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Conteúdo escolar mescla caminhadas pelo Sítio Histórico e preservação do meio ambiente de Olinda  

A garotada deixou a sala de aula e ganhou as ladeiras do Sítio Histórico de Olinda, nesta terça-feira (16), embarcando em uma trilha movida pelo conhecimento. O projeto “Nossa Cidade, Nosso Orgulho”, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação, quer estimular os alunos do 3º ao 9º ano do Ensino Fundamental, com idades entre 8 e 15 anos, a aprenderem sobre a natureza, o patrimônio e a importância da preservação, sem deixar de lado a prática de exercícios físicos. As caminhadas vão se estender até dezembro, contemplando sete escolas do entorno da Cidade Alta. Os pais, professores e toda a comunidade são convidados a participar, tendo aprovado a novidade.

O ponto de partida foi a Escola Maria da Glória Advíncula, localizada no bairro do Guadalupe. Uma turma animada, com cerca de 50 estudantes, preparou-se com viseiras, cantil de água e protetor solar para encarar a aventura. Conduzidos por professores e coordenadores, as crianças percorreram pontos importantes, com construções que ajudam a contar a história de Pernambuco. Na pauta, a Igreja de Nossa Senhora do Amparo, construída em 1613, rodeada de sobrados do período colonial. Já no Alto da Sé, a beleza do Horto d’El Rey, um dos mais antigos jardins botânicos do país. Durante o passeio, não faltou curiosidade, desvendando as bicas, palácios, museus e demais marcos da arquitetura olindense.

De acordo com o professor Pedro Botelho, à frente da aula-externa, os alunos têm a oportunidade de deixar o cenário abstrato dos livros e cadernos, para conhecer a história pelos seus próprios olhos. “É um aprendizado que fixa melhor na mente, sendo compartilhado com seus amigos e parentes. A prática da caminhada, que a maioria não tem costume de fazer, ainda combate o sedentarismo e leva a uma melhor qualidade vida”, explicou. A pequena Thainá Batista, de 8 anos, era uma das mais empolgadas. “É importante aprender para deixar a nossa cidade mais bonita”, opinou. Esta também foi a experiência de Luiz Carlos, 9, “Se as pessoas não derrubarem as árvores ou jogarem lixo, teremos um futuro melhor”, disse.

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