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Renato Laga retorna ao ABC Paulista

O goleiro Renato Laga, que marcou história do juvenil do ABC Paulista em 97, agora está de volta ao clube de futsal paulistense. No seu currículo, estão oito títulos pernambucanos, conquistados em outros times do nordeste. Por coincidência, este ano completa os 20 anos de sua conquista no juvenil pelo ABC. "Estou muito feliz em retorna à casa. Já fui campeão pelo ABC no meu juvenil. E agora não pode ser diferente, o nosso objetivo continua o de sempre, vencer", comentou Laga.

Mas para quem tem experiência em títulos sabe da importância dos treinos. "Isso, vamos construindo a dia a dia mais o nosso desempenho e lapidando cada talento do nosso grupo", disse.

A diretoria do ABC Paulista esteve presente no treino da última sexta-feira (21), e mostrou empenho para o Campeonato Pernambucano de Futsal que chegará em outrora. A família Batista, Rildo Julierne e João informou que jogadores de nome também participarão do elenco do ABC. Na próxima matéria, você vai conhecer os novos integrantes.

Adolescentes da Funase participam de oficina de Hip-Hop realizada dentro da programação do FIG

Eles serão introduzidos aos movimentos básicos da Dança de Rua e a musicalidade dos seus ritmos e ao final se apresentam em evento aberto ao público
    




Pelo sétimo ano seguido, adolescentes da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) participarão de oficina oferecida dentro do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). Desta vez, os beneficiados serão os socioeducandos da Casa de Semiliberdade (Casem) Garanhuns. Durante toda a próxima semana, de 24 a 28 de julho, cerca de 15 socioeducandos terão contato com o universo Hip-Hop na formação de Dança de Rua e Rima, realizada dentro da unidade. Após os cinco dias de aula, o palco do Parque Euclides Dourado receberá o evento de culminância das oficinas oferecidas no festival, onde os adolescentes farão uma apresentação de abertura da Batalha de Hip-Hop, mostrando a toda a comunidade o trabalho desenvolvido durante as aulas. A atividade é oferecida pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e pela Gerência de Projetos Especiais da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult), por meio de uma parceira com a Funase.

A oficina será conduzida pelos educadores Levi Costa e Claudio Ferreira e levará aos adolescentes os movimentos básicos da Dança de Rua e a musicalidade dos seus ritmos no que se refere ao Funky Soul, Funky,  Groovy e Break. Segundo o educador Levi Costa, conhecido como Chitos, Pernambuco é uma das cidades onde o Hip-Hop é mais efervescente. “Incluímos características do coco, do cavalo marinho, da capoeira e do frevo na prática das aulas, porque a Dança de Rua tem tudo a ver com esses movimentos, que também são de resistência”, destacou.

Dinâmicas de grupo, exibição de filmes, rodas de diálogo e debates também serão desenvolvidas dentro da oficina. Entre os temas levantados estão: a história do Hip-Hop no mundo e no Brasil, abordando a Dança de R​ua, MC, Graffiti, DJ e o 5° elemento; e a história da Dança de Rua, das origens nos Estados Unidos e sua constituição nas regiões brasileiras e em Pernambuco. “Nessa oficina trabalhamos também o conhecimento, estimulamos os adolescentes a lerem e escreverem, buscando assim uma melhoria de vida. Nos debates defendemos também a resistência negra e suas lutas. A Dança de Rua muda a vida e a cabeça deles, temos que mostrar uma força, um caminho e uma forma para isso acontecer”, destacou.

Para a vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, o Hip-Hop é uma expressão da cultura de rua, muito identificada com as comunidades afro-americanas e latinas em subúrbios e periferias das grandes cidades. “Quando você agrupa dança, música, literatura e artes plásticas numa mesma expressão artística, automaticamente você consegue fazer com que uma comunidade inteira possa refletir sobre a sua própria condição social. É a própria poética urbana. O rap, o grafite e o break vêm daí”​, enfatizou Antonieta Trindade​.

A coordenadora geral da Casem, Luciana Virgínia, comemora mais um ano dessa parceria, que faz com que os adolescentes se sintam mais valorizados, mais integrados, em um momento em que a cidade está em efervescência. “Essa é uma oportunidade de inclusão dada aos nossos adolescentes. É uma forma de eles se sentirem presentes e vivenciando o FIG. E a cada ano percebemos ainda mais a sensibilidade da Fundarpe e do Governo do Estado em fazer com que a Funase participe do evento. Eles têm um olhar diferenciado, um olhar que precisamos ter”, frisou.

Fora a oficina oferecida aos adolescentes da Funase, diversas outras opções de formação cultural estão disponíveis aos moradores e turistas dentro das atividades do FIG. São cursos de cinema de animação, de fotojornalismo nas mídias livres, confecção de bonecos de madeira, de teatro, música e dança, por exemplo.

Saúde do Paulista e Seja Digital prestam homenagens aos Agentes de Combate às Endemias



Os Agentes de Combate às Endemias do Paulista tiveram um dia especial nesta sexta-feira (21.07). A Secretaria de Saúde e a Empresa Seja Digital prepararam uma homenagem aos profissionais que divulgaram as informações sobre a mudança do sinal analógico para o digital das TV’s junto às comunidades do município.

O encontro, que contou com café da manhã, ocorreu no auditório da secretaria, no Centro da cidade, e reuniu mais de 40 profissionais, que atuam em 21 localidades urbanas. O grupo ainda recebeu kits da TV Digital contendo antena, controle remoto e conversor, além de lembrancinhas como camisas, bonés, caderno e bolsa.

Aproveitando a presença dos ACS, o superintendente de Vigilância em Saúde Fábio Diogo falou sobre a importância da equipe para o sucesso do trabalho. “Quando fomos solicitados pela Seja Digital para essa parceria, nós sabíamos que a participação seria imediata e que poderíamos contar com vocês. Quero parabenizar pela dedicação”, enfatizou.

 “Essa foi a forma que encontramos para agradecer os profissionais. O trabalho das agentes de endemias é de grande importância para que cada vez mais pessoas saibam da chegada da TV Digital no país. É importante ressaltar que muita gente  ainda não adquiriu o kit do conversor e por isso o porta a porta é muito eficaz. O profissional conhece e  conversa com cada morador da comunidade”, disse Tarcísio Silva, líder de Articulação e Mobilização da Seja Digital.

A receptividade da população foi muito boa. Aproveitava que ia falar sobre cuidados com a dengue e falava sobre a transmissão digital”, disse a  agente de saúde Antônia Ivanilda da Silva, que atua no bairro de Arthur Lundgren II.

A Empresa Seja Digital é a responsável pela migração do sinal analógico para o digital em todo o Brasil. A transição vai acontecer no dia 26 de julho. É necessário obter o dispositivo para fazer essa mudança nas televisões mais antigas.  Para adquirir o equipamento gratuitamente, é necessário ser beneficiário de programas sociais do Governo Federal. As pessoas devem ligar para o número 147 (ligação gratuita) ou acessar o site www.sejadigital.com.br para agendar o atendimento.

FOTOS: ALMIR MARTINS

Choro e MPB na programação do Conservatório no FIG neste sábado

Catedral de Santo Antônio abriga apresentações do exímio bandolinista Danilo Brito e do casal Francis e Olívia Hime


Depois de belos shows na abertura do “Conservatório no FIG” na sexta-feira, a programação continua neste sábado (22/07), com destaque para o choro do Quinteto Danilo Brito e a bossa nova de Francis Hime e Olívia Hime.

A primeira apresentação do dia, às 16h30, traz o Quinteto Danilo Brito, com repertório especial de choro. Ancorado pelo bandolinista Danilo Brito, reconhecido por sua grande habilidade de emocionar o público, o grupo apresenta repertório que privilegia o choro, ritmo brasileiro que conquistou plateias ao redor do mundo.

Autodidata, Danilo Brito desenvolveu técnica própria para tocar o instrumento, conquistando uma virtuosidade técnica, que o levou a consolidar uma carreira nacional e internacional, sendo aclamado por público e crítica. Brito tocou em tradicionais clubes de jazz e centros de arte dos EUA, como o Jazz Lincoln Center, em Nova Iorque; o Mondavi Center for Arts, na Califórnia; e o The Kennedy Center, em Washington DC.

Brito começou a dedilhar o bandolim do seu pai aos três anos de idade, aprendendo o instrumento ouvindo os LPs da família. Aos 12 anos, já se apresentava profissionalmente e, aos 13, gravou o primeiro álbum como solista. Chegou a ser comparado a Jacob do Bandolim e, com 19 anos, venceu o Prêmio Visa de Música, como melhor instrumentista. Como parte do prêmio, gravou seu segundo álbum,Perambulando.

Brito tem ainda mais três álbuns gravados, sendo o último em 2014, dedicado a composições próprias, demonstrando uma maturidade musical e um nível elevado de performance com o bandolim. O lançamento foi feito nos EUA, no Spoleto Festival, e chamou a atenção do público e da imprensa. O jornal Charleston City Paper referiu-se a ele como “um músico a quem chamar prodígio seria quase diminuir sua contribuição à música. Sua música mostra níveis de ritmos, dinâmicas e linhas melódicas ‘dolorosamente lindas’, honrando a tradição em uma música do novo século”.

A noite do Conservatório no FIG promete igual maestria. Francis Hime e Olívia Hime ocupam a Catedral de Santo Antônio, a partir das 21h, com o show Sem Mais Adeus resultado do último disco lançado pela gravadora Biscoito Fino. Trata-se de uma homenagem ao poeta e compositor Vinícius de Moraes.

O repertório traz nada menos que 25 clássicos da música brasileira. Composições de Vinícius de Moraes com vários parceiros, incluindo, o próprio Francis Hime e também Tom Jobim – que estaria fazendo 90 anos em 2017 e é um dos homenageados na programação deste ano. De Heitor Villa Lobos, a homenagem será feita com a execução do Trenzinho do Caipira, parte das Bachianas Brasileiras nº 2, numa versão com poema de Ferreira Gullar.

Francis Hime foi parceiro de Vinícius em várias composições, incluindo a faixa-título “Sem mais adeus”. O Poetinha foi uma espécie de cupido entre Francis e Olívia, estimulando a parceria que começou com a música e seguiu para um casamento que já dura 53 anos, com três filhas, quatro netas e uma trajetória de vida.

“Sem mais adeus” é o segundo disco que o casal grava junto. Uma curiosidade é que uma faixa do trabalho, a canção Um Sequestrador, era apenas instrumental e ganhou letra de Adriana Calcanhoto quase 50 anos após ser composta. Francis Hime, que já contou essa história noutras ocasiões, conheceu Calcanhoto após a morte de Vinícius e a convidou para fazer a letra. No disco, Adriana participa de duas faixas:Um sequestrador e Samba de Maria.

O Conservatório no FIG acontece na Catedral de Santo Antônio nos dias 21, 22, 23, 25 e 26 de julho. Todas as apresentações são abertas ao público, de acordo com a disponibilidade de lugares no templo.

Confira o repertório do show de Francis Hime e Olívia Hime:

SEM MAIS ADEUS

1. Euridice - Vinicius de Moraes
2. Pela luz dos olhos teus - Vinicius de Moraes
3. Saudade de amar - Francis Hime /Vinicius de Moraes
4. O grande amor - Tom Jobim / Vinicius de Moraes
5. Felicidade - Tom Jobim / Vinicius de Moraes
6. Samba da benção - Baden Powell / Vinicius de Moraes
7. Nature Boy - Eden Ahbez
8. Sem mais adeus - Francis Hime/Vinicius de Moraes
9. Anoiteceu - Francis Hime / Vinicius de Moraes
10. Canto de Ossanha - Baden Powell e Vinicius de Moraes
11. Poema de Orfeu – Vinicius de Moraes
12. Se todos fossem iguais a você - Tom Jobim / Vinicius de Moraes
13. Eu sei que vou te amar - Tom Jobim/ Vinicius de Moraes
14. Trenzinho Caipira - Heitor Villa-Lobos
15. Insensatez - Tom Jobim / Vinicius de Moraes
16. Minha namorada - Carlos Lyra / Vinicius de Moraes
17. Primavera - Carlos Lyra/ Vinicius de Moraes
18. Dueto - Carlos Lyra / Vinicius de Moraes
19. Agua de beber - Tom Jobim / Vinicius de Moraes