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Mais 12 ônibus assaltados em Pernambuco. Foram 606 este ano

| Texto: Diario de Pernambuco| 

Doze ônibus foram assaltados em Pernambuco nessa quinta-feira (23/02). Três casos em Olinda, três em Jaboatão dos Guararapes, dois no Recife, dois em Paulista, um em Abreu e Lima e um em Iati, no Agreste do estado. De acordo com o Sindicato dos Rodoviários, de 1º de janeiro até ontem foram registrados 606 assaltos a ônibus. Em todo o ano de 2016 foram 1.916 casos. Em fevereiro deste ano foram 261 ocorrências, contra 75 no mesmo mês em 2016.

Imagem meramente ilustrativa. Divulgação internet.

Ontem, uma tentativa de assalto a ônibus terminou com o suspeito morto na Avenida Ayrton Sena, em Piedade, Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife (RMR). De acordo com policiais do 6º Batalhão da Polícia Militar, um passageiro teria reagido, matando o assaltante a tiros. Duas viaturas da PM foram para o local. O crime aconteceu por volta das 11h10 da manhã desta quinta-feira, em uma das avenidas mais movimentadas de Jaboatão.

O caso está sendo investigado pela delegada Beatriz Leite, titular da Delegacia de Homicídios. No local, ela disse que, de acordo com os depoimentos de testemunhas, o suspeito entrou no coletivo no Cais de Santa Rita, centro do Recife e pagou passagem normalmente. "O motorista do coletivo disse que ouviu de três a quatro disparos, mas que achou que se tratavam de fogos, porque o coletivo estava com miuitos jovens. Ele disse que ao ver algumas mulheres e a cobradora assustada, abriu as portas e todos os passageirps desceram. Ele nçao havia se dado conta de que um assalto. A pessoa que fez o disparo seria um policial a paisana, mas não sabemos se militar, civil... Esperamos que ele se apresente para prestar depoimento", disse a delegada, acrescetando que o policial teria sido ferido na cabeça e sido socorrido em um carro branco. O local foi periciado pelo Instituto de Criminalística (IC) e Instituto Tavares Buril (ITB).

FUNASE recebe pontuação máxima em transparência


Mantendo o compromisso de fomentar a cultura da transparência, a Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) recebeu nota máxima na divulgação dos seus dados públicos, em atendimento à Lei de Acesso à Informação, que em Pernambuco foi regulamentada por meio da Lei nº 14.804, de 29 de outubro de 2012 e do Decreto nº 38.787, de 30 de outubro de 2012. Ao todo, 67 órgãos e entidades públicas do Poder Executivo Estadual foram avaliados pela Secretaria da Controladoria-Geral do Estado (SCGE). Destes, 16 obtiveram a nota máxima, entre os quais está a Funase.  

A avaliação é feita anualmente e toma como base os conteúdos disponibilizados na Página de Acesso à Informação. Por meio dela o público pode ter acesso livre a diversos conteúdos da instituição, informações referentes ao recebimento e à destinação dos recursos públicos por ela recebidos, assim como saber mais sobre a sua estrutura organizacional, competências, ações e programas, licitações, contratos, detalhamento dos servidores e etc.

“Ficamos muito felizes com o resultado e vimos com isso que todos os esforços valeram à pena. É um esforço constante e diário, feito em conjunto com todos os que fazem parte da instituição. Essa é uma satisfação que é dada ao público, que pode se inteirar de tudo o que é feito pela Funase. O nosso desafio e meta é continuar nesse caminho, o que dá ainda mais credibilidade ao trabalho desenvolvido pela instituição”, destacou a responsável pelo Monitoramento de Acesso à Informação da Funase, Vilma Belfort.

A divulgação dessas informações de interesse coletivo é feita de acordo com os critérios definidos pela LAI e a avaliação da SCGE é norteada pela publicação de informações previstas no Decreto 38.787/12. O resultado completo da avaliação pode ser conferido no Portal da Transparência (www.portaldatransparencia.pe.gov.br), por meio do banner “Lei de Acesso à Informação – LAI” e em seguida clicando na aba “Avaliação das Páginas de Acesso à Informação”. Já a página de Acesso à Informação atualizada pela Funase, pode ser acessada na aba “PE e o Acesso à Informação”.

CAMAROTES PRIVADOS AVANÇAM SOBRE CALÇADAS, RUAS E PRAÇAS PÚBLICAS DO RECIFE

O prefeito Geraldo Julio (PSB) disse recentemente que não havia camarotes privados no Marco Zero. Sua assessoria o corrigiu: não existiriam camarotes privados ocupando espaços públicos. Erraram os dois, o prefeito e seus assessores. O principal polo popular do Carnaval do Recife está cercado por camarotes privados que avançam sobre espaços públicos por todos os lados.

Foto: Marco Zero Conteúdo


Exemplos são o Camarote da Skol (no prédio da Associação Comercial de Pernambuco) e o Camarote Palácio do Antigo (ex-Santander Cultural). Embora ocupem prédios privados, eles avançam sobre as calçadas em frente dos edifícios, forçando os pedestres a caminhar pela rua. O puxadinho cria uma espécie de varanda, lugar privilegiado desses camarotes VIP's. Lugar público, diga-se de passagem, ocupado pela iniciativa privada.






No próprio espaço da praça do Marco Zero, o maior de todos os camarotes locais, o do restaurante Seu Boteco, também avança alguns bons metros sobre a área. Os organizadores alegam que o espaço pertence ao próprio restaurante e que a área pública municipal se resume ao perímetro central do Marco Zero. Curiosamente (ou não) há três anos o palco central da praça, montado pela Prefeitura do Recife, mudou de lugar, garantindo aos “clientes-foliões” do Seu Boteco uma visão frontal para os shows pagos com recursos públicos, mesmo privilégio dos clientes dos camarotes Skol e do Palácio do Antigo.

Frequentar um desses camarotes privados que avançam sobre as calçadas públicas não é para qualquer um. O camarote Skol está aberto apenas para convidados. Tem espaço de bar, salão de beleza, praça de alimentação e shows. Nada menos do que 12 artistas se apresentarão na área interna. O camarote Palácio do Antigo, que “estreia” em 2017, segue a mesma linha do vizinho: open bar, buffet, spa e shows privativos ao vivo. Aberto também apenas para convidados. Já a entrada no Camarote Seu Boteco custa entre R$ 280,00 (mulheres) e R$ 300,00 (homens) por dia.
A prática de avançar sobre as calçadas públicas não é monopólio de camarotes privados. O mesmo expediente é praticado no Camarote instalado no prédio federal da Caixa Cultural. Bem ao lado dos camarotes da Skol e do Palácio do Antigo.
A cerca de 500 metros dali o Camarote Parador (que vende 4 mil ingressos por dia entre R$ 270,00 e R$ 350,00 cada um) ocupa espaço público pertencente ao Estado, mas arrendado a um consórcio privado, que subloca o terreno em local privilegiado para outro grupo empresarial. Os tapumes metálicos do Parador também invadem parte do espaço de passagem dos pedestres. Do lado de fora, 40 banheiros químicos instalados pelo Poder Público vão atender aos clientes da Casa de Shows. Pesam ainda sobre o erário o reforço na segurança pública e no ordenamento de trânsito do local.
O avanço do interesse privado sobre o espaço público é ainda maior no trajeto do desfile do Galo da Madrugada. Cerca de 70 metros de uma das faixas da Avenida Dantas Barreto estão tomados por uma megaestrutura de luxo do Camarote Spettus (ingressos a R$ 500,00). Numa das áreas por onde mais circulam ônibus no Recife e o comércio ambulante impera, o caos comum de todo dia se transformou em inferno para os pedestres e usuários de transporte público com a instalação do camarote VIP. Eles não só perderam metade do espaço de circulação na própria avenida, como toda a calçada central foi também tomada pelo camarote privado.
Curioso é que a poucos metros dali, há três anos, a Rede Globo teve que desmobilizar o Camarote montado durante 15 Carnavais na Praça da Independência, pressionada por entidades civis que reclamavam da ocupação indevida do espaço público. Agora, tudo se repete com o Camarote Spettus em seu terceiro ano de funcionamento.
Na Praça Sérgio Loreto, no Bairro de São José, o esquema é o mesmo. Dividida ao meio pela Rua Imperial, a Praça é completamente ocupada dos dois lados por camarotes privados. Num lado, o Camarote Oficial do Galo e o Camarote do Downtown (R$ 320,00 o ingresso individual), do outro 66 camarotes pertencentes ao Galo e vendidos ao público por valores entre R$ 7 mil e R$ 9 mil. Com 20 lugares cada um. As instalações privadas ocupam toda a praça e avançam pelas calçadas. Aos pedestres, restam as ruas e o buzinaço dos motoristas irritados que não querem dividir o espaço dos seus automóveis com os sem-calçadas.
Em todo o trajeto da Rua Imperial e da Avenida Sul, por onde se realizará o desfile do Galo, no sábado (25), é possível constatar a tomada de calçadas por camarotes privados instalados para dar “conforto e visão privilegiada” aos foliões dispostos a gastar entre R$ 160,00 e R$ 500,00. O maior deles nesta região é o Camarote do Balança a Rolha, situado embaixo do Viaduto Capitão Temudo. Ao lado, o Camarote Estação Frevo ocupou boa parte da faixa de circulação dos pedestres, num local onde os carros trafegam em alta velocidade.
Na Avenida Sul, o Camarote Privado Partiu Galo, não satisfeito em ocupar com a sua estrutura todo o espaço das calçadas ainda criou um improvisado estacionamento de veículos cercado por grades em plena Avenida Sul. Sem fiscalização, os abusos não parecem ter limites. Sem transparência, a sociedade fica sem saber com clareza quem está lucrando com tudo isso.
Os terrenos públicos ocupados por camarotes privados na Avenida Dantas Barreto, Praça Sérgio Loreto e Avenida Sul são cedidos pela Prefeitura do Recife por meio de “termo de permissão de bem público de uso comum do povo” ao Galo da Madrugada, que os subloca para outras empresas privadas fazerem a exploração da venda de ingressos e bebidas. Em troca, a Prefeitura recebe 20% do espaço publicitário de divulgação nas fachadas do Camarote Oficial do próprio Galo.
Numa cidade conhecida nacionalmente pelo Carnaval popular e democrático, uma pergunta fica no ar: os interesses privados estão prevalecendo sobre o interesse público no Recife?

Blocos Patusco e Patusquinho desfilam nas ladeiras de Olinda no Carnaval

O Bloco Patusquinho desfila no sábado (25) de Zé Pereira, às 14h, com saída do Polo Infantil, na Praça da Preguiça, em Olinda. O bloco contará com 45 crianças, moradoras da comunidade da Ilha do Maruim - em Olinda - e filhos dos integrantes do Bloco Patusco.

Percurso: Polo Infantil, na Praça da Preguiça, Pátio de São Pedro, Prudente de Morais, Quatro Cantos e Rua do Amparo.


Bloco Patusco desfila nas ladeiras de Olinda no domingo e na terça-feira de Carnaval
Saída será às 8h59, da Casa do Patusco, na Rua do Amparo; repertório traz novidade, a canção autoral “Show, alegria e paixão”


Tradição há 55 anos no Carnaval, o Bloco do Grupo Anárquico Místico Carnavalesco Patusco desfila pelas ladeiras de Olinda no domingo (26) e na terça-feira (28). Nos dois dias de folia, o grupo sairá ás 8h59 da Casa do Patusco, localizada na Rua do Amparo (ao lado da Igreja de Nossa Senhora do Amparo). O local continua sendo o quartel general do Patusco durante o período momesco, servindo também como ponto de apoio e camarote.

No repertório, o grupo traz novidade, a canção autoral “Show, alegria e paixão”, além de músicas de O Rappa, Paralamas do Sucesso, Jorge & Mateus, Lulu Santos, Vanessa da Mata e muitos outros. O Mascote do Patusco, boneco em forma de Pato (símbolo do bloco), que foi confeccionado por um artista plástico no estado do Paraná, estará presente no desfile.

O bloco contará com a bateria completa, formada por mais de 180 pessoas, incluindo madrinha, rainha, princesa, porta-estandarte e a Ala da “Velha Guarda”, esta última composta por diretores e antigos membros da agremiação. Todos os integrantes estarão vestidos nas cores do grupo, verde e preto, e os instrumentos também estarão nas mesmas cores. A expectativa da diretoria é que uma multidão de foliões acompanhe o desfile, como já é tradição todos os anos.

Percurso:

Domingo (26): Rua do Amparo, Quatro Cantos, Ribeira, Rua de São Bento, Prefeitura de Olinda, 27 de Janeiro, Pátio de São Pedro, Prudente de Morais, Quatro Cantos e Rua do Amparo.

Terça (28): Rua do Amparo, Quatro Cantos, Ribeira, Rua de São Bento, Prefeitura de Olinda, 27 de Janeiro, Pátio de São Pedro, Prudente de Morais, Quatro Cantos e Rua do Amparo.



HISTÓRIA DO BLOCO PATUSCO

A história do surgimento do Grupo Anárquico Místico Carnavalesco Patusco se confunde com a do Carnaval de Olinda e tudo foi graças ao carnavalesco “Tuca”. Natural de Olinda, Itacy Vasconcelos Guimarães (Tuca), filho de Maria de Lourdes Vasconcelos Guimarães e Antonino da Silva Matos Peixoto Guimarães, casado e pai de cinco filhos, ainda quando criança era levado pela sua mãe para assistir as festas de momo do Recife*. Muitas vezes pelo fascínio que o Carnaval lhe provocava, ele dava umas escapadas para acompanhar os blocos de sujo e as “La Ursa”, que pelo seu colorido e irreverência já encantava o pequeno.

*Nessa época o Carnaval de Olinda ainda tinha pouca projeção.

Com o crescimento do Carnaval de Olinda, esse autêntico folião criado respirando essa festa e residindo no foco da folia olindense, não poderia fugir a regra: na adolescência começou a confeccionar máscaras, inspirado pelas imagens dos carnavais guardados em sua mente quando criança. Essas máscaras inicialmente foram confeccionadas de papel e cartolina, porém, com o tempo e com o advento do mela mela, Tuca passou a fazer fantasias e máscaras em plástico, ideia bastante inovadora até os dias atuais. Ele fundou o primeiro bloco no seio do clã Vasconcelos Guimarães.

Das fantasias idealizadas por ele, pode-se destacar as araras, papagaios, pingüins e a de pato, sendo esta última, no Carnaval de 1972, a responsável pelo nome do grupo “PATUSCO” e que passaria a ser destaque por toda mídia pela forma irreverente de se fazer Carnaval.

1972 - O Carnaval de Olinda ainda não tinha assumido o caráter eminentemente popular que o caracteriza até hoje. Neste ano, estava ocorrendo em Olinda um concurso de fantasias de grupo promovido pela EMPETUR e era necessário colocar um nome no ato da inscrição. Tuca estava participando do concurso e como havia escolhido a fantasia de pato, foi decidido que o nome do grupo deveria lembrar pato. Daí, então, que surgiu a palavra PATUSCO; adj. e sm – “Que ou aquele que gosta de patuscada, ajuntamento festivo de pessoas reunidas para comer, beber e se divertir”.

Assim estava determinado nesses 10 (dez) anos que aquele sonho de menino de se fazer um carnaval irreverente e alegre já dava sinais de que um nascera para o outro e que muito ainda viria a ser feito por esse criativo mestre de Carnaval. Com o fim do mela-mela, Tuca mais uma vez deu mostra de sua futurista visão anárquica e mística do qual o Carnaval de Olinda passaria a ser conhecido 30 anos depois.

A partir de 1984, o artista passou a produzir as máscaras dos integrantes do grupo, reproduzindo em papel machê o rosto dos presidenciáveis e logo os temas políticos se tornaram os motes preferidos do divertido Patusco, criado e até hoje coordenado pelo presidente Tuca.

Sempre passando por dificuldades para levar o Grupo às ruas da Cidade Alta, porque a cada ano ele aumentava, Tuca anteviu que precisava ter seu próprio som para emoldurar o Carnaval teatral do Patusco. Como as orquestras de frevo eram insuficientes para atender toda a demanda dos blocos que a cada ano cresciam mais, Tuca viu no samba uma forma mais barata de se fazer Carnaval e ao mesmo tempo mostrar que a folia era multicultural, e que Pernambuco não era apenas frevo. O povo gostou e agradeceu, requisitando hoje em dia o Patusco até para festas de casamento.

Tuca, esse “Alquimista de Carnaval”, vem demonstrando ao longo dos 50 anos de folia (ininterruptos) de seu Patusco, que essa forma simples, característica nata de sua personalidade e a total doação por amor a uma cidade que passou a ser cúmplice de sua aflorada criatividade, consegue manter o grupo como figura de destaque no cenário carnavalesco olindense. Essa identificação dele com o Patusco é tão grande, que hoje fica difícil falar de um e não falar do outro e nessa forma paternal de administrar, conseguiu criar um grau de fidelização com os desfilantes e simpatizantes que é de causar inveja a qualquer grupo empresarial, comprovando que o que mais interessa para ele é sempre manter viva a filosofia que deu origem ao Patusco, fazendo com que, no bloco, todo mundo seja amigo do amigo de alguém. A irreverência e a protagonização do futuro surgido principalmente das ideias do fundador Tuca foram retratadas sempre com muito humor através das inúmeras sátiras políticas apresentadas pelo Patusco durante os carnavais, como: 


1984 – Os Presidenciáveis
1985 – Os Escandalosos
1986 – A Nova República
1987 – A Cruzada dos Cruzados
1988 – O Centrão na Constituinte
1989 – Brazil Colônia
1990 – Nos Bastidores de uma Eleição
1991 – O Futuro dos Descamisados
1992 – O Reflexo da Culpa
1993 – É Folia de Cara Pintada
1994 – Contos de Fatos
1995 – Brasil Senzala: Uma (R$) Real Escravidão
1996 – As Telecomunicações ENTREGANDO o Brasil ao Mundo
1997 – O Brasil do Fernando em Preto e Branco
1998 – Nós, os Bobos, na Corte do Real
1999 – Brasil: 500 anos de Exploração (de um Povo)
2000 – Tupiniquins na Terra do Faz de Conta
2001 – O Juiz Lalau Decreta: Viva a Safadeza

2002 – Brasil de Cara Limpa e Lavada

Bloco Não Acredito que te Beijei terá os cantores Dorgival Dantas e Jonas Esticado como atrações principais


Bloco Não Acredito que te Beijei terá os cantores Dorgival Dantas e Jonas Esticado como atrações principais
Festa acontece no sábado pós-carnaval, dia 4 de março, a partir das 17h, no Clube Internacional do Recife

O Carnaval ainda nem começou, mas já tem bloco preparado pra prolongar a folia. É o caso da 12ª edição do Não Acredito que te Beijei, que acontece no dia 4 de março, a partir das 17h, no Clube Internacional do Recife. As atrações principais da festa são os cantores Dorgival Dantas e Jonas