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Tadeu Alencar recebe título de Cidadão de Exu 

Na semana que marca o aniversário de 105 anos de nascimento de Luiz Gonzaga, o deputado federal Tadeu Alencar (PSB) recebeu, nesta sexta-feira (15), na Câmara de Vereadores de Exu, o título de cidadania da terra do Rei do Baião.

“Hoje é um dia muito especial porque é o dia exato em que o ex-governador Miguel Arraes faria 101 anos. E há dois dias um filho de Exu, LuizGonzaga, também teve sua data de nascimento comemorada”, falou emocionado Tadeu. 

O novo cidadão de Exu lembra que o município é ainda berço da República brasileira, pois foi nele que nasceu a heroína Bárbara de Alencar, líder da Revolução Pernambucana de 1817. “Gonzaga e Bárbara orgulham Pernambuco e eu tenho agora orgulho de ser cidadão de Exu”, afirmou Tadeu.

O título de cidadão foi proposto pelo vereador Junior Pinto (PR). A solenidade aconteceu na Câmara de Vereadores do município e contou com a presença do prefeito Raimundo Saraiva (PR), vereadores e representantes de segmentos sociais.

Agenda de trabalho - Tadeu passa o final de semana cumprindo agenda no Sertão, conferindo as obras realizadas nos municípios a partir de emendas parlamentares destinadas por seu mandato. O parlamentar destinou R$ 12,5 milhões em emendas para o Araripe. Deste total, foram R$ 4 milhões para Exu, utilizados na realização de obras importantes, como a ampliação e modernização do Hospital Municipal José Pinto Saraiva. O hospital atende a mais de 3 mil pessoas por mês nas áreas de urgência e emergência, internamento adulto e pediátrico, sala de parto, diagnóstico por imagem e pequenas intervenções cirúrgicas.

Créditos das fotos: Assessoria de Imprensa/Divulgação

Ato em prol da Universidade Metodista mobiliza alunos e professores



Ação, coordenada por alunos da Universidade Metodista, teve como objetivo a readmissão de professores demitidos em massa na última semana

  • Cerca de 50 professores foram demitidos em uma semana. Estima-se que o número chegue a 100, representando 20% do corpo docente da instituição;
  • Aproximadamente 20 mil alunos serão prejudicados pelas demissões;
  • Dispensas aconteceram meio à crise nacional da educação e semanas após a implementação da nova legislação trabalhista;

Alunos e professores da Universidade e Colégio Metodista, realizaram ontem, 14 de dezembro, um protesto em prol da educação no país e contra as demissões de docentes em frente à instituição, em São Bernardo do Campo (SP). Segundo o Sindicato dos Professores do ABC (Sinpro), o número de profissionais desligados já chega a 50, o que representa quase 20% do corpo docente da instituição.

A Universidade alega problemas financeiros, como a perda de 3 mil alunos, mas o Sindicato acredita que as demissões sejam políticas, uma vez que a maioria dos demitidos assinou uma ação judicial coletiva contra o atraso no pagamento dos salários e FGTS.

No ato de ontem, que reuniu cerca de 500 pessoas, a ex-coordenadora do curso de pós-graduação em Comunicação, a professora doutora Marli dos Santos, enfatizou que o protesto era para salvar o legado de 40 anos do programa. "Não se trata apenas de demissão de professores, defendemos aqui a manutenção da qualidade no ensino. Os alunos, a pesquisa acadêmica e a ciência serão prejudicados", disse. O receio é que com a substituição de professores renomados, com excelência nacional e internacional, por profissionais menos experientes o programa perca sua importante classificação na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), um legado que demorou 40 anos a ser construído.

Os manifestantes reclamaram da falta de diálogo da universidade, principalmente por ser um ambiente totalmente democrático e aberto a discussões e reflexão. "Não há conversa, não há proposta acadêmica. Querem tirar nossos professores do curso presencial e substituí-los por aulas a distância. Não podemos deixar que isso aconteça", diz a aluna e presidente do Centro Acadêmico de Jornalismo, Girrana Rodrigues Teixeira. O Sinpro ABC também passa pela mesma situação e já lançou uma nota de repúdio à falta de diálogo com a instituição: "Queremos a construção de um diálogo sério, permanente e democrático entre a reitoria, instâncias colegiadas e entidades representativas para resolver, com tranquilidade e transparência, os problemas que a afligem a toda a comunidade acadêmica".

Relembre o Caso

A Universidade Metodista de São Paulo, referência em educação na região do ABC paulista, demitiu esta semana cerca de 80 professores, mestres e doutores, das três unidades localizadas na cidade de São Bernardo do Campo (SP). Estima-se que a universidadetenha 500 docentes. Dentre os cursos afetados estão a graduação e a pós-graduação (mestrado e doutorado) de Administração, Psicologia, Ciências da Religião e Comunicação, um dos mais atingidos pelas mudanças.

"Muitos alunos estão perdendo seus orientadores, provocando insegurança na comunidade acadêmica devido à dimensão do problema que a universidade vem passando. No mestrado em Comunicação, por exemplo, há teses a serem defendidas nos próximos meses e alunos que seriam encaminhados ao exterior por seus orientadores para cursar o doutorado. As demissões têm sido arbitrárias e não demonstram respeito por esses profissionais. Trata-se de mais um exemplo de d