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Mulheres denunciam assédio em Paulista; Praça Agamenon Magalhães é um dos pontos mais preocupantes no município



Foto: Divulgação/ Internet

O ano novo chegou, mas os assédios contra mulheres não mudaram na cidade do Paulista como também em qualquer lugar. A segurança é uma questão muito vulnerável na sociedade atual. Mulheres estão sofrendo assédio em público na Praça Agamenon Magalhães, na cidade do Paulista. Uma vítima que não quis se identificar, por motivos de segurança, disse que um kombeiro a chamou de "gostosa", na tarde dessa terça-feira (03/01/17). Ela ficou muito chateada e ainda reclamou com o homem. E não adiantou nada, os outros amigos também alimentaram a 'piadinha' e deixaram o respeito de lado. 

No Brasil a situação também é preocupante. Pesquisa divulgada pela organização internacional de combate à pobreza ActionAid, no ano passado, mostra que 86% das mulheres brasileiras ouvidas sofreram assédio em público em suas cidades. O levantamento mostra que o assédio em espaços públicos é um problema global, já que, na Tailândia, também 86% das mulheres entrevistadas, 79% na Índia, e 75% na Inglaterra já vivenciaram o mesmo problema.




A Região Centro-Oeste é onde as mulheres mais sofreram assédio nas ruas, com 92% de incidência do problema. Em seguida, vêm Norte (88%), Nordeste e Sudeste (86%) e Sul (85%). A professora de direito civil da Universidade de Brasília (UnB), Suzana Borges, avalia que não há repressão adequada ao assédio à mulher em espaços públicos. “É uma questão social porque, em função de uma posição histórica inferiorizada, a mulher foi objeto de repressão, violência, não só nos espaços públicos, mas privados, dentro da família, em casa, no trabalho”, disse.







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