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Anvisa proíbe publicidade enganosa de cura da Aids

Foto: Marcos Santos/ USP
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, nesta sexta-feira (26), a divulgação irregular do produto feito a partir da planta mutamba e que estaria alegando cura da Aids/HIV.

O produto “Mutamba contra a Aids” não tem registro na Agência e é, portanto, um produto clandestino, de origem e composição desconhecidas. A medida é preventiva, pois, apesar das denúncias, não foram encontrados indícios da comercialização da “cura da Aids”.

A resolução, portanto, proíbe a publicidade do produto em todo o território nacional a partir da data de publicação no Diário Oficial da União.

O produto feito à base da planta mutamba não apresenta ensaios clínicos que comprovem suas características medicinais e, dessa forma, não possui registro na Agência.

Os produtos irregulares, isto é, produtos que estejam fora das exigências da Agência, não oferecem garantias de eficácia, segurança e qualidade, que são necessárias para saber se um produto funciona e é seguro.

Produtos e medicamentos irregulares ou falsificados podem não fazer efeito, prejudicar tratamentos médicos ou, em casos mais graves, comprometer a saúde de quem o consumir.

Antes de comprar ou divulgar produtos de origem suspeita ou não registrados, entre em contato com a Anvisa por meio do canal (0800-642-9782). A denúncia também pode ser feita pela Ouvidoria da Anvisa.

Inca usa esporte como arma contra tabagismo

Divulgação/ USP
Motivado pelos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) adotou o esporte como temática de conscientização para o Dia Nacional de Combate ao Fumo, comemorado nesta segunda-feira (29). 

Fiocruz inicia nova fase de estudos sobre vacina para esquistossomose

Foto: Agência Brasil
A nova fase de estudos clínicos para a vacina para a esquistossomose, chamada de Vacina Sm14, vai começar ainda neste ano no Brasil. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (26), no Rio de Janeiro, pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Os testes ocorrerão já a partir deste mês e seguem até dezembro de 2016. Esse é o período em que se registra mais casos da doença em território africano.

A Vacina Sm14 será administrada em três doses, com intervalos de um mês entre cada uma. A conclusão e os resultados dos estudos estão previstos para 2017.

“É a primeira vez no mundo que uma vacina parasitária produzida com tecnologia brasileira de última geração chega à Fase II de estudos clínicos. Um importante passo para o enfrentamento desse problema de saúde que atinge principalmente populações pobres de diferentes países”, comemorou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

A produção e desenvolvimento da vacina é uma parceria público-privada (PPP) entre a Fiocruz e a empresa Orygen Biotecnologia S.A. O projeto é um dos priorizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Ela será feita a partir de um antígeno – substância que estimula a produção de anticorpos, evitando que o parasita causador da doença se instale no organismo ou que lhe cause danos. “Esse tipo de iniciativa fortalece o Brasil como uma base tecnológica capaz de assegurar o atendimento das demandas do sistema público de saúde”, afirmou o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha.

Nessa fase do estudo, os testes serão realizados em adultos moradores da região endêmica no Senegal, na África, local atingido simultaneamente por duas espécies do parasito Schistosoma, causador da doença. Essa característica, que não existe em nenhuma região brasileira, é muito importante para que se possa verificar a segurança da Vacina Sm14.

Esquistossomose

Os casos da doença acontecem em ambientes onde não há infraestrutura adequada de saneamento básico: fezes de pessoas infectadas com o verme Schistosoma, quando despejadas inapropriadamente em rios e outros cursos de água doce, podem infectar caramujos do gênero Biomphalaria.

Por sua vez, os caramujos liberam larvas do verme na água, podendo infectar outras pessoas por meio do contato com a pele, reiniciando o ciclo da doença. A vacinação terá potencial de interromper o ciclo de transmissão, induzindo uma imunidade duradoura.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Saúde

Laboratório Dados Abertos Brasil/UFRPE vence Hackathon Hacker Cidadão 4.0

Divulgação UFRPE
Estudantes do Laboratório Dados Abertos Brasil – da UFRPE – venceram o Hackathon Hacker Cidadão 4.0, maratona promovida pela Prefeitura do Recife e Emprel, sob o tema Internet das Coisas e Dados Abertos. Na primeira etapa, os cinco melhores projetos classificaram-se para a final, que ocorreu durante a Campus Party Weekend Recife, nos dias 20 e 21 de agosto, no Classic Hall.

 Os estudantes Eduardo Costa (Licenciatura em Computação UFRPE e Laboratório Dados Abertos Brasil), Estefanio Willams  (Gestão da Informação UFPE) e Gabriel Bandeira, Lucas Cavalcanti e Roberto Fernandes (Engenharia da Computação UFPE) conquistaram o primeiro lugar, com o projeto Bike Data. O prêmio foi de R$35 mil.

 A UFRPE também havia sido finalista com o projeto EI!, por meio dos discentes Edvan Júnior (Sistema da Informação – UFRPE e Laboratório Dados Abertos Brasil), Jorge Delgado (Sistema da Informação – UFRPE), Douglas Vasconcelos (Eng. da Computação – UFPE),  Lerisson Freitas (Sistema de Informação – UFPE),  Matheus Moreira (Engenharia da Computação – UFPE).

Projeto busca envolver mobilidade e informação, criar e captar novos dados abertos que ainda não estariam disponíveis para os cidadãos.

O projeto vencedor consiste em utilizar bicicletas que circulam pela cidade para reunir dados, através de um módulo de sensores anexado em bicicletas públicas, para captar dados de temperatura, umidade, níveis de CO (monóxido de Carbono) no ar, índices de luminosidade, incidência de raios UV, taxas de poluição sonora, dentre outros dados que são indicadores essenciais para prover uma melhoria na relação entre a cidade e seus moradores.

Dessa forma, tornaria possível informações suficientes para que as pessoas escolham as melhores rotas, as mais seguras, ou até as mais confortáveis.  Segundo o professor da UFRPE e membro do , Laboratório Dados Abertos Brasil, Kellyton Brito, esta edição do Hacker Cidadão promoveu provocações importantes para as equipes. “Inovou ao propor o uso conjunto dos dados abertos governamentais com o conceito de Internet das Coisas, ou seja, a utilização de dados gerados por dispositivos físicos espalhados pela cidade e que enviam dados em tempo real”, afirmou. De acordo com o docente, esses sensores coletam dados sobre temperatura, luminosidade, umidade, qualidade do ar, pressão atmosférica, dentre outros diversos conjuntos de dados.

 O Laboratório Dados Abertos Brasil é uma iniciativa de colaboração da UFRPE e UFPE, que utiliza o potencial dos dados abertos para aperfeiçoar nações, aumentar a participação de comunidades e para melhorar a vida das pessoas.  Entre seus membros estão docentes e discentes do Departamento de Estatística e Informática (Deinfo) da UFRPE, com envolvimento dos três cursos de graduação relacionados á Computação: Licenciatura em Computação, Bacharelado em Sistema da Informação e Bacharelado em Ciência da Computação .

 Graças a esse trabalho, o Laboratório Dados Abertos Brasil tem obtido participação destacada em maratonas e concursos:

 -         Vencedor da I Maratona Hacker da Câmara dos Deputados, Câmara dos Deputados, 2013



-         Vencedor do I Concurso Cidadão Inteligente, Prefeitura do Recife, 2014