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Luste Editores | Arte e Natureza - Museus a Céu Aberto | 3 de novembro

Com curadoria de Serena Ucelli e textos de Waldick Jatobá, Luste Editores lança Arte e Natureza - Museus a Céu Aberto com fotos de 27 parques esculturaao redor do mundo. O primeiro a ser destacado na publicação é o Instituto Inhotim, em Minas Gerais, que apresenta uma verdadeira relação espacial entre arte e arquitetura, inserido em uma área de reserva florestal que faz parte do Bioma Mata Atlântica. Em mais de 270 páginas, o conceito da publicação é a de mostrar como parques e artistas, de renome internacional, pensaram suas obras de arte em total harmonia com espaços da natureza.

São muitos os parques escultura ao ar livre no mundo que são incrementados a cada ano com inúmeras iniciativas artísticas. Eles permitem abrir o diálogo entre arte e natureza, incentivam a relação entre o homem e o espaço; é um portal para vislumbrar a essência do que existe em volta e a abordagem íntima entre parque e artista com o ambiente que têm como suporte para as suas obras a própria paisagem. Os museus a céu aberto emocionam porque se relacionam com o ambiente ao redor, seja este o fundo do mar, o deserto, a floresta ou as montanhas, proporcionam uma experiência real e intransponível com sua amplidão.

“Em cada parque, um vasto trabalho minuciosamente ligado ao local faz com que a expressividade, a força do cenário e a exposição ao clima monumentalizem as obras de arte. Uma obra que não é possível ser exibida em museus ou galerias. O próprio conceito de museu, como abrigo de obras, estaria inadequado. Esses espaços e suas diferentes características promovem também a interdisciplinaridade entre atividades artísticas, sociais e ambientais ao redor do mundo” afirma a autora e curadora do livro, Serena Ucelli.

Foram selecionados os seguintes parques : Benesse Art Site Naoshima – Japão, Billy Rose Art Garden – Israel, Chateau La Coste – França, Connells  Bay Park Sculpture – Nova Zelândia, Farum International Sculpture Park – Dinamarca, Fattoria Di Celle – Itália, Fondation Maeght – França, Fondation Pierre Gianadda – Suíça, Grenada  Underwater Sculpture Park – Grenada, Instituto Inhotim – Minas Gerais, Kröller Müller – Holanda, Laumeier Sculpture Park – USA, Louisiana Museum of Modern Art and Park – Dinamarca, Middelheim  Museum Park – Bélgica, Minneapolis Sculpture Garden – USA, MUSA- Museo Subacuático  de Arte – Cancun – México, Nirox Foundation Sculpture Park – Johannesburg - África do Sul, NMAC Foundation – Espanha, Parco del Sojo – Itália, Parco Sculpture del Chianti – Itália, Portofino Sculpture Park – Itália, Rossini Art Site  – Itália, Schoenthal Art Center – Suiça, Springhornhof Park – Alemanha, Storm King Art Center – USA, Wanas Konst – Suécia e Yorkshire Sculpture Park – Inglaterra.

 “Nos parques, a arquitetura e a escultura chamam um ao outro. As obras permitem entrar em contato direto com a construção do espaço ocupado pela arte. O artista encontra uma nova dimensão espacial, a arte como parte de um processo começa a dialogar com o contexto e a paisagem torna-se ‘paisagem de arte’”, diz Serena.

Para experimentar as obras no meio do gigantismo da natureza nos museus a céu aberto é proibido não tocar, é proibido não participar. “Podemos escutar o som do centro da terra por meio de uma obra de arte, de olhos fechados, não somente com a visão, como somos acostumados. Por meio da arte, conhecemos outras maneiras de ‘ver’ o mundo”, conclui a autora e curadora.


“Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” (Antoine Lavoisier)


SERVIÇO
Livro:   Arte e Natureza - Museus a Céu Aberto
Autora: Serena Ucelli
Texto: Waldick Jatobá
Editora: Luste Editores - http://www.lusteditores.com.br/
Lançamento São Paulo: 3 de novembro 2016, quinta-feira, das 18h às 22h
Local: Livraria Cultura – Shopping Iguatemi  
Endereço: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232, Jardim Paulistano       

LIVRO DE ARTE CONTA A HISTÓRIA DO RIO E SUA SOCIEDADE A PARTIR DOS MEIOS DE TRANSPORTES

Mais de 150 fotos garimpadas dos principais acervos iconográficos cariocas, como os Arquivos Geral da Cidade e Nacional, Biblioteca Nacional, Fundação Casa de Rui Barbosa, os institutos Moreira Salles e Pereira Passos e da Rio Trilhos prometem levar o leitor a uma verdadeira viagem no tempo. Nas 280 páginas do livro também há charges e anúncios publicados em jornais de antigamente e de coleções particulares. De 1808 aos dias de hoje. Do transporte mais primitivo como cadeirinhas ou bicicletas aos modernos Metrô, Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e, de novo, as bikes. A Costura da Cidade - A Construção da Mobilidade Carioca é um livro de arte, de design arrojado, produzido pela editora Bazar do Tempo e deve se tornar objeto de desejo de quem curte a história do Rio de Janeiro, de suas culturas e da sua sociedade, costurada pela mobilidade.



O livro acompanha o desenvolvimento urbano da cidade, a abertura de suas vias, a ocupação das áreas e as transformações provocadas, no espaço público e também na vida cotidiana, a cada novo invento de transporte. Tudo de maneira muito atraente. Para isso, o autor Antônio Edmilson Martins Rodrigues, historiador, escritor e professor da PUC-Rio, mescla história e ficção, ao narrar esse percurso a partir de várias gerações de uma família fictícia, que atravessam o tempo e testemunha as mudanças na cidade.



“Hoje, temos o skate e as bicicletas como modos de locomoção bastante contemporâneos, alternativas individuais que levam as pessoas de um lugar a outro. Na Orla Conde – muitos andam a pé entre a Praça XV e a Praça Mauá, forma bastante particular de percorrer a cidade. Destaco que é importante que a população, hoje com 6 milhões de habitantes, repense a mobilidade, principalmente pelos transportes coletivos”. Professor universitário e especialista na história do Rio de Janeiro, o autor comemora as recentes transformações na área. “Ficou mais fácil chegar e sair da Barra da Tijuca, para onde o Rio está se expandindo. Demos uma arrancada. Nossa cidade só passou a ter metrô nos anos 1970, enquanto Buenos Aires, por exemplo, dispõe desde o final do século XIX”. Ele lamenta que os trens atualmente transportem muito menos passageiros que o fazia em seu auge, nos anos 1980. “Os nove ramais da Rede Ferroviária foram fundamentais para a integrar o Centro com os subúrbios e o interior do estado”.



"A partir da história da mobilidade urbana do Rio, o livro acaba por revelar temas preciosos da cidade, como desenvolvimento urbano, costumes, cultura. A ideia foi, assim, apresentar um panorama do Rio em seu caráter essencialmente mesclado: histórias que se cruzam, territórios que se ampliam, tempos que são ecos de uma mesma trajetória. Mas a história só teria relevância se mostrasse seus efeitos na vida das pessoas. Por isso optamos por um texto que mostrasse os reflexos das mudanças em personagens da cidade e convidamos a Valda Nogueira para encarnar esse sentido do permanente movimento carioca – apresentando o contexto contemporâneo dessa história que continua em curso", sublinha Ana Cecilia Impellizieri Martins, editora do livro.



A fotógrafa Valda Nogueira produziu um ensaio exclusivo para a edição, percorrendo a cidade de ônibus, metrô, trem, moto-táxi, bicicleta, teleférico, plano inclinado, barca e a pé. Ex-moradora da Maré, ela revela em suas imagens um olhar ora do passageiro ora do pedestre, criando uma série de sobreposições que criam o que ela chama de A Terceira Cidade.



Através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura/ Lei do ISS, o livro foi patrocinado pelo Consórcio Construtor Rio Barra (CCRB), responsável pela implantação da Linha 4 do Metrô entre a Barra da Tijuca e a Zona Sul.  “Ao longo de seis anos de obras da Linha 4 do Metrô, trabalhamos para melhorar a qualidade de vida das pessoas e buscamos estreitar os laços com a cidade na certeza de que é possível contribuir também para o desenvolvimento social e cultural de quem vive no Rio. Para isso, desenvolvemos uma série de ações educativas, culturais e ambientais. Patrocinar o livro A Costura da Cidade é mais um exemplo desse envolvimento. A publicação valoriza a história do desenvolvimento urbano do Rio e esperamos que ela desperte o desejo da cidade avançar cada vez mais com esse transporte de massa sustentável que é o metrô”, diz Eduardo Meira, diretor de contrato do CCRB.



            O livro conta com projeto gráfico arrojado, costura aparente e livreto preso à capa dura por elástico, reforçando o conceito de sobreposição. Foi produzido pela editora Bazar do Tempo e a tiragem é de dois mil exemplares. Ele chega às livrarias ao preço de R$ 90.



Curiosidades – Fatos pitorescos são relatados no livro. Um deles é que no tempo dos bondes o Rio era considerada uma das cidades mais bem servidas do mundo. Havia vários tipos de bonde: de luxo, de serviço, de saúde, socorro etc. O desenvolvimento do bairro de Copacabana é atribuído ao bonde e ao Túnel Velho.

Nas décadas de 1950 e 1960, circulou entre a Central e a Urca o “ônibus caolha”. O apelido foi dado porque a frente do veículo era incompleta: motorista de um lado e motor do outro.

Você sabia que o “trem do samba” existe desde 1996 e sai sempre no dia 2 de dezembro, ligando a Central do Brasil à estação de Oswaldo Cruz.

Você sabia que durante as recentes obras para implantação do VLT foram descobertos trilhos dos antigos bondes? E que já houve barca a vapor entre Botafogo e o Centro da cidade?

Vale registrar que a Linha 4 do Metrô é a maior obra de infraestrutura urbana executada na América Latina nos últimos anos. O trabalho alcançou muitos marcos na engenharia nacional, como a construção do maior bitunel entre estações de metrô do mundo escavado em rocha. Fica entre as estações Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, e São Conrado.



Serviço:



A Costura da cidade – A história da mobilidade carioca

Editora: Bazar do Tempo

Autor: Antonio Edmilson Martins Rodrigues

280 páginas

R$ 90,00

Ensaio inédito da fotógrafa Valda Nogueira

www.bazardotempo.com.br

Celebrando a Vida Eterna

Paiva Netto

Dois de novembro é dia de celebrar a vida. Respeitamos o gesto dos que vão reverenciar os mortos, em visita a túmulos de parentes e amigos. Porém, acreditamos que a destinação de nosso Espírito, depois de se despedir do corpo físico, é muito superior. Por isso, convidamos todos a lembrar-se dos entes queridos com a natural saudade de sua companhia, mas sem tristeza e enviando-lhes, acima de tudo, vibrações de Amor Fraterno e Paz, porquanto, para alegria nossa, permanecem vivos. Aos que porventura se encontram desesperados pela perda de um familiar ou pessoa amiga, vislumbrando até no suicídio o alívio para suas dores, aproveito o ensejo para esclarecer: O suicida mata-se à procura da paz, todavia, depara com o maior tormento, algo pior que o nada, que, por sua vez, não existe, pois a vida não cessa. 

Os mortos não morrem