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Reeducando do regime aberto é contratado em regime CLT

Pedro Emanuel, que cumpriu pena durante um ano, conseguiu oportunidade de trabalho através do Patronato Penitenciário e agora comemora a contratação pela Emlurb.

“Com a oportunidade que tive, vou esquecer o que passou”. Pedro Emanuel Brito Lima Neto Júnior, 23, começa o ano de 2017 com o desejo de novos rumos na vida. Ele deixou a penitenciária há um ano, conquistou uma oportunidade de trabalho no Cemitério Parque das Flores, através do Patronato Penitenciário, órgão de execuções penais vinculado à Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH). Desde os primeiros dias de janeiro, Pedro foi contratado como recepcionista e tem, agora, a sua carteira de trabalho assinada.
Uma realidade que conquistou, de acordo com a administração do cemitério, por merecimento, pontualidade, disciplina e vontade de melhorar de vida. Segundo ele, a pior coisa é perder a liberdade. "O Patronato abriu as portas para mim. Agora consegui limpar meu nome, tenho meu trabalho e até comprei uma moto. Também fiz o Enem e quero cursar administração de empresas”. Cheio de planos, Pedro destaca ainda o apoio da família e diz que a partir de agora quer esquecer o que passou.
Atualmente o número de reeducandos vinculados ao Patronato Penitenciário e inseridos no mercado de trabalho é de 850. Por meio de convênios com empresas púbicas e privadas, a expectativa é que esse total chegue a 1.200 este ano. Para o gestor Técnico do Patronato, Rômulo Tenório, o trabalho é um instrumento importante na ressocialização dos reeducandos.
 O órgão de execução penal conta atualmente com 26 empresas conveniadas. Entre elas, as prefeituras de Olinda, Jaboatão e Petrolina, Emlurb, GIGranplast, Empetur, Fundarpe, Zummi Bicicletas, Quality Têxtil, Pórtico Esquadrias, Algobom, Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab), Hospital Oswaldo Cruz, NE Construções, Secretaria de Ressocialização (Seres), Dom Alimentos e Indapol.

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