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Dicas de especialista em segurança para evitar roubos

Chegamos em junho e algumas quermesses e festas juninas já começam esse final de semana. Em alguns lugares do país, o evento atrai milhares de pessoas e pensando nisso o especialista em segurança do GRUPO GR, Marcos Roberto de Araújo, separou algumas dicas para a população, principalmente para pais com as crianças, para se prevenirem de roubos e furtos durante os festejos.
O que acha de aproveitar essas dicas para ajudar a todos aproveitarem a festa com segurança?
Abraços,
Ana |Visar Planejamento |11 3079 0123
Festas Juninas: Dicas de Segurança do GRUPO GR durante o evento
Cuidado com crianças:
- Oriente seus filhos a utilizarem com discrição os celulares e demais equipamentos eletrônicos, pois as crianças são vítimas potenciais dos bandidos, principalmente por não oferecerem maior resistência.
- Ao retornar para sua residência notando algum sinal estranho (porta aberta, luzes acesas, etc.), não entre em casa, chame a polícia. Não deixe de comunicar a presença de elementos suspeitos nas proximidades de sua casa.
- Evite mexer em bolsas ou carteiras para entregar dinheiro às crianças, seja na saída de casa, no trânsito ou nas proximidades do evento, pois os assaltantes estão sempre esperando uma oportunidade. Opte por entregar o dinheiro para a criança antes de sair de casa.
- Ensine a criança para que ela aprenda o próprio endereço, telefone, nome dos pais, nome dos responsáveis, e que procure um policial caso se sinta perdida, assustada ou ameaçada. A criança também deve ser orientada a evitar contato com pessoas estranhas, aceitar caronas, alimentos ou presentes.
Durante a festa junina:
- Não saia também com grandes quantias de dinheiro ou cartões de crédito se não houver necessidade e não abra a carteira ou a bolsa na frente de estranhos.
- Não use bolsos traseiros para carregar carteira ou dinheiro.
- Previna-se contra a ação dos marginais não ostentando objetos de valor como relógios, joias, pulseiras, celulares, tablets, colares, etc.
- Evite transitar em ruas ou praças mal iluminadas.
- Se sentir que está sendo seguido, entre em algum estabelecimento comercial ou atravesse a rua.
- Evitar comprar e consumir alimentos e bebidas alcoólicas de fontes não confiáveis, principalmente ambulantes. Não se sabe a procedência nem tão pouco como é sua manipulação e preparo. Com isso se evita problemas com intoxicação.
- Ao sair sozinho, procure sempre ficar no centro da calçada e na direção contrária ao trânsito. Fica mais fácil perceber a aproximação de um veículo suspeito.
No trajeto, em transportes públicos:
- Cuidado com bolsas ou mochilas transparentes, pois o marginal vai perceber que você leva documentos, dinheiro, aparelho celular, etc.
- Procure não dormir durante o percurso, pois os meliantes aproveitam-se deste momento para realizar o furto.
- Dentro do coletivo mantenha a bolsa, carteira, pacotes ou sacolas na frente do seu corpo.
- Em ônibus com poucos passageiros, procure viajar próximo ao motorista.
- Ande sempre com o dinheiro da passagem contado ou dê preferência ao vale transporte.
- Evite ficar sozinho em pontos de ônibus isolados.
Com celulares e smartphones:
- Atender o celular na rua, deixa o usuário distraído e, ao mesmo tempo, vulnerável.
- Não use celular na cintura e/ou em bolsos, pois permitem que os assaltantes o furtem com facilidade.
- Para evitar chamar atenção, coloque seu aparelho no modo vibratório ou silencioso.
- Nunca o deixe o celular à mostra.
- Não deixe seu celular sobre mesas, balcões e cadeiras de restaurantes ou lojas, pois os meliantes aproveitam qualquer descuido para furtá-los.

Sobre o GRUPO GR
O GRUPO GR é hoje uma das empresas mais consolidadas no setor de segurança privada e terceirização de serviços. Com 25 anos de atuação e presente em 12 Estados, o GRUPO GR tem um sistema rigoroso de treinamento (teórico, físico e comportamental) que envolve técnicas de aperfeiçoamento operacional, postura e comportamento, modernos conceitos, treinamento nas áreas de segurança, portaria, recepção e limpeza.
Seu principal objetivo está em oferecer soluções customizadas e integradas que aumentem a produtividade e reduzam custos. A empresa promove a capacitação e a reciclagem permanente de seus funcionários, também instruídos através de simulações variadas para solucionar uma tentativa de assalto ou invasão, situações atípicas como ocorrências e possíveis falhas na segurança (equipamentos e fator humano) e procedimentos em casos de emergência.
Além disso, conta também com serviços de Segurança Eletrônica, sempre atenta às novas tecnologias de prevenção e proteção de pessoas e patrimônios.
Com mais de 1.100 clientes ativos e milhares de colaboradores, o GRUPO GR é referência em seu setor de atuação, atendendo com eficácia condomínios (residenciais e comerciais), indústrias, hospitais, shopping centers, instituições de ensino, sites logísticos, redes de lojas, construtoras, facilities e empresas de diversos portes e segmentos.
Em 2015, o GRUPO GR conquistou o Top of Mind de RH e, em 2016, conquistou a Certificação de MELHORES EMPRESAS EM SATISFAÇÃO DO CLIENTE.

Clube das Pás arrecada donativos para os desabrigados da Zona da Mata Sul de Pernambuco

Alimentos, agasalhos, móveis e eletrodomésticos poderão ser trocados pelos ingressos dos shows desta semana

 
O Clube das Pás arrecada donativos para as famílias desabrigadas dos municípios da Zona da Mata Sul de Pernambuco, em decorrência das chuvas ocorridas nos últimos dias. Durante esta semana, a entrada para os shows do clube, na sexta e no sábado, será por meio de doação de alimentos não perecíveis, agasalhos, colchões, cobertores, móveis e até eletrodomésticos.

A programação da casa é: na sexta (2), o cantor Irmão do Brega se apresenta, a partir das 17h e no sábado (3), a casa realiza o seu pré-São João, com grande show do cantor Rodrigo Raposo, que receberá como convidados Nádia Maia, Ed Carlos e Mahatma Costa, a partir das 21h. A Orquestra das Pás estará presente nos dois dias.

“As pessoas podem levar suas doações a qualquer hora. O clube estará aberto para receber os donativos, que serão trocados por ingressos. Quem preferir também pode levar na hora do evento. O importante é reforçarmos essa corrente e ajudar nossos irmãos que estão precisando de nossa ajuda na Mata Sul”, afirma o presidente do Clube das Pás, Rinaldo Lima.


Serviço 1 - Sexta (dia 2):

Irmão do Brega e a Orquestra das Pás
Local: Clube das Pás, na Rua Odorico Mendes, nº 263 - Campo Grande, Recife
Sexta (2) | 17h
Informações: (81) 3242-7522

Serviço 2 - Sábado (dia 3):

Pré-São João - show de Rodrigo Raposo
Local: Clube das Pás, na Rua Odorico Mendes, nº 263 - Campo Grande, Recife
Sábado (3) | 21h
Informações: (81) 3242-7522

Almir Rouche se apresenta no 16º Forró do Nacc

O cantor Almir Rouche será uma das atrações do 16º Forró do Nacc, que acontece nesta sexta (2), às 20h, na AABB. No repertório, o artista entoará canções juninas. 

O ingresso individual custa R$ 40. A AABB fica na Av. Dr. Malaquias, 204 - Graças, Recife. Mais informações pelo telefone (81) 3267-9200. 

Alagamentos trazem risco de doenças

Com a chegada das chuvas, é importante ficar atento em relação às doenças típicas do período

Pernambuco já começa a sofrer com os problemas causados pela chuva e pelos alagamentos, que trazem, além dos problemas socioeconômicos, doenças infectocontagiosas típicas da temporada como, por exemplo, leptospirose, diarreia e hepatite A. A médica Andrezza de Vasconcelos, infectologista do Hospital Jayme da Fonte, alerta que muitos dos registros dessas doenças acontecem com o início das chuvas. Por isso, é importante ficar atento às formas de transmissão e tratamento.

Leptospirose - é causada por uma bactéria presente na urina dos ratos. As chuvas trazem à superfície toda a água contaminada nos esgotos, córregos e galerias pluviais o que propicia a disseminação da bactéria causadora da doença nas águas das enchentes. “Em caso de inundações, deve ser evitada a exposição desnecessária à água ou à lama. Pessoas que se expuserem ao contato com água e terrenos alagados devem utilizar roupas e calçados impermeáveis”, alerta a médica. No caso de exposição, deve-se estar ciente se há presença de pequenos ferimentos na pele, pois estes facilitam a penetração da bactéria, que pode ocorrer também através da pele íntegra, quando a exposição é prolongada. 

A maioria das pessoas infectadas desenvolve manifestações discretas ou não apresenta sintomas. Os sintomas iniciais são febre alta de início súbito, sensação de mal estar, dor de cabeça constante e acentuada, dor muscular intensa, cansaço e calafrios. Dor abdominal, náuseas, vômitos e diarréia podem levar à desidratação. É comum que os pacientes mais graves apresentem icterícia. Trata-se de uma doença com baixa letalidade, porém quando relacionada às complicações dos casos graves como hemorragia pulmonar, insuficiência renal aguda, tem letalidade de até 50%.

Diarreias infecciosas – podem acontecer por ingestão de água de enchentes ou contato dessas águas com pele e mucosas. O quadro clínico é composto por aumento do número de evacuações, dor abdominal, febre, náuseas, vômitos. Pode complicar com desidratação. Em relação ao tratamento, deve-se reforçar a hidratação, tratar a dor, febre e os vômitos. Só o médico pode avaliar quanto à necessidade de antibióticos.

Hepatite A – como se trata de uma doença de transmissão fecal-oral, a água das enchentes pode estar contaminada pelo vírus da hepatite A e transmitir essa patologia. O quadro clínico varia bastante podendo chegar à hepatite fulminante, que é potencialmente fatal. Os sintomas característicos são febre baixa, cansaço, falta de apetite, icterícia, dor abdominal, náuseas, vômitos, fezes amareladas ou esbranquiçadas e urina escura. Não tem tratamento específico e nos casos fulminantes está indicado o transplante de fígado.

Vítimas inocentes

Paiva Netto


O Dia Internacional das Crianças Inocentes Vítimas de Agressão (4 de junho), instituído pelas Nações Unidas em 19 de agosto de 1982, teve inicialmente o propósito de chamar a atenção para o drama dos milhões de pequeninos que sofrem os efeitos da guerra, muita vez perdendo suas vidas.
Os cidadãos de bem, em toda parte, não podem ficar surdos aos gritos de dor desses inocentes. Trata-se de patrimônio humano, garantia de futuro — que desejamos mais feliz — da civilização.
Mas o despertar da sociedade deve abranger igualmente as crianças que padecem de agressão nos próprios lares, nas escolas, nas ruas, mesmo em países não considerados campos de guerra declarada, e as sacrificadas pelo horrendo tráfico de órgãos, ou, ainda antes de nascerem, pelo procedimento criminoso do aborto.

O psicólogo dr. Pedro Lagatta, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV/USP), em entrevista ao programa Viver é Melhor, da Boa Vontade TV (Oi TV — Canal 212 — e Net Brasil/Claro TV — Canal 196), expôs aos telespectadores várias faces da violência que acomete as crianças, sejam elas físicas ou emocionais; incluídos aí o execrável abuso sexual e o perverso bullying. Tudo isso com consequências dolorosas e duradouras.

Trago-lhes hoje esclarecimento importante do dr. Lagatta, em que ele procura estabelecer um diferencial em torno da polêmica e famosa palmada, ainda em uso por muitos pais na educação dos filhos. "Palmada é um termo bem ruim; é um eufemismo que tenta de alguma maneira esconder o que acontece realmente nas casas. Quando a gente fala que as crianças apanham de chinelo e objetos duros, o que acontece é um sistemático espancamento. Palmada parece que os pais só vão lá e dão umas palmadinhas para fazer a criança parar de chorar, mas muitas vezes não se trata disso, se trata da autorização para a violência, uma violência séria".

O tema merece de pais e educadores vigilância constante quanto aos limites que devem ser absolutamente respeitados. Corrigir não significa agredir. É o que defende a Pedagogia do Afeto, que desenvolvemos na rede de ensino da LBV.

A sabedoria popular ilustra bem ao comparar as crianças com a argila, pronta para ser moldada. Ora, os melhores jarros, as mais belas cerâmicas carecem de cuidados específicos em sua confecção. Se o oleiro não souber unir disciplina e carinho, o trabalho apresentará defeitos indesejáveis.


José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor. paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

John Mayer no Brasil: Clientes do Banco do Brasil poderão resgatar ingressos utilizando pontos Livelo

O cantor passará por cinco cidades brasileiras com a turnê mundial “The Search For Everything”. Clientes livelo do Banco do Brasil terão condições especiais
São Paulo, 02 de junho de 2017 – Os clientes do Banco do Brasil terão a oportunidade de resgatar ingressos para os shows do John Mayer no Brasil por meio da Livelo. Os ingressos serão vendidos a preços especiais, a partir de 5.500 pontos e serão limitados ao estoque.
Um diferencial que a Livelo oferece para usuários é a opção de usar o resgate utilizando Pontos + Dinheiro, assim, caso o usuário não possua a quantidade de pontos suficiente para adquirir o ingresso, ele pode completar o valor utilizando cartão de crédito.
Os valores dos resgates e a abertura das vendas serão diferentes para cada show. Em São Paulo será possível trocar pontos por ingressos a partir do dia 02 de junho. Já os ingressos para Curitiba estarão disponíveis no dia 03 de junho.
O cantor fechará sua passagem pelo Brasil com um show no Rio de Janeiro e os ingressos estarão disponíveis na Livelo no dia 19 de junho. Para o show de Belo Horizonte, os resgates dos ingressos terão início em 20 de junho. Na mesma data, estarão disponíveis os ingressos para o show de Porto Alegre.
As apresentações acontecerão nos dias 18/10, no Allianz Parque, em São Paulo, 20/10, na Esplanada do Mineirão, em Belo Horizonte, no dia 22/10, na Pedreira, em Curitiba, em 24/10, no Anfiteatro do Beira Rio, em Porto Alegre, e no dia 27/10, na Jeneusse Arena, no Rio de Janeiro.
Sobre a Livelo
Criada em 2014 a partir da união entre Banco do Brasil e Bradesco, a Livelo tem mais de 14 milhões de clientes e 27 parceiros. A empresa iniciou suas operações em 2016 com o objetivo de oferecer a melhor experiência no resgate de pontos ao consumidor brasileiro, com diversos produtos e serviços reunidos em um marketplace próprio. Atualmente, a Livelo tem parcerias estratégicas com grandes empresas como Fast Shop, Netshoes, Pão de Açúcar Mais, Clube Extra, Extra.com, PontoFrio.com, CasasBahia.com, Magazine Luiza, Satelital, Shell, M4U (Recarga de Celular Vivo/Claro/Tim/Oi), CVC, WLC, Le Club AccorHotels, Multiplus, Smiles, Tudo Azul, Amigo Avianca, Vitória TAP e Dotz. Além disso, também é possível fazer doações de pontos para os parceiros AACD, Casa Hope, Graacc, Apae, Doutores da Alegria, Unicef e Médicos Sem Fronteiras.

Dermatologistas condenam nova moda de tatuagem para cobrir olheiras

Técnica não tem eficácia comprovada cientificamente e pode levar a alergias, manchas e até impedir intervenções futuras de tratamentos dermatológicos. Especialista Livia Pino faz alertas para os pacientes

Vai ano, vem ano e no mundo da estética e da beleza sempre surge alguma novidade que promete resolver problemas e incômodos como num passe de mágica. A cada nova onda, os especialistas ficam de cabelo em pé. No último verão foi o tal do bronzeamento com fita isolante, com consequentes relatos de queimaduras grave na pele de diversos clientes. A bola da vez são as olheiras. As rodelas de pepino e batata sobre a área - dicas do tempo das avós - foram substituidas por tatuagem na área abaixo dos olhos para cobrir os tons arroxeados ou amarronzados. Com custos que variam entre R$ 1 mil e R$ 15 mil, prometem acabar com o semblante cansado das pessoas.
Não é bem assim. A dermatologista Livia Pino, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e professora da Universidade de Medicina de Valença, chama atenção para os diversos riscos de optar por procedimentos como esse.
"Nós dermatolgistas desaconselhamos fazer a técnica da tatuagem nas olheiras. Essa região abaixo dos olhos é uma das áreas mais finas da pele do nosso corpo, com grande possibilidade de desenvolver alergias. Mesmo um tatuador muito experiente corre o risco de colocar algum pigmento ali e estourar um vaso. Isso vai derramar sangue e vai tatuar um outro pigmento, que é o ferro contido dentro da hemácia e isso pode deixar a olheira mais escura definitivamente. Neste caso, esse pigmento é praticamente impossível de tirar", esclarece a dra Livia Pino.
A médica explica que até existem ácidos que poderiam ser usados para tentar diminuir o efeito de uma tatuagem na região das olheiras, mas que as respostas não são tão boas assim. Na maioria dos casos, melhora, mas não resolve totalmente.
Outra observação feita pela especialista é sobre a dificuldade de achar uma tinta que seja exatamente da mesma tonalidade da pele de cada pessoa.
"Se com o corretivo, que temos uma infinidade enorme de opções de cores e marcas já temos essa dificuldade, imagina uma tinta que fica permanente na pele! E vale lembrar que as olheiras mudam de cor de acordo com vários fatores, tais como sono e estresse. Essa olheira pode ficar mais escura um dia e mais clara no outro tornando muito complicado conseguir colocar uma tonalidade permanente nesta tatuagem", alerta a dermatologista Livia Pino.
Fator sol - Os especialistas chamam atenção também para o fator sol; importante de se levar em conta por vivermos no Brasil, um país tropical com alta incidência de radiação solar o ano todo.
"Se a pessoa fizer a tatuagem e se expor minimamente ao sol, a pele vai ficar bronzeada e a área que tem o pigmento da tatuagem, não. Essa é uma região muito nobre do rosto, no meio da face, que chama bastante atenção. A tatuagem não muda de cor com o sol e não o bloqueia. Qualquer intervenção estética tem que se levar em conta que o organismo nunca vai cessar o processo de envelhecimento. A pele vai envelhecer e a tinta também. A olheira tatuada terá essa tinta microfagocitada com o passar do tempo e, como qualquer tatuagem, vai ficando borrada", revela dra Livia.
As causas das olheiras são as mais diversas e isso é preponderante para o sucesso de qualquer tratamento. O escurecimento da área dos olhos pode ocorrer devido a várias circunstâncias passageiras como cansaço, privação do sono, fatores morfológicos, genéticos, processo de envelhecimento. O ideal é que se trate essa região e existem vários tipos de técnicas seguras e com eficácia comprovada como preenchimento e laser.
Perfil – Livia Pino é médica dermatologista, membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Graduada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ, tem pós-graduação em Dermatologia pela Policlínica Geral do Rio de Janeiro. Livia atua ainda como professora da Faculdade de Medicina de Valença e Preceptora do ambulatório de Pós-Graduação em Dermatologia da Policlínica Geral do Rio de Janeiro.


Contrato de namoro não existe

*por Paulo Akiyama
Dia dos namorados está chegando. Já posso imaginar as filas intermináveis em restaurantes e bares. O coletivo imaginário já sabe como será o final da noite. Enquanto tudo são flores, o relacionamento do casal coleciona dias de carinho e afeto.
Porém, quando ocorre o término deste relacionamento, seja lá qual for o motivo ou motivos, uma das partes passa a externar descontentamento apostando na justiça uma forma de se vingar. Péssima ideia.
Além da proximidade da data, decidi escrever sobre o assunto porque tenho recebido em meu escritório inúmeros telefonemas com esse tipo de questionamento, de pessoas que, inclusive, têm praticado a contratação de namoro, por meio de escritura pública, outras por instrumento particular, buscando assim uma “blindagem” patrimonial para garantir, no caso da falência do namoro, que não ocorra arguição judicial de união estável e, portanto, ter que dividir seu patrimônio.
Vamos lembrar sobre os princípios do que se trata namorar. Entende-se como o encontro de duas pessoas que pretendem se conhecer melhor, em que há uma atração física e emocional, além do compartilhamento de ideias, desejos, amigos, ou seja, atividades e coisas em comum.
Quando saem ou viajam, dividem despesas. Coisa que no século anterior seria descabido, pois o homem era visto como o único provedor. Mais normal ainda, nos dias de hoje, os casais dormirem na casa de um ou do outro, passando mais tempos juntos inclusive durante a semana.
A partir daí, passam a se apresentarem como namorados. Apesar de todos saberem da convivência, não há intenção clara de constituir família, apenas de se manter um relacionamento sadio e amoroso.
A convivência de casais, como namorados, é muito comum nos dias de hoje. Diferente de antigamente, o namorado não solicita autorização dos pais da namorada. Muito menos, aquele namorico no sofá de casa, com a mãe ou o irmão mais novo, sentado e vigiando, ou quando os passeios eram acompanhados por algum “olheiro”. No máximo, era ir ao cinema e, quando muito mais avançado, a um baile. O objetivo era claro, havia interesse de conhecerem-se melhor, noivarem e casarem-se.
Hoje, há inúmeros namoros que ocorrem na faixa dos 30 aos 40 anos onde a maioria já possui uma vida financeira definida. Muitos são profissionais liberais, empresários, entre outras atividades.
Namorar, neste contexto, pode gerar dúvidas quando um dos dois conquista patrimônio ao longo do relacionamento e pensa que poderá ocorrer uma disputa futura, caso ocorra o término do “namoro”. Aquele que se sentir ofendido por conta do encerramento, acredita que pode ingressar com uma ação judicial e arguir a união estável como forma de retaliação, muito mais do que realmente desejar reconhecer a união estável.
Juridicamente falando, é possível classificar como namoro qualificado, que é aquele que se chama hoje em dia de namoro ao pé da letra, ou seja, há relacionamento íntimo, frequentam lugares e são vistos juntos demonstrando para a sociedade que possuem um relacionamento amoroso e firme. Porém, isto não define que ambos possuem a intenção de constituir família, o que é a diferença subjetiva entre namoro qualificado e união estável.
Enquanto o casal não possuir a vontade de constituir família, não se pode afirmar que há uma união estável. Para isso, devem transmitir e agirem com esta finalidade, ou seja, planejam ter filhos, tomam decisões em conjunto, querem conviver maritalmente e de forma duradoura, o que é diferente de estar no contexto de namorar simplesmente.
As pessoas são livres para contratarem entre si, criando obrigações. A expressão em latim pacta sunt servandasignifica que o contrato estabelece lei entre as partes. Mas é bom lembrar que esse instrumento deve ser elaborado para reconhecer direitos previstos em lei, e não meramente para “colocar no papel” aquilo que entendem ser.
O contrato de namoro não existe em nosso ordenamento jurídico, portanto, não é admitido a sua discussão jurídica em eventual ação judicial. Há inúmeros votos de desembargadores e ministros dos tribunais superiores que refutam veementemente esta modalidade de contrato, inúmeros acórdãos de nossos tribunais sobre o tema são claros da inadmissibilidade do contrato de namoro. Porém, de forma empírica, muitos se utilizam do expediente do contrato de namoro para instruírem os processos em defesa para o não reconhecimento da união estável.
Não se pode esquecer que, o namoro ao se iniciar, o casal não possuía a intenção de constituir família, porém, ao longo do relacionamento, decidem por constituir família, o que leva cair por terra o que foi contratado anteriormente. Da mesma forma, o casal inicia um namoro, mantem este relacionamento por meses, anos, mas jamais tiveram a intenção de constituírem família. Neste caso não se pode arguir, por qualquer uma das partes, o reconhecimento da união estável.
O art. 1.723 do código civil é claro no seu texto: “ É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família.”
Vejam que a própria lei assim prevê, ou seja, namorar não é a intenção de constituir família. Pode ser entendido, namorar, como meio do casal melhor se conhecer, passar momentos juntos, mas não necessariamente ter filhos e ou constituírem uma família.
Chamamos a atenção que a vida real não é igual aos filmes americanos, que passam a ideia de que se pode contratar um relacionamento. Aqui no Brasil, a vida real fora das telas é diferente. A nossa legislação não prevê tal situação. Então, antes de começar o namoro é bom deixar claro durante uma boa “ DR” quais as reais intenções, e não contar com a ajuda da justiça para isso.
*Paulo Eduardo Akiyama é formado direito desde 1984. É palestrante, autor de artigos, sócio do escritório Akiyama Advogados Associados. Para mais informações acesse http://www.akiyamaadvogadosemsaopaulo.com.br/ ou entre em contato pelo 11-3675-8600.

MPT , TST e Ministério do Trabalho lançam a II Semana Nacional da Aprendizagem

O foco dos eventos, a serem realizados em todo o país de 12 a 16 de junho, é a conscientização dos empregadores

Brasília - Com o objetivo de estimular e conscientizar as empresas brasileiras sobre a importância da aprendizagem como alternativa ao trabalho ilegal de adolescentes, o Ministério Público do Trabalho (MPT), em parceria com o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Ministério do Trabalho (MTE) promovem, de 12 a 16 de junho, a II Semana Nacional da Aprendizagem.
A Semana, que está em sua segunda edição, quer reforçar a aprendizagem como importante instrumento no combate ao trabalho infantil a partir dos 14 anos, bem como exigir o cumprimento da cota legal de aprendizes pelas empresas. Serão realizadas audiência públicas, audiências coletivas, feiras de aprendizagens - entre outros eventos - em todo Brasil.
A abertura dos trabalhos terá início no dia mundial e nacional de combate ao trabalho infantil, 12 de junho.
A Constituição Federal veda o trabalho de crianças e adolescentes e excetua apenas a possibilidade de contratação de jovens a partir dos 14 anos, desde que respeitadas as normas previstas na Lei da Aprendizagem. A norma estabelece regras claras de proteção ao jovem, que pode iniciar-se no mercado de trabalho, mas com a garantia de direitos trabalhistas e sem abandonar os estudos.
O procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury, destaca a importância da lei da aprendizagem na proteção do trabalho legal de adolescentes.
" A aprendizagem é uma alternativa concreta à exploração do trabalho infantil, pois dá ao adolescente a possibilidade de trabalhar com proteção e com direitos trabalhistas, como carteira de trabalho assinada, décimo terceiro salário, além de proporcionar a formação profissional num dado ofício ", disse Ronaldo Fleury. " A Semana da Aprendizagem possibilita que todos os atores envolvidos - empresas, adolescentes, órgãos públicos e entidades formadoras - unam seus esforços em prol do fortalecimento da prática de aprendizagem nos vários setores da sociedade. E isto é urgente já que a grande maioria do público explorado no trabalho infantil está em idade apta para aprender. Assim, substitui-se um trabalho explorado e desprotegido pela carteira assinada com direitos trabalhistas e proteção previdenciária."
De acordo com dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (PNAD) de 2015, 2,7 milhões de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos estavam traba