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MATUTO RECEBE VISITA DE DOM FERNANDO PARA TRATAR DE QUESTÕES DA IGREJA NO PAULISTA

Em visita ao prefeito do Paulista, Junior Matuto, o arcebispo da Arquidiocese de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido esteve com o pároco do Paulista, Padre Adriano Chagas, para solicitar do gestor municipal um apoio na condução do Lar Santa Rita de Cássia, administrado pela paroquia, localizado entre as comunidades de Riacho da Prata e Jaguarana, que atualmente passa por sérias dificuldades, na iminência de fechar e deixar desabrigados 54 idosos.

Para Dom Saburido, o abrigo presta um importante serviço social, mas a paroquia não tem mais condições de manter o mesmo em funcionamento. “É lamentável ter que fechar as portas do abrigo, temos que juntos encontrar uma solução de continuar o importante espaço de acolhimento funcionando, por isso, viemos conversar com Junior Matuto que tem mostrado boa vontade sempre que procuramos a prefeitura. Todos os nossos ofícios são respondidos, com soluções para nossas demandas”, afirmou Dom Fernando.

Sensível à causa, Junior Matuto se colocou à disposição de buscar junto ao jurídico uma forma de viabilizar uma parceria, para manter o abrigo em funcionamento. “A burocracia do serviço público tem mostrado o quanto precisamos perseverar para fazer o bem. Vamos buscar formas de parcerias para ajudar no que for possível, mas tudo dentro dos ditames da Lei”, assegurou o prefeito, que não disfarçou a satisfação em recebera a visita do Monge Beneditino.

O encontro entre Igreja Católica e Prefeitura do Paulista aconteceu na tarde desta terça-feira (15.08), no gabinete do prefeito, onde também participaram o diácono Charles Araújo, e o Monsenhor Alessandro Corazza.

Programa de apadrinhamento acolhe crianças e adolescentes de Olinda

A Vara da Infância e Juventude de Olinda tem uma iniciativa para trazer aos jovens que vivem em casa de acolhimento a oportunidade de estabelecer laços afetivos com a sociedade. O projeto Anjos de Olinda: Programa de Apadrinhamento de Crianças e Adolescentes permite que pessoas interessadas possam conviver com meninas e meninos em períodos específicos, como nos fins de semana.

Treze crianças, de 10 a 17 anos, são cadastradas no Anjos de Olinda. Os jovens estão distribuídos em quatro casas: Casa de Passagem, Casa de Acolhimento (ambas da Prefeitura de Olinda), Casa de Meu Pai e Reaviva (de Organizações Não Governamentais). Para quem deseja participar, são três tipos de apadrinhamento (confira com mais detalhes no final da matéria).
“O objetivo do apadrinhamento é garantir o direito, tanto na Constituição, quanto no Estatuto da Criança e do Adolescente, da convivência familiar, do jovem não viver isolado em um abrigo sem receber visitas. Antigamente, em datas comemorativas, as crianças ficavam isoladas em um abrigo e, no dia de Natal, por exemplo, chegava alguém e levava o jovem. Hoje, temos o cadastro, acompanhamos o histórico familiar, condições financeiras e psicológicas, ficha de antecedência criminal, entre outros. Além disso, a criança é recebida por famílias com perfis parecidos aos dela”, explica a pedagoga da Vara da Infância e Juventude, Alexsandra Rabelo.
As formas de apadrinhamento variam. Vão de simples visitas e passeios aos finais de semana, a apoio financeiro, com ajuda em investimento em aulas de inglês, reforço ou atividades esportivas, como judô e natação. Porém, não é necessária toda a burocracia como acontece no processo de adoção.
“Muita gente confunde. É totalmente independente. Caso surja uma relação de afeto, pode acontecer de terminar em adoção, mas não tem relação com o nosso projeto”, acrescenta a juíza da Vara da Infância de Olinda, Laura Simões.
Para aderir ao apadrinhamento, os interessados devem ligar para o telefone (81) 3182-2681 ou 3182-2682 ou comparecer, das 12 às 18h, ao Departamento da Equipe Interprofissional, no Fórum Lourenço José Ribeiro, na Avenida Pan Nordestina, km 04, Vila Popular, em Olinda.
São três tipos de apadrinhamento
O padrinho/madrinha afetivo (a) é aquele que, regularmente, visita a criança ou o adolescente, o qual pode leva-lo para passar finais de semana, feriados ou férias escolares em sua companhia, proporcionando, assim, a vivência social e afetiva por meio da convivência familiar.
O padrinho/madrinha provedor (a) é aquele que dá suporte material ou financeiro à criança e/ou adolescente, à instituição ou à família acolhedora, seja com a doação de material que supra a sua necessidade; seja com o patrocínio de cursos profissionalizantes, reforço escolar, prática esportiva e até mesmo contribuição mensal em dinheiro, material de limpeza, construção, etc.
O padrinho/madrinha profissional é aquele (a) que disponibiliza seu trabalho voluntariamente para atender às necessidades de crianças e adolesc