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A importância dos limites na educação

Flavio Melo Ribeiro (Foto: Arquivo Viver – Atividades em Psicologia)

Psicólogo Flávio Melo Ribeiro
CRP12/00449

Lendo um texto sobre como desvirtuar a educação de uma criança, dois pontos me chamaram bastante atenção. O primeiro “comece na infância a dar ao seu filho tudo o que ele quiser. Assim, quando crescer, ele acreditará que o mundo tem a obrigação de lhe dar tudo o que deseja.” O apelo comercial dos dias de hoje, fazem com que os pais sem firmeza e esclarecimento cedam aos desejos dos filhos, passem a comprar tudo, mesmo que para isso se sacrifiquem. O fazem para agradar, para evitar birra, ou mesmo para não escutá-lo chorar, sem darem-se conta do futuro do filho e da armadilha que estão montando para si próprios. Muitos entendem que os filhos assim agem porque são crianças e com o simples passar do tempo se tornarão adolescentes maduros e compreenderão os pais. Ledo engano, ninguém amadurece sem limites, sem compreender a conseqüência dos seus atos, sem vivenciar que o mundo não gira ao seu redor.

Segundo ponto, “apanhe tudo o que ele deixar jogado: livros, sapatos, roupas. Faça tudo para ele, para que aprenda a jogar aos outros toda a responsabilidade.” Me chamou atenção, não o comportamento dos pais, mas a antecipação que fiz ao procurar visualizar quem seria esse adolescente e passei a reconhecer diversos clientes, conhecidos, filhos de amigos e companheiros de esportes. Todos lidam muito bem quando todo o ambiente está equilibrado, mas na primeira dificuldade, vejo o quanto é fácil acharem culpados. A ênfase com que fazem as críticas aos demais e a facilidade de salvarem a própria imagem é algo visível, despercebido apenas a quem o faz. Muitos pais acham bonita a bagunça que os filhos fazem porque avaliam a esperteza da criança, esquecendo-se de ensinar que a bagunça também pode ser arrumada e é responsabilidade de quem fez. Porém esses mesmos pais ficam horrorizados quando aos 18 anos o filho continua fazendo bagunça e não cuidando dos bens familiares.
Nos dias de hoje há pais que ainda seguem teorias sem consistência que afirmava absurdo como a necessidade de um “jardim do Éden” a todas as crianças, como se cada um tivesse o seu próprio mundo. Mas na realidade vivemos todos num único mundo, porém de forma diferente, com significados diferentes para as mesmas situações, pois temos histórias e educações diferentes. Isto contribui para ocorrer às adversidades e atritos entre as pessoas e a falta de limite vai dificultar ainda mais a resolução dos mesmos, pois a primeira reação é a mágoa, a raiva, o embate; raramente a compreensão, a conquista de espaço levando em consideração as conseqüências de seus atos e a ética.

Psicólogo Flávio Melo Ribeiro
CRP12/00449


A Viver – Atividades em Psicologia desenvolveu programas psicoterapêuticos que possibilitam ser trabalhados em grupos e individual.
flavioviver@gmail.com (48) 9921-8811 (48) 3223-4386
Página no Facebook: Viver – Atividades em Psicologia


Show de Sandamí é adiado no Recife

O show do cantor Sandamí , ex-vocalista do Sambô, que aconteceria nesta sexta (9)  e sábado (10), às 21h, no Manhattan Café Theatro, foi adiado. Em breve divulgaremos a nova data para a apresentação que acontecerá em novembro.

Quem não puder comparecer na nova data, ou preferir receber o valor pago pelo ingresso de volta, deve entrar em contato com o Manhattan através do telefone 81. 3325-3372

"A Caridade sustenta a vida humana"

A Caridade é um tema muito presente em meus artigos, pois a considero imprescindível à nossa sobrevivência. Aproveito o ensejo para lhes adiantar pequeno trecho de O Capital de Deus, livro que estou preparando, com muito cuidado, no qual apresento algumas das palestras que proferi a partir da década de 1960: 
Meditemos sobre esta passagem do Apóstolo João, na sua Primeira Epístola, 4:20: “Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê”. 
Caridade, criação de Deus, é o sentimento que mantém o Ser vivo nas horas de tormenta de sua existência. Se você me falar que não precisa de Amor, está equivocado, ou equivocada, enfermo, ou enferma... Em resumo, trata-se simplesmente disto: Amor, sinônimo de Caridade, de que tanto carece a sociedade míope, obumbrada pela cultura insidiosa, mantida por aqueles que provocaram, para os povos, as desgraças todas que ensanguentam a História e que nos põem em perigo constante. Até quando?
A Caridade sustenta a vida humana. O jornalista Francisco de Assis Periotto, ao ouvir essas minhas palavras, completou-as assim: "no pão e na decência".

Elevado Espírito Social
O avanço tecnológico tem derrubado muitas fronteiras e feito algumas desabar sobre outras. Entre elas, econômicas e sociais. Contudo, a globalização não vai impedir a diversidade. Porquanto, se mundializa, dá também expressão ao regionalismo. De várias formas, todo mundo influencia todo mundo. No entanto, barreiras, em diversas partes do planeta, ainda tornam cada vez mais distantes ricos e pobres. Isso pode resultar em consequências profundas, em amplitude internacional, a exemplo do fim do Império Romano. Entretanto, desta vez, tais transformações poderão provocar providências inusitadas até em corações de pedra, antes contrários ao pragmático espírito de Caridade, que serão levados a pensar que existem algumas coisas vitais, até mesmo para eles, como... a compaixão. (...) Caridade não é pífio sentimentalismo, a que alguns gostariam de reduzi-la. Acertou, pois, quando escreveu o grande Joaquim Nabuco (1849-1910): “À luta pela vida, que é a Lei da Natureza, a Religião opõe a Caridade, que é a luta pela vida alheia”.
Não seria essa a função de um verdadeiro político? O que seria mais importante para o fortalecimento das comunidades do que esse elevado espírito social?
É possível igualmente esperarmos do alto significado da Caridade, na atitude diária, o completo caminho da verdadeira independência de nossa pátria.
Caridade é assunto sério.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com 

MEC vai investigar faculdades denunciadas pelo Legislativo de Pernambuco

Folha de Pernambuco

O Ministério da Educação (MEC) abriu processo para investigar faculdades citadas no relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) que aponta irregularidades na oferta de cursos em 17 instituições de ensino privadas. A portaria foi publicada nesta terça-feira (06) no Diário Oficial da União (DOU). O relatório final da CPI foi divulgado no dia 1º de junho e aprovado por unanimidade no dia anterior, na Alepe.

Armou-se um caldeirão golpista provocado por estas forças: a implosão financeira, a judicial, a midiática e a congressual

No propósito de preservar as conquistas democráticas do povo brasileiro, diversas entidades, entre as quais o Centro Cultural Manoel Lisboa, Centro de Direitos Humanos do MP de Pernambuco, CUT, MST, Grupo “Tortura Nunca Mais”, “Associação dos Anistiados Políticos”, “Pastoral da Terra”, promoveram evento no dia 23 de agosto do corrente ano, no auditório do Centro de Direitos Humanos do Ministério Público de Pernambuco, situado na avenida Visconde Suassuna, Recife.
Este encontro teve na presidência o sociólogo Edival Cajá.
Fazendo parte da mesa diretora dos trabalhos, usou da palavra o Promotor de Justiça Westei Conde: “Uma das mais relevantes funções outorgadas pela Constituição Federal de 1988 foi a defesa dos postulados democráticos”.
Edival Cajá na sua fala: “O golpe desfechado contra o mandato da presidente Dilma Rousseff agride a democracia. Sempre estaremos vigilantes na resistência, ontem desafiando a ditadura militar, e hoje aos golpistas que se fantasiam de democratas”.
Com a palavra Anacleto Julião: “Seremos vigilantes contra os golpistas”.
O escritor e ex-deputado federal constituinte Agassiz Almeida destacou: “O que sempre nos moveu como homem público foi a flama da resistência e da indignação contra as elites do país, uma das mais egoístas e corporativistas do mundo.
Por décadas, e até séculos, sangram o povo brasileiro e se instrumentalizam no espetáculo da mentira e do cinismo. Mentem deslavadamente. Berram: “Que carga tributária pagamos!” Oh, só os assalariados e o consumidor final suportam todo o fardo tributário do país. Berram que são democráticos. E, no entanto, articulam maquiavélico golpe desfechado por estas forças :A econômica financeira com a nomeação de Joaquim Levy para ministro da Fazenda. Ele provocou em menos de sessenta dias de sua posse a inflação, o desemprego e o aumento das tarifas públicas. O pior, liberou o câmbio e consequentemente o dólar disparou, quando o país possuía reserva cambial em torno de 300 bilhões de dólares. Com isto, a nação foi sacudida por um caos sociopolítico.



Na fase seguinte do golpe designou-se o juiz da operação Lava-Jato com poderes absolutos de degradar o governo Dilma Rousseff e o Partido dos Trabalhadores, com prisões de seus líderes e empresários. Deste juiz, perguntamos: alguma sentença dele foi reformada? Quem afinal foram os estrategistas deste maquiavélico plano?
A terceira etapa executou-se com os poderosos órgãos de divulgação manipulando difamante carga informativa contra integrantes do governo Dilma e seus apoiadores.
E como epílogo final desta ópera bufa desferiu-se o bote congressual comandado por Eduardo Cunha, um meliante internacional.
Paremos um pouco. O que se assiste? 54 milhões de brasileiros golpeados pelas forças mais retrógadas deste país.
Lancemos estes espertalhões golpistas na lata do lixo da história. Olhemos os vultos que tombaram no chão da posteridade e nos legaram lições de resistência democráticas, como Clodomir dos Santos Morais. Ele veio para a vida lá dos rincões de Santa Maria da Vitória, Bahia. Carregou logo cedo na sua saga pelo mundo uma profunda visão dos entrechoques humanos.
Ninguém abraçou com mais vigor a luta dos camponeses das Américas aos da África do que Clodomir Morais. Aos camponeses de todo o mundo ele deixou este imperativo clamor: “Ocupem as terras, resistam e produzam”.
Como ensaísta projetou-se com estas obras: “A teoria da organização” e “O dicionário da reforma agrária para a América Latina”.
Da vida partistes, oh companheiro Clodomir Morais, mas deixastes nos caminhos as marcas de um valente pelos seculumseculorum.
Encerrando este evento, a professora Analice Rocha de Araújo expôs o documentário acerca do projeto “Adote uma memória, construa a sua história”.

Programa trabalha para evitar o abandono de recém-nascidos


Vez por outra a sociedade- estarrecida- depara-se com um recém-nascido abandonado na lata do lixo, às margens de um rio... O caso mais recente foi de um bebê, ainda com o cordão umbilical, deixado numa caixa de sapato na Avenida Recife, no bairro de Areias, no Recife. O fato aconteceu no último mês de fevereiro. O abandono é crime e o responsável pode ficar preso de seis meses a seis anos. Mas com a finalidade de minimizar fatos dessa natureza, está em funcionamento no estado de Pernambuco o Programa Acolher – coordenado pelo Tribunal de Justiça. Informações do serviço pelo fone: 0800.281.8187.
A iniciativa atende mulheres que manifestam o interesse de entregar a sua criança para fins de adoção. Por meio do trabalho, as gestantes podem analisar a decisão de doar o filho com o apoio de profissionais especializados. Para isso, elas devem procurar a Vara da Infância e Juventude ou o Conselho Tutelar do município onde reside.
As mulheres são ouvidas pelo juiz e uma equipe constituída por psicólogos, pedagogos e assistentes sociais. A partir daí elas participarão de serviços e programas podendo desistir ou optar pela entrega responsável do bebê – que é um ato legal amparado pela legislação.
Entregar uma criança para adoção pode ocorrer por várias circunstâncias. Fatores psicológicos e fragilidade sócioeconômica fazem parte da lista.
Recorrer à Justiça para obter orientação sobre a entrega de uma criança para adoção – ainda na gestação ou após o parto-, demonstra uma medida de cuidado com o bebê. Desse modo, a mulher fará com que a criança não sofra abandono e seja adotada legalmente.


Obra de revitalização de praça entra na reta final no bairro do Nobre

A revitalização da Praça dos Lenhadores, no bairro do Nobre, entrou na reta final nesta terça-feira (06.09). A obra, que está sendo executada pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos, consiste na recuperação dos brinquedos, da quadra poliesportiva e da área de convivência. A iniciativa vai beneficiar diversas crianças e adolescentes da comunidade. A expectativa é de que o trabalho seja concluído e entregue à população nas próximas semanas.
            Josefa Cavalcanti, pensionista de 62 anos, reside em frente à praça há 10 anos. Com netos em casa, ela sabe da importância de uma área de lazer reformada. “Essa obra vai ajudar muito a gente que tem crianças na família. Afinal, elas precisam de um local assim para poder gastar as energias. Estamos felizes por essa conquista da comunidade”, assegurou.
            Atualmente, oito homens estão envolvidos na revitalização. No local, há pedreiro, pintor, soldador, entre outros. Nesta manhã, parte da equipe se dividiu entre a instalação das hastes do alambrado da quadra, e os demais na pintura e recuperação do local.      

Schin divulga filme “STAFF” que aborda a qualidade da cerveja

Com um portfólio conhecido nacionalmente, presença nos principais pontos de vendas e eventos do Brasil, Schin já mostrou que é a cerveja do jeito que o povo gosta. Agora, chega a uma nova fase de sua comunicação, mostrando que “Com Schin os bons momentos duram mais”, sempre com a irreverência e bom humor característicos da marca. O vídeo, criado pela agência Léo Burnett Taylor Made e produzido pela Cine, começou a ser exibido no dia 1º de setembro, no intervalo do Jornal Nacional, e nas regiões Nordeste, Norte, Sul e Sudeste, além de contar com um pacote robusto de mídia exterior.

O Jeito Certo de Ensinar as Letras

Todo pai e toda mãe se emocionam ao ouvir o filho balbuciar as primeiras palavras. Ficam sempre aguardando o momento em que dirá “papá” ou “mamã”. À medida que cresce, seu vocabulário vai aumentando, assim como os desafios para os pais.

Então chega a hora de começar a prepará-lo para ler. Para auxiliar os filhos no processo de alfabetização, é comum os pais comprarem livros que ensinam o alfabeto. Porém, para o professor Carlos Nadalim, coordenador pedagógico do site “Como Educar Seus Filhos”, é preciso saber o melhor momento e a maneira correta de usar esses livros.

Segundo Nadalim, muitos pais acreditam que por meio desses livros ou músicas estarão preparando os pequenos para o aprendizado da leitura. Mas, antes de ensinarmos às crianças os nomes das letras e como reconhecê-las, precisamos apresentar-lhes os ‘sons’ que elas representam. “O ideal é ir do ‘som’ para a letra”.

- As letras são símbolos, o alfabeto é uma convenção; não se deve começar pela convenção, que é arbitrária, para só depois chegar a algo que se consegue realizar de forma natural, como os ‘sons’ que compõem as palavras” – diz o especialista, que vai organizar a 6ª Jornada da Alfabetização em Casa, que acontecerá dos dias 26 de setembro a 7 de outubro. Online e totalmente gratuito, o evento tem como proposta introduzir os filhos no universo da alfabetização de forma simples e divertida.