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Associação Cultural José Martí homenageia Agassiz Almeida e Assis Lemos com o apoio da cônsul-geral de Cuba Laura Pujol

Realizou-se no dia 15 do mês corrente no Centro Cívico Che Guevara, em Lagoa Seca, Paraíba, importante evento com o fim de homenagear estas personalidades que se destacaram na defesa dos direitos humanos: o escritor e ex-deputado federal constituinte Agassiz Almeida, o ex-deputado Assis Lemos e o professor Antônio Augusto de Almeida. Na ocasião foi empossada a nova diretoria da Associação tendo como presidente a ex-vereadora Paula Frassinete e secretário o professor Ademir Melo. Prestigiando o evento a cônsul de Cuba Laura Pujol ressaltou: “Esta homenagem projeta-se nestas personalidades que marcaram as suas vidas na defesa da democracia”.

Agradecendo em nome do ex-deputado Assis Lemos o professor Yedo Fontes destacou: “Assis Lemos entra para a história ao lado de nomes como Miguel Arraes, Gregório Bezerra, Agassiz Almeida e Francisco Julião”.

Com a palavra disse Agassiz Almeida: “Nesta hora de grave perplexidade para o país, recebo esta homenagem tocado destes sentimentos: a gratidão aos companheiros de hoje e aos das longas jornadas; a indignação em face deste espetáculo a que arrastaram a nossa tão judiada nação. O que se assiste? Transformaram o país num grande teatrão midiático em que desfilam quase diuturnamente atores desta peça denominada Lava-Jato, na qual armaram um caldeirão em que lançam nas mesmas condições empanturrados corruptos e delinquentes eleitorais do caixa 2. E o pior, arrancam delações premiadas de  encarcerados destroçados psiquicamente, e a maioria deles já atravessou os umbrais dos 70 anos de idade. Olhem para as fisionomias desfiguradas palidamente de Palocci, de Léo Pinheiro da OAS e de outros presos e concluiremos sem dúvida que estão dominados pela síndrome do pânico, sintoma de tortura psicológica. Investigar é buscar a verdade para se alcançar a justiça, não este espetáculo midiático: o que resulta desta pirotecnia? manipula-se a opinião pública com mentiras e fantasias.

A nação está dividida por um maniqueísmo cego, insuflado por uma mídia comprometida com o grande capital.

Punam-se os corruptos mas basta de armadilhas processuais, seja com o ex-presidente Lula ou com o presidente Temer.

Reneguemos esta dicotomia perigosa: prenda-se e depois se julga.

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