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Descartar metralha na rua é crime e Prefeitura de Olinda busca parceria com a população para coibir a prática

Pelo telefone, morador pode denunciar o descarte ilegal e também solicitar a coleta do material que tem em casa para remoção

Na hora de fazer reforma ou construção em casa, sempre surge o mesmo problema: onde jogar os restos de material de construção e demolição, a chamada “metralha”? Abandonar na calçada, no meio da rua ou no acostamento de avenidas, definitivamente não é a solução, e ainda por cima é crime.
Através do telefone 3429.0866, a população pode denunciar o descarte irregular, fornecendo os dados da placa do veículo que fizer a descarga em local indevido. A orientação da Prefeitura de Olinda é de que para descartar volumes de até três metros cúbicos de metralha o morador entre em contato com o Departamento de Limpeza Urbana da Secretaria de Serviços Públicos e solicitar a coleta do material pelo mesmo fone de denúncias.  
De acordo com a legislação municipal, descartar metralhas indevidamente resulta numa multa que pode chegar a R$ 1 mil. Caso o flagrante seja nas proximidades de rios e córregos, o valor pode atingir R$ 2.500.
“Demora e não é fácil mudar a cultura do povo, mas temos que instruir e orientar as pessoas. Nossos fiscais ficam circulando, mas Olinda é uma cidade muito grande, precisamos contar com a população. O caminho é esse, a conscientização do povo de que essa prática é inadequada”, afirma o secretário Executivo de Serviços Públicos, Marconi Madruga. 
Complexo de Salgadinho
O Prefeito Professor Lupércio constatou que grande quantidade de metralha vinha sendo jogada nas proximidades do girador do Complexo de Salgadinho, no sentido Olinda/Paulista e solicitou a limpeza do local e as devidas providências para evitar que esse tipo de problema se repita. De acordo com o Marconi Madruga a secretaria conta também com a ajuda de câmeras de monitoramento colocadas em alguns locais críticos, “tendo a placa do caminhão podemos aplicar a multa com base na lei”, destaca.  


Crédito da foto: Weverton Mello 

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