forma abrupta, com o acidente que vitimou nosso presidente. Ainda assim, não fraquejamos, não desistimos do Brasil. Decidimos avançar e continuamos a luta com Marina e Beto Albuquerque.

E aqui vale relembrar a acidez das críticas feitas ao nosso projeto pela campanha da candidata à reeleição. Muitas foram as ironias e acusações de que éramos pessimistas e desinformados em relação ao real quadro econômico do país.

Perdemos as eleições; mas, nos mantivemos firmes em nossa opção pela mudança quando apoiamos a candidatura de Aécio Neves no segundo turno.

Dilma Rousseff ganhou a disputa presidencial falando que o Brasil não enfrentava os problemas que apontamos durante toda a campanha. Exageraram nas promessas e não tiveram a humildade de reconhecer os erros.

Nem por isso, nos recusamos ao diálogo político. Mas, foi justamente isso que faltou ao governo nos 16 meses deste mandato.

O governo se isolou, perdeu apoios políticos, perdeu a credibilidade e a própria autoridade.

Na economia, os números falam por si, mostrando que nossas críticas jamais foram fruto de pessimismo ou desinformação, como a Presidente alardeou durante todo o processo eleitoral.

Pois bem. Agora, estamos a enfrentar o julgamento da admissibilidade da denúncia por crimes de responsabilidade imputados à Excelentíssima Senhora Presidente da República.

E, após a análise dos argumentos contidos na denúncia e opostos pela defesa, é inevitável a conclusão de que os indícios do cometimento dos crimes de responsabilidade, de fato, existem.

A Presidente da República, temos certeza, continuará a exercer, como fez até agora, a sua ampla defesa, numa próxima fase. Quando deverão ser apreciados os elementos de prova para configuração da prática dos crimes de responsabilidade.