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FIEPE reúne empresas em Dia sem Impostos



Nesta 2ª dição do evento, serão sorteados dois smartphones e um notebook para venda sem imposto. O evento é gratuito e aberto ao público.

O brasileiro já pagou R$ 1, 9 trilhão em tributos este ano e vai precisar trabalhar 153 dias para pagar os encargos. Apesar de os dados do impostômetro da Associação Comercial de São Paulo e do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) serem alarmantes, na prática, os brasileiros ainda desconhecem o peso da carga tributária no dia a dia. Com intuito de chamar atenção para a questão, a Federaçãodas Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE) realiza a 2ª edição do Dia Sem Imposto, no próximo dia 23 (quinta-feira).

De acordo com o coordenador do Comitê de Jovens Empresários (CJE) da FIEPE, Rodrigo Veloso, o objetivo do evento é alertar e conscientizar o cidadão para a quantidade de impostos que ele paga toda vez que finaliza uma compra. “Além disso, é mostrar que, apesar de tantos impostos, as pessoas não têm retorno disso em qualidade de vida”, afirma. O Brasil está na lista dos 30 países com maior tributação do mundo, que inclui também Alemanha, França e Noruega.

Para mostrar como essa realidade pesa no bolso dos consumidores, os visitantes vão ter a oportunidade de sentir como é consumir determinado produto sem tributos. Cervejas e lanches sem impostos serão vendidos em food park montado no estacionamento da Casa daIndústria. Ao todo, 42 empresas estarão envolvidas no evento. O food truck MôVéi Hambúrguer, que topou retirar a carga tributária dos sanduíches em prol deste dia, vai vender três opções 15% mais baratas. Vai ser possível encontrar uma das ofertas por R$ 13,50.

No caso das bebidas, as cervejarias pernambucanas Capunga, Babylon, Ekaut e Debron também vão estar envolvidas nesse dia de consciência tributária e prometem comercializar a cerveja artesanal por R$ 4. Para se ter ideia, no mercado, o valor das bebidas chega a ser de R$ 12.

Em função do sucesso do ano passado, se repetirá nesta edição a venda de dois smartphones e de um notebook de última geração sem taxação.  No caso dos dois Iphones 7, o preço vai cair de R$ 2.879,10 para R$ 1.472,96. A diferença entre os valores corresponde a 48,83% de carga tributária. Já quem quiser adquirir o notebook sem imposto vai ter que desembolsar R$ 1.838,60, 14,88% a menos que o valor de mercado do eletrônico. Para adquirir os celulares e o notebook, os interessados terão que participar de um sorteio prévio.

Haverá ainda exposição de alguns produtos sem taxação. A America Ford vai expor três modelos de veículos com isenção em mais de 30% dos tributos. O preço do Ford Ka, por exemplo, sai de R$ 44,030 mil para R$ 29,060 mil sem impostos. Mas não é só isso. Gôndolas serão montadas para expor produtos como molho de tomate, calçados feminino, calça jeans, pallets e ketchup tradicional com e sem impostos, simulando um supermercado. Esses, especialmente, não serão comercializados. Vão servir para conscientizar a população sobre o impacto dacarga tributária no valor final dos produtos.

Assim como em 2016, o Dia Sem Imposto será realizado no estacionamento da Casa da Indústria com uma série de ações, que incluem o içamento de um carro com um superbanner, um telão com atualização dinâmica do impostômetro e palestras.

Serviço:
10h às 21h: Exposição de produtos sem impostos
17h: Palestra do diretor regional do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), Carlos Alberto Pinto.
18h: Início do funcionamento do Food park, com vendas de alguns itens sem impostos
21h: Encerramento

SOBRE A FIEPE: Fundada em 1939, a Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), é uma entidade que promove o desenvolvimento daindústria local, contribuindo para o aperfeiçoamento empresarial e para a melhoria das condições socioeconômicas regionais e nacionais. Composta por uma base sindical integrada por 34 sindicatos de diversos segmentos industriais, a Federação oferece aos associados, serviços como: pesquisas técnicas, apoio jurídico, suporte para exportações e importação, intermediação de convênios internacionais, cursos de capacitação, entre outros. Além disso a FIEPE integra e coordena o Sistema FIEPE, composto por quatro órgãos vinculados: Serviço Social da Indústria de Pernambuco (SESI); Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Pernambuco (SENAI); Instituto Euvaldo Lodi de Pernambuco (IEL) e Centro das Indústrias do Estado de Pernambuco (CIEPE).

Alunos de escola da área rural de Olinda promovem feira do empreendedor

Os produtos são comercializados a preços populares


Prossegue até este sábado (25.11) a II Feira do Pequeno Empreendedor da Escola Base Rural Margarida Alves, em Ouro Preto, Olinda. Bolsas, roupas, sapatos, doces e salgados e outros produtos estão sendo comercializados a preços a partir de R$ 0,50. O evento é resultado da culminância de um projeto sobre cultura empreendedora desenvolvido na unidade.  Todo o dinheiro arrecadado será revertido para uma festa de fim de ano dos estudantes. 

O objetivo da feira é possibilitar aos alunos de 4 a 11 anos a oportunidade de conhecer a importância do trabalho em equipe e o envolvimento da família na vida escolar. Além disso, a iniciativa procura viabilizar o desenvolvimento social e político utilizando o sistema monetário brasileiro, observando o manuseio e a troca do dinheiro  diante de vendas de comidas e roupas trazidas pelos próprios alunos.  
“Os alunos vão se utilizar desse aprendizado para a compreensão do processo de medição. Participando de atividades lúdicas que lhes proporcionem e lhes deem prazer de aprender, trazendo para sala de aula experiência do cotidiano que desenvolvam o raciocínio”, explica a professora idealizadora da Feira de Empreendedores, Érika Patrícia da Silva.

Fotos: Prefeitura de Olinda

Prefeitura de Olinda quer ter os pequenos negócios cada vez mais como parceiros



Preparar a Prefeitura de Olinda para ter os pequenos negócios como fornecedores. Essa foi a tônica da reunião realizada nesta terça-feira (22.11), promovida pela Secretaria de Turismo, Desenvolvimento Econômico e Tecnologia, junto com o Sebrae. O planejamento estratégico traçado envolve outros encontros neste sentido. Além de palestras com administradores privados na Sala do Empreendedor, em Bairro Novo, para que eles também saibam como firmar parcerias com o poder público. Um esforço para a orientação e regulamentação desses atores fundamentais para o desenvolvimento da cidade.  
Além da secretaria executiva de Desenvolvimento Econômico e do Sebrae, são fundamentais desde este primeiro momento a participação das Secretarias da Fazenda e Administração, com a Comissão Permanente para Assuntos de Licitação (Copal); de Meio Ambiente Urbano e Natural; da Secretaria da Saúde; e da Secretaria de Educação. É o que explica a diretora de Desenvolvimento Econômico, Aurora Barreto.  
"Estamos fazendo um esforço integrado. É muito importante contar com os pequenos negócios como parceiros pois eles representam a grande maioria dos negócios nas cidades e em Olinda não é diferente", afirmou, destacando ainda a importância que tem a implementação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa valoriza o pequeno dentro de seu município. 

Nesta primeira reunião, o Sebrae se fez presente com a gestora de Políticas Públicas para a RMR, Tereza Nelma, e o analista de Finanças Flávio Roberto. Eles discorreram sobre vários temas, como as etapas para a formalização das parcerias. Também entregaram materiais para o aprofundamento nos assuntos. Como um Guia de Implementação da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas. Outro sobre desenvolvimento de agricultura familiar. Além de um sobre como vender para o poder público.  

Fotos: Maíra Correia/ Prefeitura de Olinda

Armando leva ao Senado estudantes de torneio mundial de educação



O senador Armando Monteiro (PTB-PE) destacou a alta qualidade do ensino profissionalizante do Brasil ao participar, nesta quarta-feira (22), de audiência que marcou com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), dos estudantes brasileiros vice-campeões do torneio mundial de educação profissional, o WorldSkills. A equipe brasileira disputou o certame, realizado mês passado em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, com estudantes de 67 países.

Alunos do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), os estudantes, que obtiveram sete medalhas de ouro, cinco de prata, três de bronze e 26 certificados de excelência, foram saudados por Eunício Oliveira, no Salão Nobre, como “exemplo gratificante”. O presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), à qual se vincula o Senai, Robson Andrade, enfatizou que a performance brasileira no torneio, vencido pela Rússia, demonstra ser competente a formação profissional no Brasil.

A equipe brasileira, formada por 56 competidores, dos quais 51 alunos e ex-alunos do Senai, disputou 50 ocupações no ensino profissionalizante. As medalhas foram obtidas em áreas como mecatrônica, eletricidade industrial;  joalheria e desenho de moda, entre outras.

Foto: Ana Luisa Souza/Divulgação

Ato na Câmara dos Deputados marca lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Cultura


A Frente Parlamentar em Defesa da Cultura foi relançada na tarde desta quarta-feira (22), com um ato durante a abertura do Seminário Festivais de Teatro do Brasil,  da Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados. A iniciativa é da deputada Luciana Santos (PCdoB/PE), que irá presidir o colegiado.
O ato foi aberto pela deputada Jandira Feghali (PCdoB/RJ), que foi a primeira presidente da Frente em Defesa da Cultura e também da Comissão da Cultura. Ela apresentou um breve histórico dos trabalhos da Frente, bem como os objetivos do coletivo.
Em seguida a deputada Luciana defendeu a criação da Frente como instrumento de mobilização para fortalecimento das políticas culturais no país. “Essa é mais uma grande ferramenta para fazer valer não só a resistência às ameaças e retrocessos que nós estamos vivendo no âmbito da política cultural, como também para afirmar a necessidade objetiva de tratar a política de cultura como política de Estado”.
Avaliando o papel da Cultura no ambiente que o país vivencia, Luciana argumentou que embora a base da crise seja econômica, ela se estende para a subjetividade e é inadmissível que o país assista de braços cruzados os ataques à sua soberania e sua identidade. Para a deputada essa é uma questão que precisa ser encarada como de interesse nacional.  “Um povo sem o conhecimento da sua história, sem o respeito ao seu jeito de ser e às suas expressões, sem as múltiplas linguagens que ele pode expressar sobre sua história e seu futuro, é um povo subjugado”, defendeu.
O cenário de ataques ao Ministério da Cultura a partir do governo ilegítimo de Temer também foi lembrado pela deputada. “Se não fosse a força dos movimentos sociais para pressionar e retomar a necessidade de termos um Ministério da Cultura ele teria sido extinto”.
Primeiros desafios
Cerca de 300 parlamentares, entre deputados e senadores, assinaram a constituição da Frente. Luciana destacou esse fato como importante para o sucesso de mobilizações importantes para o setor, como por exemplo, a derrubada do veto presidencial à prorrogação do Recine (Regime Especial de Tributação para o Desenvolvimento da Atividade de Exibição Cinematográfica) e da Lei do Audiovisual, que será votado na sessão do Congresso Nacional desta quarta-feira (22).
O Recine, criado pela Lei 12.599, em 2012, constituiu grande avanço para a viabilização da produção audiovisual brasileira. Somente em 2016, o Brasil produziu mais de 150 filmes longas-metragens. A área da produção cultural do audiovisual contribui na geração de emprego — são mais de 250 mil empregos diretos e indiretos — renda, reflexão e produção de cidadania.
“Há ainda uma Medida Provisória que trata da Lei do Audiovisual que também precisa ser monitorada, debatida e acompanhada”, lembrou Luciana, que citou ainda pontos importantes do legado de governos anteriores que precisam ser protegidos como  a Lei Cultura Viva e os Pontos de Cultura; o Sistema Nacional de Cultura e sua regulamentação, a manutenção do PAC das Cidades Históricas; o Programa Cinema Perto de Você, da Ancine; e o Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais, responsável pela atualização dos mapas da Cultura, importante ferramenta para diagnóstico e planejamento da política cultural do país.
Luciana disse também que a Frente pretende acompanhar e cobrar a execução de emendas parlamentares, visto que o orçamento do MinC foi cortado ano passado em 43%, e lutar pela consolidação das políticas regionais de conteúdo artístico, pela criação de alternativas à Lei 8.666/93, que dificulta a produção cultural brasileira;  e pelos editais da Economia Criativa.
“É preciso disputar o legado que nós construímos como Política de Estado. No caso da Economia Criativa, por exemplo, nós conseguimos absorver os conceitos que a própria UNESCO atribuiu a esse campo, dando a dimensão que a Cultura merece também no que diz respeito à sua contribuição para a economia, que embora invisibilizada é importante e real”.  
Composição da Frente da Cultura