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Engenheiros seguem essenciais para o desenvolvimento do Brasil

Com tantas oportunidades de desenvolvimento no país, o curso de Engenharia continua entre os mais procurados e, mesmo com a crise, segue com oportunidades de expansão

Em qualquer área de atuação, profissionais proativos, flexíveis e inovadores têm lugar garantido no mercado de trabalho. Com os engenheiros não é diferente, ainda mais no cenário desafiador do país, que segue em crise, mas com um relevante déficit de infraestrutura, considerando o atual 1% do PIB do governo federal destinado a este tipo de investimento.
Para o coordenador de Engenharias da Anhanguera de Votorantim (SP), Heverton Sanches, a necessidade de desenvolvimento das bases da sociedade para atender as demandas da indústria faz com que o país precise de novos engenheiros em um curto espaço de tempo. De acordo com o Censo da Educação Superior 2016, realizado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), apenas 10 cursos concentram 51% das matrículas do país, entre eles estão Engenharia Civil e de Produção.
No que se refere às áreas de menor atratividade, o coordenador dos cursos de Engenharia de Produção e Mecânica da Anhanguera de Campo Grande (MS), Leandro Basmage, explica que a área civil perdeu mercado com a crise imobiliária e com as construções em baixa. "Os profissionais formados nos cursos de Engenharia Mecânica, Elétrica, Controle e Automação e de Produção têm flexibilidade industrial maior. A questão de atratividade sempre existirá em todas as engenharias, cada uma tem sua essência", ressalta o docente.
No interior do Brasil – região majoritariamente agrícola – recém-formados em Engenharia Mecânica, Elétrica e de Produção são muito bem-vindos. "O cenário sul-mato-grossense, por exemplo, tem seu mercado industrial baseado no setor sucroalcooleiro. São, no total, 24 usinas instaladas no estado gerando empregos diretos e indiretos", conta Leandro.
Segundo a coordenadora de Engenharia Civil da Anhanguera de Guarulhos (SP), Elizabeth Braga, o que as empresas almejam de profissionais da área são os que possuem conhecimento técnico: "ferramentas computacionais de apoio, tais como Auto Cad, Solid Work, MS-Project e, também, aqueles que tenham alguma vivência de obras, ou seja, que tenham feito estágio durante o curso".
Em qualquer tipo de engenharia, o estágio é considerado essencial para o desenvolvimento completo do profissional, pois é o momento em que ele lida com situações do dia a dia de um engenheiro formado. Além disso, o estágio na área é um dos mais bem pagos do mercado, de acordo com uma pesquisa do site empregos.com.br, publicada pelo Guia do Estudante.
Abaixo, confira três dicas do coordenador de Engenharias da Anhanguera Campo Limpo (SP), Renato Matroniani, para quem está começando agora:
  • Esteja sempre um passo à frente: o mercado brasileiro precisará ainda mais de engenheiros com o reaquecimento da economia. Por isso, não se baseie no momento atual, mas sim, na época de sua formatura.
  • Seja perseverante: não desista do seu sonho pelas dificuldades do curso, que exige esforço, dedicação e muito treino.
  • Acredite nas recompensas: são cinco anos de luta e uma vida inteira de vitórias.

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