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Oposição cobra esclarecimentos sobre Caso Paulo César Morato


A Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) cobra esclarecimentos sobre os procedimentos envolvendo as investigações da morte do empresário Paulo César Morato, investigado na Operação Turbulência, da Polícia Federal.
 Em razão das denúncias realizadas pelo Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE) e das explicações ineficientes da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE), a Oposição apresentará um pedido de informações ao Governo do Estado para que se esclareça os procedimentos adotados; ao Ministério Público de Pernambuco, para que avalie a investigação, além do pedido já feito ao Ministério Público Federal, pelo deputado Edilson Silva (PSOL) para que decida sobre a necessidade de federalização do caso.
 De acordo com o deputado Silvio Costa Filho (PRB), líder da Oposição, é preciso que todos os atos sejam esclarecidos para que não pairem dúvidas sobre o que aconteceu com o empresário.  “Há muita coisa a ser esclarecida, como o motivo que levou a SDS a cancelar a perícia papiloscópica ou à liberação do quarto do motel antes da conclusão da autópsia no corpo do empresário. No mínimo, houve falhas no rito das investigações, o que precisa ser revisto pela SDS”, avaliou. 


Pedro Ivo Bernardes

Cepe lança mais três títulos da Coleção Memória




Armando Monteiro, Pelópidas Silveira e Carlos Garcia são os
novos personagens da série, iniciada com Magdalena Arrais

Três novos títulos da Coleção Memória, que destaca em biografia personalidades importantes para a história política e cultural de Pernambuco, serão lançados pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) no dia 5 de julho, às 19h, no Museu do Estado de Pernambuco. Depois de Magdalena Arraes, viúva do ex-governador Miguel Arraes e nome de estreia da coleção, ganham agora as páginas dos livros as trajetórias de vida de Pelópidas Silveira, Armando Monteiro Filho e Carlos Garcia. Em edições fartamente ilustradas, as publicações resultam de um intenso trabalho de pesquisa que contextualizam os principais fatos históricos e políticos, os biografados e seus protagonismos.
Escrito pelos jornalistas Evaldo Costa e Aquiles Lopes, Pelópidas Silveira, o homem que amou demais uma cidade” conta, em seus oito capítulos distribuídos em 183 páginas, a trajetória de um dos mais importantes líderes políticos do século 20, ex-prefeito por três vezes da cidade do Recife. Nas palavras dos próprios autores, o livro é “resultado de uma tentativa de dar visibilidade à trajetória política de Pelópidas Silveira, tão modelar em tantos aspectos que faria bem ao Brasil se uma parte dos nossos homens públicos a tomassem como paradigma”. Reconhecido por sua capacidade intelectual e pelas gestões inovadoras à frente da Prefeitura – deu grande impulso ao desenvolvimento urbano da cidade –, Pelópidas Silveira tinha, revela o livro, como uma de suas principais características, “a quase completa falta de ambição que move a política. Enquanto uns e outros se engalfinhavam lutando por espaços ou posições, Pelópidas nem sequer reivindicava o direito de candidatar-se a qualquer cargo”, revela o livro.
Organizado pelo jornalista e escritor Mario Hélio, Armando Monteiro Filho, flashes da vida e do tempo tem apresentação assinada por Luciano Siqueira, vice-prefeito do Recife, que destaca a capacidade do biografado de tentar sempre estar a um passo além dos limites que lhe são impostos pelas circunstâncias. “Armando escolheu o caminho mais árduo, em consonância com suas convicções. E fez-se líder, articulador e conselheiro – interlocutor indispensável de todas as correntes políticas abrigadas na frente ampla em que se convertera o MDB”, afirma.
Com 244 páginas, o livro, uma grande reportagem biográfica, traça paralelos históricos, traz com riqueza de detalhes a formação política de Armando Monteiro Filho – militante político desde os anos de universidade e que se tornou uma das mais expressivas vozes contra o regime militar e da redemocratização do Brasil – e apresenta fatos (e fotos) pouco conhecidos do grande público. Entre elas, sua grande paixão pelo futebol, que quase o levou a outros caminhos. Uma paixão acentuada aos 13 anos de idade quando assistiu, em um cinema na Rua Nova, ao jogo Brasil x Itália, pela Copa de 1938, e quase arrebatadora ao assistir pela primeira vez um jogo do Sport Club do Recife do qual foi jogador.
Em Carlos Garcia, um mestre no meio do redemoinho, livro com 166 páginas e também ricamente ilustrado, o jornalista e escritor Homero Fonseca explica, numa linguagem atraente, como Carlos Garcia tornou-se uma referência obrigatória para o jornalismo pernambucano na segunda metade do século 20.
Hoje com 82 anos, Garcia foi testemunha e protagonista, este no centro do furacão da política brasileira, envolveu-se com as novas tecnologias jornalísticas, escrevei livros e ainda teve tempo para formar uma geração de profissionais da pesada na sucursal do Estadão no Recife.

Contatos para entrevistas:

1. Pelópidas Silveira:
Evaldo Costa: 9.9488.3190

2. Armando Monteiro Filho:
Mario Hélio: mariohelio@gmail.com

3. Carlos Garcia:
Homero Fonseca
Telefones: 3072.9629/ 9298.8329/