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Paulista avança na gestão democrática e participativa com eleição dos novos conselheiros escolares

O processo de escolha dos novos conselheiros escolares movimentou sete unidades de ensino do Paulista nesta segunda-feira (20.03). A eleição dos cinco segmentos representativos (professor, estudante, pais, funcionário e comunidade, além do gestor e vice-gestor – membros natos) acontece a cada dois anos, consolidando a gestão democrática e participativa nas escolas da cidade. A votação ocorreu durante todo do dia. A participação coletiva demonstrou a importância do tema para quem acredita no valor da educação.
Quando eleito, o integrante do conselho assume o compromisso de ajudar a construir um ambiente educacional cada vez melhor para todos, propondo mudanças, mediando conflitos e criando alternativas para eventuais crises. O mandato é por um período de dois anos, seguindo até o ano de 2019.

“O conselho escolar é o grande instrumento de gestão democrática na rede, onde a participação coletiva nas decisões da escola verdadeiramente acontece. Isso é extremamente importante para as nossas unidades de ensino”, frisou a coordenadora da Gestão Democrática da Secretaria Municipal de Educação, Maria José Wanderley.
A eleição dos conselheiros ocorre por meio de votação direta ou aclamação – quando a escolha acontece por decisão unânime do grupo. Cada representante é eleito pelo próprio segmento que representa, ou seja, quem define quais alunos vão compor o conselho são os próprios estudantes. Isso acorre com todos os demais membros. A exceção fica por conta do gestor e vice da escola, que possui assento permanente.

A professora Sandra Lúcia Lima Silva, que atua como apoio na Escola Salvador Dimech, no Janga, votou logo cedo. Ela concorreu à reeleição.  “Já faço parte do conselho escolar desde 2015, quando fui eleita pelo segmento professor. Estou buscando a reeleição por entender que o conselho tem um importante papel na fiscalização do que se faz dentro da escola”, comentou a educadora.

Há dois meses na gestão da Escola Cônego Costa Carvalho, em Maranguape I, Flávia Vieira encontrou o conselho escolar da unidade praticamente desativado. “A escola só funciona em parceria com a comunidade. Por isso, se não houver unidade e se cada segmento não souber do seu papel ficará difícil mudar a realidade existente em algumas nas escolas. O conselho precisa funcionar bem, como ele foi concebido, para fiscalizar e deliberar, viabilizando essa tão falada democracia nas unidades de ensino”, frisou a diretora. O mesmo raciocínio foi usado pelas gestoras Cintya Albânia (Salvador Dimech) e Rosângela Gomes (Rosa Amélia). 

Atualmente, 45 unidades de ensino e seus anexos possuem conselho formado.  Os representantes se reúnem, pelo menos, uma vez por mês. Quando há necessidade, os encontros ocorrem em mais de uma oportunidade. A iniciativa faz parte das ações consideradas prioritárias pela Secretaria Municipal de Educação.


Foto: Jorge Macrino

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