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Aplicativo para telefone celular facilita fiscalização das contas públicas

Ivan Richard Esposito - Repórter da Agência Brasil
Edição: Stênio Ribeiro

Imagem meramente ilustrativa. Divulgação internet

Entender o significado da infinidade de números e planilhas dos contratos públicos para construção de praças, escolas e também de grandes obras é uma tarefa para especialista e uma missão praticamente impossível para o cidadão comum. Mas a parceria entre o Poder Público e um grupo de programadores resultou em um aplicativo para celular que pode revolucionar a maneira como a sociedade acompanha e fiscaliza a aplicação dos recursos públicos.

Vencedor de um concurso público promovido pelos ministérios da Justiça, do Planejamento e pela Controladoria-Geral da União (CGU) e lançado esta semana, o aplicativo As Diferentonas permite que o cidadão compare a aplicação dos recursos destinados pelo governo federal a sua cidade com o montante repassado a outro município de perfil socioeconômico semelhante.

“O mote todo do aplicativo é o de ajudar o cidadão a comparar o uso da verba do município dele com a de outros parecidos. A pessoa digita o município que interessa e o aplicativo usa dados socioeconômicos para descobrir os mais parecidos e já mostra os resultados com as 'diferentices'”, explicou o professor da Universidade Federal de Campina Grande Nazareno Andrade, um dos responsáveis pelo aplicativo.

Nazareno explicou à Agência Brasil que a ideia do aplicativo surgiu de um meme que viralizou nas redes sociais, a partir de uma brincadeira com o termo 'diferentona'. “Queríamos pegar essa ideia do meme para quebrar a formalidade [dos dados] do governo federal, aproximar das pessoas e elas descobrirem se a cidade delas é a 'diferentona' das outras”.

Uma das formas de despertar o interesse das pessoas pelo aplicativo, e também pelos dados públicos, é o humor. Nazareno contou que um dos desenvolvedores do aplicativo nasceu na cidade de Emas, município de 13 mil habitantes do sertão da Paraíba. Em meio ao processo de criação, a equipe quis identificar em que a cidade poderia ser diferente.

“Descobrimos que Emas é a 'diferenona', porque ela recebeu R$ 1 milhão para convênio de esporte e lazer que nenhuma outra cidade do tamanho dela recebeu na Paraíba”, exemplificou Andrade.

A diretora adjunta da Secretaria de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça, Carolina Yumi de Souza, que coordenou o concurso para a escolha do aplicativo, disse que a ideia era conseguir desenvolver uma ferramenta que conseguisse “traduzir” os dados do Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (Siconv), ferramenta oficial do governo para gerenciar transferências de recursos.

“Os dados fornecidos pelo Poder Públicos são muitos complicados de entender”, reconheceu Yumi de Souza. “O aplicativo tem esse aspecto de não só fazer o cidadão se envolver, mas ajudar ao Estado na fiscalização, evitar e diminuir a corrupção e cobrar do Pode Público que providências sejam tomadas se uma obra não for concluída”, salientou.

Dia da Consciência Negra: de forma diferente, racismo no futebol ainda sobrevive ao tempo


EBC

No início, os negros e pobres eram proibidos até de participar de “grandes jogos” de futebol (esporte considerado aristocrático). Com o passar dos anos, eles não só conquistaram espaço como também se tornaram ídolos. Mesmo assim, muitos não conseguiram se livrar de um problema: o racismo no esporte.

Mesmo que de forma diferente, mais velada, a discriminação racial persiste no esporte. Em contrapartida, grupos que defendem a igualdade racial estão sempre atentos para denunciar. De acordo com a pesquisadora Ana Paula da Silva (que fez uma tese de doutorado sobre o assunto) e Marcelo Carvalho (do Observatório da Discriminação Racial do Esporte), é possível identificar uma evolução no tratamento da questão racial no futebol em paralelo com a história do esporte no Brasil. Clique aqui para ler a íntegra do estudo.


DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA
Libertação dos escravos dia nacional da consciência negra 20 de novembro o negro no Brasil quilombo dos palmares Zumbi Lei do Ventre Livre Lei dos Sexagenários Lei Áurea 13 de maio de 1888 marginalização dos negros preconceito racial formação do povo brasileiro cultura brasileira

Palestra gratuita para corretores e profissionais de saúde de Caruaru

Corretores imobiliários e profissionais de saúde terão oportunidade aprimorar os conhecimentos em gestão, a fim de incrementar os negócios. Os consultores do Sebrae, Adalberto Cavalcanti e Flammarion Cysneiros ministraram duas palestras sobre "Marketing Digital e Redes Sociais para Negócios de Saúde e Bem Estar" e "Marketing Pessoal e Digital para Corretores de Imóveis", no Senac de Caruaru. 

Confraternização #SOURDSL

A Rede D’Or São Luiz (Hospitais Esperança Recife, Esperança Olinda, Memorial São José e São Marcos) promove, no próximo dia 26, a sua já tradicional festa de confraternização. São esperados cerca de 3.500 pessoas entre colaboradores, parceiros e amigos. O evento acontece no Classic Hall, a partir das 12h, com buffet do Spettus. Quem comanda a animação da festa é a Orquestra Fascinação. A camisa ingresso vale 1kg de alimento não perecível e as instituições beneficiadas serão o Abrigo Cristo Redentor e a Fundação Terra. Os colaboradores da rede já estão interagindo sobre a confra 2016 através do facebook, com a hashtag #SOURDSL. Quem postar mais vezes a hashtag pode chegar à festa de limusine. Serão escolhidos duas pessoas por hospital.

Nova temporada do Recital do Cais no Armazéns do Porto

Divulgação
Durante os sábados do mês de novembro, o Recital do Cais estenderá a apresentação cultural que foi exibida em outubro. O projeto é uma parceria entre o Armazéns do Porto, Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, através da Empetur e a Secretaria de Turismo e Lazer do Recife, com o objetivo de oferecer aos frequentadores do Recife Antigo música de qualidade para se unir à bela vista do Marco Zero. Nesta nova temporada as apresentações acontecem das 17h às 18h.

A embarcação com os músicos da Orquestra Perfil parte do Museu Cais do Sertão e faz duas paradas para apreciação do recital: uma no Centro de Artesanato e outra entre o Marco Zero e o início da área dos restaurantes dos Armazéns do Porto. O Catamaran faz o retorno no Armazém 13. Segundo Marina Barros, gerente-geral do Armazéns do Porto, o projeto foi estendido pela boa aceitação. "O público que está nos restaurantes tem aprovado demais a iniciativa, pois ganha show ao vivo de qualidade para assistir de camarote. E os que estão passeando no Marco Zero acabam parando para conferir”, declara. Ela explica que o horário mudou de 16 para 17h para poder agregar a iluminação ao show. 


Recital - O repertório conta com sucessos como “Leão do Norte”, “Olha pro céu, meu amor”, “Se essa rua fosse minha”, entre outr