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Vereador Fábio Barros à frente da campanha “Por Mais Segurança Pública”, em Paulista

Na manhã dessa quinta-feira (22/06), o presidente da Câmara dos Vereadores do Paulista, vereador Fábio Barros (PSB), iniciou a coleta de assinaturas para a campanha “Por mais segurança pública”, uma das bandeiras do seu mandato, em frente à Igreja Matriz de Santa Isabel, no Centro. O objetivo da campanha é a exclusividade do 17º Batalhão de Polícia Militar de Pernambuco (BPM), no município do Paulista.


O 17º BPM atende seis municípios: Paulista, Abreu e Lima, Igarassu, Itapissuma, Ilha de Itamaracá e Araçoiaba. São mais de 700 mil habitantes com uma média de um policial para cada 20.000 habitantes. Paulista está entre as 100 maiores cidades do Brasil, são mais de 330 mil habitantes, representando metade da população atendida pelo 17º BPM.

No posto de coleta, o servidor público José Oliveira, morador do bairro de Arthur Lundgren I, concordou com a campanha e deixou sua assinatura. “A gente sai de casa, mas o medo de ser assaltado na esquina ou na rua aumenta a cada momento”, disse. A moradora do Janga, Gisélia Fernandes também relatou insegurança próxima a sua residência. “Tenho uma colega que recentemente foi assaltada após descer do ônibus, ao voltar do trabalho”, comentou.



“Iremos percorrer todos os bairros de Paulista, pedindo apoio os moradores e comerciantes para fortalecer esta campanha”, comentou o vereador Fábio Barros. Para quem não assinou ainda no posto de coleta, também será possível realizar na internet. Acesse: www.batalhaoexclusivo.com.br.


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Festa Bregalize ganha novo local em edição de férias

A festa Bregalize, balada frequentada pela da galera descolada que curte brega no Recife, já marcou a data de sua próxima edição. A edição de férias acontece no dia 14 de julho, a partir das 22h, na Casa Rosada Recepções, Avenida Santos Dumont – Aflitos. Entre as atrações confirmadas estão o cantor João do Morro, Sheldon Ferrer, o diamante do brega e a cantora Michele Melo.

Os ingressos da Bregalize de Férias custam R$ 30 (primeiro lote), R$ 40 (segundo lote) e R$ 50 (terceiro lote), e já começaram a ser vendidos na Oficina Cabrón (Casa Forte), na Redley (Shopping Recife), Colcci (Shopping Rio Mar) e site da Sympla: sympla.com.br/bregalize.

Serviço:

Bregalize de Férias

14 de julho, na Casa Rosada Recepções – Avenida Santos Dumont, 657, Aflitos

Ingressos: R$ 30 (primeiro lote), R$ 40 (segundo lote) e R$ 50 (terceiro lote)

Informações: (81) 9 9748.1054

Em visita a Pernambuco, ministro do Turismo afirma que São João de Petrolina é o melhor do Brasil


A convite do prefeito Miguel Coelho, o ministro do Turismo, Marx Beltrão, acompanhou a quinta noite do São João de Petrolina. O arraial do Sertão teve, nesta terça-feira (20), shows de Marília Mendonça, Dorgival Dantas, Targino Gondim entre outras atrações e reuniu mais de 80 mil pessoas no Pátio Ana das Carrancas, recorde de público do festejo junino.

Impressionado com o tamanho do evento, o ministro elogiou a organização da festa e destacou o potencial de Petrolina para atração de turistas. "Vou sair daqui com uma imagem de uma cidade bem administrada, que está preparada para receber os turistas. Depois de tudo que vi pelo Brasil, posso dizer que este é o melhor São João do Brasil", afirmou o ministro, que não havia visitado até então o município sertanejo.

Marx Beltrão antecipou ainda que o Ministério do Turismo irá investir na divulgação do São João de Petrolina pelo Brasil e em alguns países estratégicos. "Queremos fazer dessa festa conhecida mundo afora como já é o Carnaval. Nossa ideia é fazer de Petrolina uma de nossas grandes vitrines do São João nas Américas, Europa e outros lugares onde iremos divulgar."

Segundo o prefeito Miguel Coelho, a meta é dobrar a presença de turistas na cidade nas próximas edições do São João e ampliar a divulgação da cidade como destino turístico. "Petrolina tem um imenso potencial que não vinha sendo devidamente aproveitado. Os investimentos do Ministério do Turismo e a presença do ministro aqui demonstram que nossa cidade agora tem tudo para avançar e gerar mais oportunidades", ressaltou Miguel.

Desde a abertura oficial, no dia 16 de junho, o arraial petrolinense levou mais de 320 mil pessoas ao Pátio Ana das Carrancas. O evento segue até o final deste mês com grandes shows, o Forró da Espora, Missa do Vaqueiro e a Jecana.

​FOTO: Ivaldo Reges​

Armando propõe ações contra fechamento de estaleiros em Pernambuco


O senador Armando Monteiro (PTB-PE) defendeu, nesta quarta-feira (21), em discurso no plenário, medidas de emergência para estancar a tendência de extinção da indústria naval, com o risco do fechamento de estaleiros como o Atlântico Sul (EAS) e o Vard Pomar, em Pernambuco.

“Não podemos sair da crise na indústria naval simplesmente deixando que ocorra a desativação dos estaleiros, perdendo milhares de empregos e densidade produtiva. É preciso buscar uma solução equilibrada e justa. É necessária uma mobilização de trabalhadores, produtores, parlamentares e governadores na construção de um caminho para a indústria naval”, assinalou.
 
O senador pernambucano propôs, entre as medidas, a manutenção temporária da política de conteúdo local, com fixação de metas de produtividade, e associações com empresas estrangeiras, de modo a abrir mercados à exportação. Armando alinhou também, como urgentes, renegociação das dívidas dos estaleiros e formação de uma carteira mínima de encomendas.
 
O petebista lembrou que, caso não consiga fechar parceria com a Satco, empresa brasileira de navegação, cujas encomendas dependem do novo plano de negócios da Petrobras, ainda não divulgado, o EAS corre o risco de fechar em 2019, quando conclui a entrega dos últimos cinco navios à Transpetro.
 
Tal possibilidade, segundo Armando, pode acontecer ainda este ano com o Vard Pomar, que não tem mais encomendas além dos quatro navios em carteira, dois dos quais em fase de conclusão. “Estão ameaçados 26 mil empregos diretos e indiretos em Pernambuco”, advertiu.
 
Armando atribuiu a grave crise da indústria naval, que investiu R$ 45 bilhões nos últimos dez anos e experimentava ganhos de produtividade, à queda dos preços do petróleo e aos efeitos da operação Lava Jato na Petrobras, que resultaram numa sequência de cancelamento das encomendas de navios. Ressaltou que até 2014 a indústria naval empregava mais de 80 mil pessoas, ora reduzidas a 30 mil, e operava uma extensa cadeia produtiva.

Estudo do WWF-Brasil revela que apenas 45% do planalto da Bacia do Alto Paraguai está preservada

O custo para a recuperação dessas áreas degradadas é de aproximadamente R$ 3,9 bilhões; O coordenador do Programa Cerrado Pantanal do WWF-Brasil, Júlio César Sampaio, afirma que em algumas décadas o Pantanal pode perder a sua característica de inundação periódica fazendo com que áreas se tornem permanentemente alagadas



O estudo “Bacia do Alto Paraguai – uso e ocupação do solo” lançado hoje pelo WWF-Brasil, a Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) e a Fundação Tuiuiú, revela uma má notícia: apenas 45% da região das cabeceiras do Pantanal está preservada e há um déficit de reserva legal de aproximadamente 392 mil hectares. O custo para a recuperação desse passivo ambiental é de aproximadamente R$ 3,9 bilhões.
“Esse panorama é muito ruim porque no Pantanal chove pouco, apesar de ser uma área com sazonalidade de inundação. Se suas nascentes não estão bem preservadas, haverá consequências muito sérias no futuro. Atualmente já há regiões que já estão alagadas permanentemente por causa da degradação nas áreas das cabeceiras”, diz Júlio César Sampaio, coordenador do Programa Cerrado Pantanal. “A recuperação é importante pois ela está diretamente relacionada à disponibilidade de água para as cidades e para a agricultura”, completa Sampaio.
A boa notícia é com relação à planície, o Pantanal tal e como conhecemos nas fotos: 82% está preservada. “Esse resultado indica que os modelos de pecuária sustentável que foram implantados e desenvolvidos na região têm dado certo e pode permitir um futuro alimentar para a população, ou seja, abastecer um mercado de carne sem degradar o meio ambiente”, explica o coordenador do WWF-Brasil. “O Pantanal também provê serviços ambientais, como regulação do clima e um regime de cheias periódicas que é fundamental para a produção de gado e a fertilidade do solo. Ou seja, se a planície estiver preservada, todos esses serviços estarão garantidos”, afirma.
Futuro do PantanalO monitoramento da Bacia do Alto Paraguai lançado hoje pelo WWF-Brasil e parceiros permite prever um panorama para o Pantanal para os próximos anos. “Se a situação no planalto (região das cabeceiras) continuar pouco preservada como está, ou piorar, a planície sofrerá drásticas mudanças e, no futuro, poderemos verificar queda em sua preservação”, assegura Júlio César Sampaio.
O coordenador do WWF-Brasil também afirma que em algumas décadas o Pantanal pode perder a sua característica de inundação periódica fazendo com que áreas se tornem permanentemente alagadas. “Essa situação diminuiria a produtividade da pecuária, desalojando populações, e diminuindo o preço dos imóveis. Ao mesmo tempo, outras regiões podem não mais serem inundadas, fazendo com que a fertilidade do solo caia, impactando de maneira significativa a pecuária”.
Por outra parte, a piora na parte alta, por afetar o ciclo das águas da parte baixa, também impactaria em perda de biodiversidade. Existem mais de 4 mil espécies de animais e plantas no Pantanal e eles necessitam do bioma íntegro para sua sobrevivência. A contaminação dos rios e nascentes em áreas de planalto – por falta de saneamento básico e más práticas agropecuárias – descem para as águas de planície, afetando o Pantanal em sua totalidade.
O trabalho do WWF-Brasil pelas cabeceiras do PantanalO WWF-Brasil atua no Pantanal desde a década de 1990. Em 2012, um estudo organizado pela ONG e parceiros revelou que a região das cabeceiras está em alto risco devido ao desmatamento, a falta de saneamento básico e as más práticas agropecuárias. Nesse mesmo ano, o WWF-Brasil deu início ao “Pacto em Defesa das Cabeceiras do Pantanal”, um movimento de proteção aos recursos hídricos da região.
As cabeceiras do Pantanal abrangem 25 municípios de Mato Grosso. Todas as prefeituras, o governo do estado, o WWF-Brasil, empresas como a indústria de água Lebrinha, e associações da sociedade civil organizada participam da iniciativa que recuperou desde 2015 80 nascentes, adequou ambientalmente mais de 100 km de estradas rurais e beneficiou 38 famílias com a instalação de biofossas (que além de solucionarem a falta de saneamento básico nas pequenas propriedades rurais, oferecem um fertilizante orgânico seguro e que incrementa a produção).
O PantanalO Pantanal é a maior área úmida continental do planeta. Seus 170.500,92 mil km² de extensão – parte dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além da Bolívia e Paraguai - abrigam uma rica biodiversidade: pelo menos 4.700 espécies de animais e plantas já foram registradas. Devido a sua importância ambiental, o bioma foi decretado Patrimônio Nacional, pela Constituição de 1988, e Patrimônio da Humanidade e Reserva da Biosfera, pelas Nações Unidas, em 2000.

Sobre o WWF
O WWF-Brasil é uma organização não governamental brasileira dedicada à conservação da natureza, com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. Criado em 1996, o WWF-Brasil desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede mundial independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

FESTAS JUNINAS: Upae Garanhuns informa sobre cuidados com pessoas queimadas


Microempreendedores Individuais poderão parcelar débitos em 120 meses


Os Microempreendedores Individuais (MEI) que têm boletos mensais em aberto até maio de 2016 poderão parcelar seus débitos em até 120 meses a partir do próximo dia 3 de julho. Essa é a primeira vez que esse segmento empresarial poderá pagar os impostos devidos em parcelas. Cada prestação deve ter valor mínimo de R$ 50,00. O prazo para aderir ao programa de renegociação das dívidas é de 90 dias.

A boa notícia foi dada aos participantes da palestra "MEI: como começar bem" que é realizada no auditório da Junta Comercial de Pernambuco (Jucepe) todas as quartas-feiras com o objetivo de esclarecer dúvidas de quem já é ou planeja ser um Microempreendedor Individual. Esses eventos são promovidos pelo Expresso Empreendedor do Recife, da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Trabalho e Qualificação (Sempetq), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

A supervisora do Expresso Empreendedor da unidade do Recife, Rafaela Airola, destaca que a inadimplência vem sendo um dos maiores problemas da categoria MEI. "O microempreendedor que não se regularizar pode perder todos os benefícios que são oferecidos como como aposentadoria, auxílio-doença ou licença-maternidade e, também, a possibilidade de participar de licitações com os governos Federal, Estaduais e Municipais. ", alerta Rafaela.  Os dados do Sebrae revelam que 60% dos microempreendedores individuais estão inadimplentes.

A solicitação de adesão ao parcelamento poderá ser feita por meio do site da Receita Federal. Para solicitar o parcelamento, o MEI deve apresentar a Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual (DASN-Simei) relativa aos respectivos períodos de apuração. O valor de cada parcela mensal será acrescido de juros da taxa Selic mais 1%, relativamente ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado.

A próxima palestra "MEI: como começar bem" acontecerá na quarta-feira, 28, no auditório da Jucepe, das 9h às 11h. Os interessados podem se inscrever no local (Rua Imperial, 1600) ou antecipadamente pelo telefone (81) 3182-2800.

Cuidados com os olhos no São João

O clima de São João já toma conta do Nordeste. Na Região Metropolitana do Recife, é possível encontrarmos fogueiras em algumas ruas para celebrar a data. Porém, um alerta: a fumaça liberada por elas pode causar irritações aos olhos. Além disso, o calor das chamas provoca sintomas como ardência, irritação, lacrimejamento e prurido, entre outros desconfortos.

Para a oftalmologista do Instituto de Olhos Fernando Ventura, Catarina Ventura, a situação pode piorar ainda se os olhos forem atingidos por cinzas, brasas ou fagulhas. Acidentes do tipo podem provocar danos à visão e, dependendo da gravidade, chegar até a perda.

“A fumaça vai existir. Mesmo você estando em casa, não tem como escapar, dependendo da quantidade de fogueiras nas ruas. Quem tem olho seco, sentirá mais irritação que o normal. Com relação aos fogos, a dica é não ficar olhando para cima quando for soltá-los, pois pode cair fagulha no olho. Cuidado ainda com os fogos que falham. Geralmente as pessoas se aproximam mais para verificar porque não acendeu e neste momento ele pode acender repentinamente e atingir a visão”, alerta.

Ela destaca ainda que, para ajudar a amenizar o ressecamento dos olhos provocado pelas fumaças, há lágrimas artificiais no mercado que podem auxiliar – porém, a oftalmologista ressalta que a compra deve ser feita por meio de prescrição de um profissional.

Crianças

A oftalmologista destacou que é importante que os pais e responsáveis fiquem atentos às crianças quando elas forem soltar fogos ou brincar próximo a uma fogueira, por exemplo. Em caso de acidente, Catarina Ventura conta que algumas providências podem ser tomadas imediatamente. “O primeiro socorro deve ser a lavagem abundante com água corrente e, na sequência, a procura por uma urgência mais próxima”, recomenda.