Curta o Paulista Atualizado no facebook e receba todas as nossas atualizações!

Compartilhar

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

Cunha responsabiliza governo Temer pela perda do mandato na Câmara

Luciano Nascimento e Ivan Richard - Repórteres da Agência Brasil

Eduardo Cunha diz que não fará delação premiada e que escreverá um livro sobre o processo do impeachment Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Após ter seu mandato cassado pela Câmara, o ex-deputado Eduardo Cunha (RJ) responsabilizou o governo do presidente Michel Temer pelo resultado da votação. O peemedebista negou ainda que tenha a intenção de fazer delação premiada, mas prometeu escrever um livro relatando todos os diálogos que teve durante o processo de impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff.

Para o ex-presidente da Câmara,  o governo Temer teve responsabilidade na cassação do seu mandato por ter apoiado a eleição do Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Casa, com apoio do PT.

“Quem elegeu o presidente da Casa foi o governo, quem derrotou o candidato Rogério Rosso foi o governo. Todo mundo sabe que o governo hoje tem uma eminência parda e quem comanda o governo é o Moreira Franco, que é o sogro do presidente da casa [Rodrigo Maia]. Todo mundo sabe que o sogro do presidente da casa comandou uma articulação e fez com que fosse feita uma aliança com o PT e, consequentemente, com isso a minha cassação estava na pauta”, disse Cunha.

Perguntado se tinha a intenção de assinar delação premiada, já que é alvo da Operação Lava Jato, Cunha disse não ser criminoso para fazer delação. “Só faz delação quem é criminoso. Eu não sou criminoso, não tenho que fazer delação”. O peemedebista, contudo, disse que pretende escrever um livro sobre o impeachment de Dilma Rousseff

“Vou contar tudo que aconteceu, diálogo com todos os personagens que participaram de diálogos comigo. Eles serão tornados públicos, na sua integralidade. Todo mundo que conversou comigo, todos, todos”, disse Cunha.

Apesar da promessa de escrever um livro de memórias, Cunha negou que faça ameaças. “Não sou pessoa de fazer qualquer tipo de ameaça, velada ou não. Não faço ameaça. O livro não é ameaça. Quero contar os fatos, contribuir para a história. A sociedade merece conhecer todos os detalhes. Até porque uns ficam falando que é golpe e hoje vão querer perpetuar esse discurso de golpe com a  minha cassação. Não tenho nada a revelar sobre ninguém. O dia que o tiver, eu o farei”.

Prisão

O ex-deputado, que é alvo de pedido de prisão feito pelo Ministério Público Federal e que aguarda decisão do Supremo Tribunal Federal, disse não ter medo de ser preso e nem do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos inquéritos da Lava Jato na primeira instância.

“Não tenho que temer ninguém. Tenho que temer a Deus. Só temo a Deus. Vou me defender, como estou me defendendo. Não tenho preocupação com isso. Me sinto inocente e vou me defender”.

Arrependido

Depois de defender no plenário da Casa que sua cassação era resultado da atuação que teve no processo de impeachment, Cunha afirmou, após perder o mandato, que se arrepende de não ter aceitado antes a denúncia contra Dilma Rousseff. “Me arrependo de não ter feito antes, do dia que coloquei [a decisão sobre a abertura do processo do impeachment] na gaveta trancada, com medo de qualquer coisa e já não ter anunciado naquele momento”.

Cunha reconheceu que cometeu alguns erros, mas não o usado por seus adversários para cassá-lo. “Cometi muitos erros, eu sou um ser humano que errou muitas vezes, mas não foram os meus erros que me levaram à cassação. O que me levou à cassação é a política. Fui vítima de uma vingança política no meio do processo eleitoral”.


Edição: Fábio Massalli

Julio Cavalcanti destaca aniversário de Cabrobó

Cabrobó festeja 88 anos de emancipação política
O deputado Júlio Cavalcanti usou a tribuna nesta terça (13) para destacar o aniversário de 88 anos de três cidades pernambucanas: Arcoverde, Custódia e Cabrobó.
"Às minhas queridas Arcoverde, Custódia e Cabrobó, meus votos de prosperidade, desenvolvimento e alegria para o povo. alegria de ter saúde, educação, moradia, segurança. Tudo aquilo que é papel de um governo.
O parlamentar destacou o município de Cabrobó, que é o ponto de partida do eixo norte da transposição do São Francisco. "A cidade, localizada no sertão do São Francisco, tem uma gente trabalhadora, esforçada e hospitaleira", disse.
"Cabrobó, pela sua privilegiada localização - a cidade fica na margem do São Francisco - tem sua renda baseada na agropecuária. Entre as culturas, destaque para o arroz, milho, feijão e cebola", falou Júlio.
Cavalcanti destacou, ainda, a ilha de Assunção, onde vive o povo indígena Truká. "Os Trukás têm uma rica trajetória de lutas para manter sua religião, seus costumes e sua arte.
De acordo com os historiadores, na região também viviam, além dos Trukás,  os índios Pancararus. Daí a  origem indígena do nome da cidade: cabrobó significa 'árvore ou mato de urubus'", explicou.
O parlamentar finalizou sua fala desejando "que cresça mais e mais. Que as realizações cheguem para a cidade e seu povo, que merece muito". "Deixo aqui os meus votos de prosperidade e que o progresso voltem, e que os dias sejam cada vez melhores", concluiu.

FESTIVAL NO AR COQUETEL MOLOTOV APRESENTA: A NOVA CARA DA MÚSICA BRASILEIRA

Skol apresenta a 13º edição do festival No Ar Coquetel Molotov que acontece no dia 22 de outubro na Coudelaria Souza Leão com mais de 20 atrações. Céu (SP), BaianaSystem (BA), Karol Conká (PR), Boogarins (GO), Jaloo (PA) e Baleia (RJ) são alguns dos nomes mais falados nos últimos anos quando pensamos na nova cena musical brasileira. No dia 22 de outubro, todos eles estarão juntos no festival No Ar Coquetel Molotov ao lado de novos nomes do cenário independente brasileiro e pernambucano como Tagore (PE), Luneta Mágica (AM), Barro (PE), Ventre (RJ), Phalanx Formation (PE), Rakta (SP) e AMP (PE), além de atrações internacionais do calibre de Deerhoof (EUA), Moodoïd (França) e Los Nastys (Espanha).

Em sua 13º edição, o festival No Ar Coquetel Molotov apresenta na Coudelaria Souza Leão no Recife mais de 20 atrações de Norte a Sul do Brasil em três palcos numa maratona de mais de 12 horas de apresentações ao vivo e discotecagens. Música, no entanto, é apenas uma das forças motrizes do festival, que também terá intervenções e performances e uma Feira Cultural com produtos de moda e design.
Quem abre a programação é o Palco AESO a partir das 15h com uma programação composta de bandas novas do Recife em uma parceria das Faculdades Integradas Barros Melo em conjunto com a curadoria do festival. Neste ano, o festival continua sua parceria com o Som na Rural, um projeto itinerante e vivo que leva música a vários espaços urbanos no Recife, capitaneado por Roger de Renor.

Uma das principais atrações no Som na Rural para esta edição é o DJ Cleiton Rasta, um verdadeiro fenômeno nas pistas com uma discotecagem irreverente e debochada. O rapper PRK, de Belo Jardim, também se apresenta junto com a Rural em uma programação com diversos DJs da cidade que passarão pelo local desde o começo da tarde até à noite tocando música de variados estilos.

Os ingressos para primeiro lote do evento custam R$ 60 (inteira), R$ 45 (social com 1kg de alimento) e R$ 30 (meia-entrada) e podem ser adquiridos no Barchef (RioMar e Casa Forte) e pelo site https://www.sympla.com.br/coquetelmolotov2016. O ingresso é pessoal (nominal) e será conferido digitalmente no dia do evento junto com a