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Especialista atenta para a importância do planejamento nas empresas

É bastante comum a muitos se perguntarem: "afinal, qual a importância do planejamento nas empresas? O planejamento é essencial para que a administração de uma empresa seja eficaz e faça com que os negócios tenham um resultado positivo, refletindo no crescimento.
Abrir um negócio sem ter um objetivo claro e um bom planejamento de uma empresa é, sem dúvida, um grande erro, pois se o empreendedor não sabe aonde quer chegar, também não saberá por onde começar ou, no mínimo, não imagina quais serão os seus próximos passos.
Segundo o doutor em Planejamento Estratégico de Empresas e professor da UFPE, Gilson Teixeira Filho, planejar significa traçar objetivos, escolher qual o melhor caminho a ser seguido para otimizar o funcionamento da empresa e estabelecer datas para avaliar quais metas foram alcançadas.
No Brasil, muitos pequenos negócios fecham as portas por causa da falta de planejamento na empresa, fazendo com que o conhecimento de administração seja indispensável, afinal, tão importante quanto abrir uma empresa é saber como gerenciá-la.
Para Teixeira, o planejamento estratégico é uma importante ferramenta de auxílio no processo gerencial, e é cada vez maior o número de empresas que percebe que os desafios e ameaças que aparecem diariamente são também oportunidades para desenvolver soluções e abrir novos mercados para seus produtos. Isso é planejar estrategicamente o futuro da empresa.
O futuro de qualquer negócio nada mais é do que o resultado das ações que estão sendo realizadas agora, dessa forma, o planejamento estratégico lançará as bases para a construção de um futuro de sucesso e a geração de um mercado mais preparado para as mudanças que ocorrerem.
Esse pensamento estratégico é necessário em várias áreas da empresa, do planejamento financeiro até o planejamento de vendas e o planejamento de marketing. E vale lembrar também que um planejamento deve ser composto de objetivos palpáveis, pois, do contrário, não será eficiente. No caso do Brasil, como as pequenas e médias empresas não possuem muitos recursos, um bom planejamento é ainda mais essencial, pois ele auxilia esses empresas a utilizarem melhor suas capacidades e minimizares as perdas em atividades desnecessárias.
Gilson Teixeira Filho é professor da UFPE, Doutor em Planejamento Estratégico de Empresas e em Computação.

Seis temas de Atualidades que podem cair no Enem


Confira quais são os assuntos que você não pode deixar de saber para a prova do Exame Nacional do Ensino Médio, de acordo com o professor de História do Curso Poliedro, Rodolfo Neves
Estar antenado nos principais acontecimentos do Brasil e do mundo é um ponto crucial para se sair bem na prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que ocorre nos dias 5 e 6 de novembro. Questões que envolvem atualidades podem cair nas provas de Filosofia, Sociologia, História, Geografia ou mesmo como tema de Redação, que tem um peso significativo na nota final dos candidatos.
Para se manterem informados, segundo o professor de História do Curso Poliedro, Rodolfo Neves, os candidatos devem buscam diversas fontes de conhecimento, como matérias televisivas, sites, jornais e revistas. Além disso, devem estar atentos aos assuntos que envolvem questões sociais. “Nos últimas provas do Enem, independente do país abordado, o enfoque está sempre ligado a questões como direitos humanos, empoderamento, preconceito racial e de gênero”, indica o professor. “O mais esperado é que as questões das diferentes provas dialoguem com outras áreas”, complementa.
Com o intuito de facilitar a preparação dos vestibulandos, o professor do Poliedro elaborou uma seleção de temas que podem cair nesta prova. Confira, estude e prepare-se:

1 – Zika Vírus
O candidato deve saber como ocorre o contágio, quais os sintomas e regiões do País mais afetadas pela doença transmitida por meio da picada do mosquito Aedes aegypti. Sua associação com o surto de microcefalia também não pode ficar de fora dos temas revistos. O mesmo mosquito que transmite o Zika vírus, transmite também os vírus da dengue e da febre Chikungunya.

2 - Meio ambiente /Tragédia em Mariana
Reconhecido como o maior acidente da história pelo volume despejado com barragens de rejeitos de mineração, a tragédia no Rio Doce, em Mariana (MG), e seu envolvimento com a Samarco, pode ser requisitado ao candidato, que deve saber a trajetória das mais de 50 mil toneladas de lama tóxica e seus efeitos fatais em plantas, animais e caminho percorrido.

3 – Empoderamento
Na avaliação de Neves, o Enem historicamente costuma abordar temas que envolvem questões sociais. Por isso, o empoderamento, que reflete qualquer ação que estende o acesso de direitos a grupos, comunidades e pessoas, pode ser tratado pela sua importância ou em assuntos elencados a questões raciais, de gênero ou grupos homoafetivos.

4 – Eleições americanas
A disputa e as diferenças entre o republicano Donald Trump e a democrata Hillary Clinton e a movimentação política da população americana é um tema em alta e pode ser solicitado em questões do Enem.

5 – Terrorismo
Com a onda de ataques terroristas sofrida por pessoas em diversas cidades no mundo, como os ocorridos em Paris em novembro de 2015, no qual morreram 180 pessoas e cerca de 350 ficaram feridas, o tema pode ser requerido na prova do Enem. As ações terroristas estão ligadas ao grupo Estado Islâmico (EI). De acordo com o professor do Poliedro, o estudante deve entender quais os motivos dos ataques, como funcionam as táticas de recrutamento e como são realizadas as ações deste grupo.

6 – Crise de refugiados
A crise de refugiados na Europa, iniciada em 2015, e os consequentes problemas de ordem política e humanitária causados pelo deslocamento de mais de 350 mil mulçumanos, principalmente da Síria e Líbia, aos países europeus, também deve estar presente na lista de temas a serem estudados.  

Sobre o Poliedro
O Poliedro tem nos resultados dos Vestibulares de Medicina a comprovação de excelência de sua metodologia. No Vestibular 2016, o Poliedro foi a marca educacional que mais aprovou na USP Pinheiros, contabilizando 71 aprovados das 175 vagas disponíveis.  O Poliedro também teve 72 aprovados em Medicina na Unifesp e 134 em Medicina na Santa Casa.
Ao todo, o Poliedro já contabiliza, em 2016, 1.397 aprovados pelo Sisu/Enem, em 86 universidades de 23 diferentes estados, mais o Distrito Federal. Há 20 anos, o Poliedro é o curso que mais aprova no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Neste ano, os alunos conquistaram 43 das 140 vagas disponíveis no Instituto. Mais dados emhttp://www.poliedroaprovacoes.com.br/.

Artigo do presidente da Mercedes-Benz; Conectividade e intermodalidade vão determinar o futuro da indústria

Atravessamos um momento de grandes transformações que nos impele na direção de descobrir soluções inovadoras para novos tempos. Apesar da insegurança política, social e econômica que assola o mundo, é possível identificar tendências no setor da mobilidade, que, globalmente, se move ao sabor das novas demandas do planeta.

Dito assim isso mais parece exercício para um futuro distante, mas esse futuro na verdade já chegou.
Por essa razão o 25º Congresso e Mostra Internacionais SAE BRASIL de Tecnologia da Mobilidade decidiu pelo tema "A Engenharia Criando a Mobilidade do Futuro - Intermodalidade - Conectividade - Veículos e Sistemas Inteligentes", que reflete a preocupação da indústria e da engenharia e relação aos próximos passos de uma revolução que está apenas começando.

No Brasil nossa preocupação é diretamente proporcional às necessidades geradas pelos gargalos da mobilidade ante a precariedade da infraestrutura de transporte, em especial nas grandes metrópoles.
É nesse contexto que a conectividade e a intermodalidade assumem lugar de relevância no País, como em todo o mundo. Não é por acaso que o assunto tem pautado a lista de prioridades dos mais importantes mercados.

A conectividade e a intermodalidade vão determinar o futuro do transporte, da logística e da nossa indústria.

Este é o momento para o debate, pois a tecnologia avança e se faz presente nos automóveis e caminhões com sofisticados sistemas de conectividade, e as oportunidades para o surgimento de novas tecnologias são infinitas.
Se o Brasil está atrasado na conectividade? Eu diria que não, a tecnologia está aqui como no mundo inteiro, o que falta é organizar melhor a infraestrutura para que os sistemas possam ser aplicados mais rapidamente aqui no País.

Na Europa os veículos conversam com as sinalizações da rua, o que só é possível porque além da tecnologia há uma padronização para os semáforos, avisos e faixas etc..., que ainda não existe no Brasil.
A conectividade e seus sistemas sempre dependem de um trabalho multidisciplinar entre montadoras, fornecedores e órgãos reguladores. Esse trabalho já começou e agora é preciso ritmo, fazer as coisas caminharem.

Um novo universo tecnológico de serviços começa agora, como a telemetria e o truck pad já bastante populares, ferramentas que facilitam a gestão da frota e o controle do caminhoneiro sobre a localização do frete.
Esses e outros recursos menos conhecidos comprovam que a crise brasileira não afetou o ritmo da engenharia local no acompanhamento da tecnologia. Ainda que o apetite e o entusiasmo das empresas tenham arrefecido com o mercado interno, toda a indústria sabe que se não investir agora, quando o mercado voltar a crescer, estará em segundo lugar. Todos estão investindo.

Não menos importante no cenário da mobilidade do futuro, a intermodalidade cresce na lista de prioridades nas novas necessidades brasileiras e mundiais. Nesse particular a agricultura tem avançado fortemente, apostando na ferrovia. Em outros setores essa tendência é ainda incipiente na prática, mas é tratada com a máxima importância. O Brasil é ainda um país rodoviário e isso vai mudar devagarzinho, por que requer vultosos investimentos.

Sou otimista. O potencial do Brasil em termos de infraestrutura e logística é muito grande. Hoje o País ainda perde muito dinheiro por causa das deficiências no sistema. Mas a recuperação da economia virá em breve e o investimento vai voltar, porque o retorno é garantido. É impossível isso não ocorrer.

A exportação é uma saída para o Brasil, mas não é a única solução e não se faz de uma hora para outra. O País precisa trabalhar para melhorar estruturalmente. Uma boa parte da vantagem do câmbio com a desvalorização do Real é perdida por causa do custo logístico do Brasil. Exportar um caminhão daqui para a África é 10 vezes mais caro do que exportar a partir da Alemanha. A diferença é brutal.

Toda crise é uma oportunidade para pensar e agir, concentrar foco nas coisas que precisam melhorar e isso é sempre bom. Acho que esta crise vai dar um salto de produtividade para o Brasil e as empresas.

*Philipp Schiemer é presidente da Mercedes-Benz e do 25º Congresso e Mostra Internacionais SAE BRASIL de Tecnologia da Mobilidade

Artigo: Inovação e competitividade no supply chain

O mercado automotivo brasileiro passa por mudança radical, com previsões que apontam para a queda brutal de vendas de 20% em 2016 na comparação com 2015 e de 40% ante o pico de vendas em 2013.

Premida pelas novas demandas do consumidor e pelas regras do regime automotivo previstas no Inovar-Auto, que prevê metas de eficiência energética, de segurança veicular, e localização de conteúdo, a indústria vem reagindo com investimentos  no Brasil em patamares nunca vistos anteriormente.

O resultado imediato foi, por um lado, uma capacidade instalada de até 5 milhões de veículos, e por outro, a entrada de veículos com tecnologia compatível a dos países desenvolvidos, com motores eficientes e modelos de última geração além do segmento ‘premium’.

No cenário de demanda retraída devido à crise econômica brasileira, a cadeia automotiva amarga ociosidade acima de 50%, forçando a uma busca por novos mercados de exportação. Isso demonstra a necessidade de o Brasil rever sua estratégia de comércio exterior, visto que, até então, estava focado na demanda interna e nas regras de conteúdo local, na implicação da taxa de câmbio e nas barreiras à importação.

Ora, a busca por exportação exige competitividade, com adequação do supply chain e diferenciação tecnológica em comparação com outros players do mercado mundial.

A revisão da estratégia do supply chain na indústria automotiva brasileira é mais que necessária para sua integração na cadeia global de valor e para a exploração do diferencial em tecnologias nas quais podemos obter vantagem competitiva, como por exemplo, motores a combustíveis alternativos (etanol, biodiesel, GNV) ou até mesmo em veículos elétricos e autônomos, segmentos em que a corrida tecnológica está apenas começando.

Para tanto precisamos da definição de uma nova política industrial e de tecnologia automotiva, focando no futuro posicionamento da cadeia automotiva brasileira em âmbito mundial. O que as empresas devem fazer para recuperar a competitividade local? Como atrair novos investimentos em um mercado retraído? Como viabilizar a escala para nacionalização de tecnologias futuras de mobilidade? Como estruturar uma nova política que possa apoiar essa revolução do setor automotivo brasileiro?

As repostas a essas questões e a geração de estratégias e modelos de negócio que favoreçam a aquisição no Brasil de tecnologias para a mobilidade do futuro, em cooperação com Engenharia, Compras e Fornecedores no desenvolvimento de produtos, são o foco do Painel Supply Chain do 25º Congresso e Mostra Internacionais SAE BRASIL de Tecnologia da Mobilidade, que será  realizado de 25 a 27 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

* Maurício Martins e Ugo Ibusuki coordenam o Painel Supply Chain do Congresso SAE BRASIL 2016
                    

LBV presta mais de 12 milhões de atendimentos e benefícios

A Legião da Boa Vontade (LBV) alcançou a expressiva marca de 12.509.267 atendimentos e benefícios oferecidos à população de baixa renda em todo o Brasil em 2015. Milhares de pessoas receberam educação, cultura, alimentação e apoio nas áreas de saúde, segurança e trabalho, sempre com o diferencial da Espiritualidade Ecumênica, permeando toda atividade que a Instituição empreende. O balanço social da LBV é auditado há mais de duas décadas por auditores externos independentes, por iniciativa de seu diretor-presidente, José de Paiva Netto, muito antes de a legislação que exige essa medida entrar em vigor.


Com o imprescindível apoio de seus colaboradores, a LBV trabalha há mais de 66 anos para ajudar na transformação do país. Diariamente, ampara crianças, adolescentes, jovens, adultos, gestantes e idosos em situação de vulnerabilidade social, por meio de suas 80 unidades de atendimento compostas por lares para idosos, Centros Comunitários de Assistência Social e escolas. Desta maneira, fornece aos atendidos condições e informações a fim de que possam buscar os próprios direitos e, ainda, colaborar para a construção de uma sociedade melhor.


Saiba como ajudar:

Sua doação vale muito. Você pode se tornar um voluntário, ajudar a divulgar esta iniciativa ou, então, contribuir financeiramente e/ou com alimentos não perecíveis. Um simples gesto pode melhorar a vida de muita gente. Acesse www.lbv.org/doe ou ligue para 0800 055 50 99. A LBV também está nas redes sociais: youtube.com/LBV Brasil, facebook.com/LBVBrasil, twitter.com/LBVBrasil e instagram/LBV Brasil. Acompanhe, siga, curta e