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Festa Sem Loção terá edição especial para o X Janela Internacional de Cinema do Recife


O público baladeiro recifense vai ganhar mais uma edição de cinema da festa Sem Loção. O agito dos DJs Lala K, Original DJCopy (Felipe Machado) e Rebel K ganha mais uma edição especial para o X Janela Internacional de Cinema do Recife. O agito acontece na sexta-feira (10), a partir das 23h, no novo point da galera descolada do Recife, o Biruta, no Pina.

Os djs residentes prometem uma noite de mashups de trilhas sonoras de filmes, pop, funk, rock e muita música eletronica.

Os ingressos custam R$ 30 (primeiro lote) e R$ 40 (segundo lote) e estão disponíveis no site do Sympla.


Serviço:

Sem Loção Especial X Janela Internacional de Cinema do Recife


Sexta-feira (10 de novembro), a partir das 23h
No Biruta Bar – Pina
Ingressos: R$ 30 (primeiro lote) e R$ 40 (segundo lote)
Informações: (81) 9 9913.4902

Banda Patusco confirmada como uma das atrações do Réveillon Rivière


A banda Patusco está confirmada como uma das atrações da terceira edição do Réveillon Rivière, no dia 31 de dezembro, a partir das 23h, no Cabanga. No repertório do grupo, estarão canções diversificadas, com músicas de O Rappa, Paralamas do Sucesso, Jorge & Mateus, Vanessa da Mata e muitos outros.

Grupo de teatro sensibiliza alunos de Olinda para concurso de frases e desenhos do IPTU 2018


Estudantes e professores irão concorrer a tablets

Alunos da Escola Municipal Professora Norma Coelho – CAIC, no bairro de Peixinhos, em Olinda, contaram, nesta terça-feira (31.10), com a apresentação do grupo teatral Trelantes. Os atores passaram de sala em sala e apresentaram uma peça destacando a importância dos benefícios gerados a partir do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).  Foi reforçado também o concurso que teve início dia 23 de outubro e vai até o dia 24 de novembro, promovido pela prefeitura, para a escolha da frase e do desenho que estarão na capa do talão do IPTU 2018.
Deivson Manoel, integrante do grupo Trelantes, afirmou ser muito boa a ação idealizada pelo prefeito Professor Lupércio. “Está sendo despertado um interesse em levar informação sobre o pagamento do IPTU para dentro de casa, além de está sendo nítido o interesse das crianças em competir de uma forma saudável e estimulando a arte”.
Mônica Boaventura, funcionária do CAIC, explicou que os alunos estão muito entusiasmados, não param de ir buscar informações. “Notei que o concurso surtiu um efeito de estímulo à criatividade das crianças”.
Os vencedores do concurso ganharão quatro tablets , incluindo o professor que orientou cada aluno. O dia 14 de novembro é a data limite para encaminhamento, pela Secretaria de Educação, dos desenhos para a Secretaria da Fazenda e Administração (já com a autorização dos pais, em anexo). A escolha dos finalistas para a votação vai ser realizada nos dias 16 e 17 de novembro. Os vencedores serão definidos, através de votação pelo:  www.olinda.pe.gov.br.

MAGAZINE LUIZA REGISTRA MAIOR CRESCIMENTO TRIMESTRAL DOS ÚLTIMOS CINCO ANOS

Vendas disparam em todos os canais e atingem 3,4 bilhões de reais no período – aumento de 27%
Lucro líquido chega 92 milhões de reais, o maior da história
E-commerce cresce 55% e já representa 30% do faturamento total
Capitalização da companhia vai acelerar processo de transformação digital
São Paulo, 31 de outubro de 2017 - O Magazine Luiza (B3: MGLU3), uma das maiores empresas de varejo do país, apresentou hoje à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) seu resultado fiscal do terceiro trimestre de 2017.
Pelo sétimo trimestre consecutivo, a companhia mostra evolução significativa em seus indicadores financeiros. As vendas totais atingiram 3,4 bilhões de reais, um crescimento de 27% em relação ao mesmo período de 2016. O lucro líquido foi multiplicado por quase quatro e atingiu 92 milhões de reais, o maior já registrado pela empresa. Nos nove primeiros meses deste ano, o Ebtida (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) aumentou 47,2%, chegando a 718 milhões de reais.
"A evolução consistente dos indicadores é fruto da execução da nossa estratégia de transformação da empresa em uma plataforma digital, com pontos físicos e calor humano", diz Frederico Trajano, CEO do Magalu. "Geramos bons resultados mesmo em meio a um cenário macroeconômico adverso. Agora estamos preparados para capturar ao máximo as oportunidades que a retomada do crescimento oferece ao nosso setor."
Há pouco mais de dois anos, o Magalu intensificou seu processo de transformação, com foco na experiência do consumidor. Hoje, a empresa é uma plataforma digital que integra 830 pontos físicos espalhados pelo Brasil, 10 centros de distribuição, uma rede de parceiros logísticos, uma operação de e-commerce que já responde por 30% do faturamento total e um marketplace.
Crescimento acelerado em todas as plataformasO crescimento de vendas no terceiro trimestre ocorreu em todas as plataformas. No e-commerce – site, aplicativo e redes sociais – foi de 55%. No acumulado dos primeiros nove meses do ano, o aumento das vendas nas plataformas digitais foi de 55,5%. O app de vendas foi um dos grandes destaques -- o número de downloads chegou a 7,7 milhões. Atualmente, 60% da navegação no site www.magalu.com são realizadas por meio de dispositivos móveis. Cerca de 40% das vendas digitais são feitas em smartphones.
O modelo de distribuição integrado é uma das fortalezas do e-commerce do Magalu. Clientes do site e do aplicativo podem retirar suas encomendas, em até 48 horas e sem custo, em qualquer loja física da empresa. Dessa forma, ao mesmo tempo em que melhora a experiência de compra dos clientes, a companhia reduz seus custos operacionais – o mesmo sistema de distribuição e logística serve a todas as plataformas da rede. Nos primeiros nove meses de 2017, graças a esse modelo e a programas de gestão de custos, as despesas operacionais da companhia foram diluídas em 2 pontos percentuais, para 22,6% da receita líquida.
As lojas físicas também contribuíram para o crescimento no trimestre. Nas lojas abertas há mais de um ano, houve aumento de 15% no período. Nos primeiros nove meses do ano, foram inauguradas 30 lojas. Em 2017, serão abertos 60 novos pontos físicos - que, graças à multicanalidade e a digitalização das operações de vendas e logística, estão se transformando em shoppable distribution centers - centros avançados de atendimento e distribuição de produtos adquiridos nas plataformas digitais.
Caixa ReforçadoEm outubro, o Magalu realizou uma oferta subsequente de ações (follow-on), que resultou em um aporte de 1,1 bilhão de reais no caixa. Os recursos -- provenientes de 80 investidores estratégicos brasileiros e internacionais -- serão utilizados para melhorar e ampliar a logística, investir em tecnologia, inaugurar novas lojas e adquirir empresas digitais.
O volume médio diário de negociações do Magalu na B3 atingiu a marca de R$ 115 milhões no segundo trimestre e R$ 200 milhões em setembro - o que deve levar a empresa a ser incluída nos principais índices da bolsa, como o Ibovespa e o IBX50.
Redução do EndividamentoGraças à melhoria no giro dos estoques e no prazo médio de compras, o Magalu reduziu sua necessidade de capital de giro ajustado em 546,3 milhões de reais nos últimos 12 meses. Nesse mesmo período, a dívida líquida ajustada caiu de 750,3 milhões de reais para 28,7 milhões de reais – redução de 722 milhões de reais. A relação dívida líquida ajustada/Ebitda ajustado foi, assim, de 1,2x para praticamente zero.
Outros Destaques
  • Em menos de dois anos de operação, o marketplace operado pelo Magalu reúne mais de 500 sellers e oferece 1,2 milhão de itens. Recentemente, foram integrados à plataforma nomes como Samsung, Acer e Kikos Ftiness.
  • Em outubro, o e-commerce da companhia inaugurou o Mercado Magalu, com a venda de itens da categoria de supermercados, como produtos de higiene pessoal e de limpeza, cuidados para bebês e cápsulas de café expresso.
  • Também em outubro, o Magalu iniciou o piloto de uma ferramenta digital que permitirá aos vendedores aprovar linhas de crédito ao consumidor em poucos minutos – com digitalização de documentos, captura de assinatura digital e biometria facial.
  • No terceiro trimestre, foi lançado o piloto da plataforma de anúncios para sellers do marketplace e fornecedores – o Magalu Ads. Desenvolvido pela Integra Commerce, startup de tecnologia adquirida no início deste ano, o Magalu Ads permite aos parceiros a exposição de marcas e produtos em diversas vitrines do e-commerce do Magalu.
  • A empresa começou, em modelo de testes, a vender produtos do marketplace em suas lojas físicas. Inicialmente, dez filiais do Magalu estão oferecendo produtos de 20 sellers para os clientes.
  • No trimestre, a empresa cumpriu 98% dos prazos de entrega. Um fator para atingir essa meta foi o aplicativo Mobile Entregas, que chegou a mil parceiros logísticos do Magalu.

Banda Luminar lança CD “Luminar, minha História” no Clube das Pás, neste domingo (5)

Orquestra das Pás abre a casa, a partir das 16h


A Banda Luminar fará o lançamento do quarto CD da carreira, intitulado “Luminar, minha História”, no Clube das Pás, neste domingo (5), a partir das 16h. O álbum, composto por 15 faixas, conta com músicas inéditas, com destaques para “Noite fria” e “Isso é amor”, além dos grandes sucessos da carreira da banda, como “Anjo bom” e “Pôr do sol”. A Orquestra das Pás será responsável pela abertura da casa.

Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada), disponíveis na bilheteria da sede da entidade. O Clube Carnavalesco Misto das Pás fica na Rua Odorico Mendes, nº 263 - Campo Grande, Recife. Mais informações pelo telefone (81) 3242-7522.

Serviço:

Lançamento do CD da Banda Luminar e show da Orquestra das Pás
Local: Clube das Pás, na Rua Odorico Mendes, nº 263 - Campo Grande, Recife
Domingo (5) | 16h
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)
Informações: (81) 3242-7522

A desigualdade no Brasil e a utopia da transformação

*Por Celso Luiz Tracco



A sociedade brasileira vem enfrentando enormes dificuldades nos últimos anos. Corrupção endêmica, violência urbana, altas taxas de desemprego, uma grave crise ética, falta de confiança em sua classe política são sinais claros da falta de esperança em um futuro promissor. Como resultado imediato, aumenta o número de jovens e mesmo de famílias constituídas que decidem construir suas vidas no exterior, refazendo o caminho inverso de seus antepassados, 100 anos atrás.
Mas, será que a nossa sociedade tem consciência de que esta crise não é de agora? Será que ela procura refletir as verdadeiras causas de seu infortúnio? Mais ainda, será que ela, tomando consciência das causas reais, tem condições de combatê-las transformando esse cenário caótico?
Não tenho a pretensão de dar uma solução definitiva à grave crise vivenciada pela nossa população, mas gostaria de refletir sobre três pontos que considero fundamentais e que estão na raiz de nossos problemas sociais. Claro que nossa crise não é de hoje. Nosso flagrante atraso social vem de muito tempo, mesmo comparado a países cujos recursos são infinitamente menores que os nossos. Minha proposta, aqui, é debater sobre temas como a baixa escolaridade, a enorme desigualdade social e o paquidérmico tamanho do Estado brasileiro.
A baixa escolaridade vem desde os tempos de nossa colonização europeia. Colonização essa que foi exploradora, predatória e oportunista. Nossos primeiros colonizadores não vieram para se estabelecer na terra, criando uma nova vida, construindo uma nova sociedade. Vieram explorar as riquezas naturais, utilizar mão de obra escrava, juntar o máximo de dinheiro possível e voltar para a metrópole enriquecidos. Sob esta visão, a educação nunca atingiu um papel relevante, afinal os nobres exploradores preocupados com a educação de seus filhos, envia-os para estudos na Europa. E para quê escravos precisavam ler e escrever?
A independência política não modificou substancialmente esse quadro. O Brasil faz censos regulares desde 1872 e, desde 1890, a cada 10 anos. Em 1890, início do período republicano, a taxa de analfabetismo no Brasil beirava os 90%.
Nossos primeiros cursos de estudos superiores só foram instalados no início do século XIX e nossas primeiras universidades, apenas, em 1934, por decreto do então presidente Getúlio Vargas. A partir da década de 70, há um enorme declínio na qualidade da escola pública de ensino básico, com gravíssimas consequências para a nossa população. Hoje, estima-se que em torno de 30% dos brasileiros maiores de 15 anos são analfabetos ou analfabetos funcionais (não têm capacidade de interpretar um texto).
A escola básica nunca foi uma verdadeira prioridade na política de Estado; ao contrário, é apenas usada como propaganda eleitoral de governos inescrupulosos. Não há saída para uma sociedade evoluída sem uma educação básica e massiva de qualidade.
O segundo ponto é a nossa enorme desigualdade social. De novo, um mal histórico. Evidente que a economia brasileira cresceu e se diversificou muito desde o final do século XIX, quando terminou a escravidão. Claro que ela permite uma ascensão social, exemplificada em milhares de imigrantes que aqui chegaram sem nada, e se tornaram industriais, banqueiros, empresários de sucesso. Sem dúvida, existem oportunidades, mas são para a maioria da população?