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Junior Matuto realiza entrega de calçamento da Rua Padre Anchieta, na Vila Torres Galvão


 Depois de décadas de dificuldade e de espera, moradores da Rua Padre Anchieta, localizada ao lado do Hospital Central, no bairro da Vila Torres Galvão, hoje comemoram a entrega da via totalmente calçada. A inauguração do pavimento e das calçadas com rampa de acessibilidade, foi realizada na noite desta terça-feira (21.06), pelo prefeito Junior Matuto, com a participação de lideranças locais e da população que foi prestigiar a solenidade.

Com esta, são 63 ruas entregues em diversas localidades, divididas em obras de revitalização, recapeamento, e construção de novas ruas. Na ocasião, o prefeito lembrou que até o prazo legal para inaugurações em ano eleitoral, dia 2 de julho, serão entregues mais duas ruas, duas Unidades de Saúde da Família (USF), uma creche e uma praça localizada no bairro da Jaguarana.
 Diante da iniciativa em realizar um sonho antigo da comunidade, não teve como esconder a satisfação entre os moradores, como no caso da comerciante Jarmira Xavier Viana, de 51 anos. Ela contou que mora há 30 anos e disse que se sente muito feliz em poder ver a rua calçada. “Está tudo muito bonito”, elogiou ela, e completou: “Me sinto muito satisfeita em ver o que a gente tanto esperou, e que muitas pessoas morreram e não conseguiram ver essa rua calçada, e hoje a gente tem essa bênção”, ressaltou dona Jarmira.

Ao lembrar de como era a situação antes do calçamento da rua, um consenso toma conta dos discursos da população. Dentre os relatos, o que se mais ouve dos moradores é que além da dificuldade no trajeto a pé na rua que é de acesso a áreas de morro, o problema se agravava ainda mais quando chovia. Outro relato é de que se alguém precisasse de socorro, era quase impossível, pois a ambulância dificilmente subia.

A dona de casa Edileuza Cezar da Silva, de 52 anos, mora na mesma rua desde os dois anos de idade. Segundo ela, vários políticos passaram por lá prometendo calçar a rua, mas não passava de promessas. “Antes acontecia até acidentes, tanto eu até quebrei o pé e várias pessoas chegaram a cair nessa rua. Então era muito ruim, quando alguém ficava doente, tinha de carregar em cadeira, então era muito difícil, muita lama, muito buraco. Era muito sofrimento. A prefeitura está de parabéns pela iniciativa”, completou dona Edileuza.

Após o descerramento da placa, o prefeito Junior Matuto destacou que o sentimento é bastante prazeroso em presenciar a satisfação do povo que não acredita em mais ninguém. “O momento político é muito delicado, e na maioria das vezes quando damos a ordem de serviço em uma rua fica a dúvida na cabeça das pessoas: ‘Será que vai acontecer? ’, ‘Esse filme nós já vimos’. E aí, o importante é a gente ver a alegria e a satisfação das pessoas, e a gente voltar aqui, sem conversas e sim com realizações, e isso é o que importa”, finalizou.

Mulheres do Paulista são qualificadas em cursos profissionalizantes

Paulista segue firme investindo na qualificação profissional das mulheres do município. Na tarde desta terça-feira (21.06) uma solenidade repleta de emoção e simbolismo marcou a vida de cerca de 100 mulheres da cidade. Na ocasião as formandas receberam certificados de conclusão referentes a cursos oferecidos pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, através do Programa Lugar de Mulher é na Qualificação Profissional. O evento aconteceu na Faculdade Joaquim Nabuco, Centro.

Ao todo, oito cursos foram oferecidos ao público feminino, entre eles: marcenaria, auxiliar de pedreira, assentamento de cerâmica e eletricista de automóveis. As aulas, que duraram três meses, foram ministradas nos bairros de Jardim Paulista Alto, Maranguape I, Maranguape II e Fragoso. As atividades aconteceram nos turnos da manhã e tarde.

A dona de casa Janete Monteiro, 46 anos, contou que sua vida já não é mais a mesma depois de ter feito o curso. “Eu cheguei sem acreditar que seria capaz, pois achava o curso de marcenaria uma coisa mais voltada para homens. Agora, depois de formada, confesso que me surpreendi muito com o que aprendi. Me identifiquei bastante com a profissão e já estou pensando em fazer pequenos objetos de madeira para vender junto com a minha filha”, ressaltou.

Quem disse que o curso de eletricista é só para homens? De acordo com Edvâne Silva, 27 anos, isso é coisa do passado. Ela, que já usou várias vezes no seu dia a dia tudo o que aprendeu nas aulas, falou sobre a sua última experiência. “Meu ventilador caiu e parou de funcionar. Então eu abri, tirei os fios do lugar, depois liguei novamente e ele voltou a pegar. Meu marido ficou surpreso, pois nem ele mesmo tinha conseguido ajeitar”, explicou.