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CPRH destaca ganho ambiental com a desativação do lixão de Aguazinha

Histórico de problemas ambientais provocou decisão do órgão de determinar o fechamento
 
O presidente da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), Eduardo Elvino, destacou, nesta terça (8), a decisão da Prefeitura Municipal de Olinda de – cumprindo determinação do órgão ambiental estadual – desativar o lixão de Aguazinha, conforme anúncio feito pela manhã. Elvino lembrou o histórico de problemas levantados pela CPRH no local, nos últimos anos, ressaltando que o ganho ambiental da decisão é enorme, possibilitando uma melhoria substancial no trato dos resíduos sólidos urbanos no município, podendo inclusive ser exemplo para outras cidades. Só de multa, de 2015 para cá, a Agência emitiu autos de infração que, atualizados, passam de R$ 800 mil à gestão municipal.

A desativação, de acordo com Elvino, só foi possível graças ao empenho da gestão municipal de Olinda, que encarou o problema e atendeu a uma determinação da CPRH. Ressaltou ainda que, além dos ganhos ambientais,  a desativação está diretamente ligada, também, aos ganhos sociais. “Não podemos esquecer dos episódios vistos na década de 90, quando pessoas se alimentavam de restos de comida que eram retirados do lixo”, completou.

Sobre  o avanço ambiental, o presidente da CPRH destacou que o fato de não haver mais disposição dos resíduos diretamente no solo evitará a contaminação do mesmo e também das águas subterrâneas e superficiais. “Além disso, com o processo de remediação do lixão, vetores como insetos e pequenos roedores deixarão de transmitir doenças provenientes de bactérias e vírus que existem nos resíduos, deixando a população  do entorno com uma maior qualidade de vida”.

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