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Conheça a nova linha de ação do governo para idosos

Brasil vai desenvolver planos de ação para adaptar as cidades às necessidades dos idosos. A prioridade serão inscritos no Cadastro Único
Publicado04/04/2018 16h42Última modificação04/04/2018 16h42

Conheça a nova linha de ação do governo para idososEstratégia Brasil Amigo da Pessoa Idosa: o que é?

Trata-se de uma iniciativa, lançada pelo Governo do Brasil na última terça-feira (3), que pretende melhorar a qualidade de vida das pessoas que chegam à terceira idade. Isso será feito com programas e ações que vão promover uma vida ativa, saudável, com pleno exercício da cidadania e sustentabilidade.

Conheça a nova linha de ação do governo para idosos

Como melhorar a qualidade de vida dos idosos?

A estratégia foi elaborada com base em recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) para adaptação das cidades às necessidades dos idosos. O alvo dessa ação serão oito domínios centrais da vida urbana: adequação de espaços ao ar livre e edifícios; transportes; habitação; participação social; respeito e integração social; participação cívica e emprego; comunicação e informação; apoio da comunidade e serviços de saúde.

Conheça a nova linha de ação do governo para idososQue ações serão executadas?

As prioridades da estratégia serão o combate à violência e ao abuso financeiro, psicológico ou físico contra o idoso; a adaptação de residências para essa população; atividades formativas; medidas de prevenção de quedas e cuidados em saúde; entre outras.

Conheça a nova linha de ação do governo para idososQual a importância disso?

No mundo inteiro, o número de idosos vai dobrar até 2050: de 900 milhões (em 2015) para cerca de 2 bilhões. Isso significa que eles vão representar uma porção expressiva da população. Além disso, um estudo apoiado pela OMS e publicado em 2017 descobriu que quase 16% das pessoas com 60 anos ou mais foram submetidas a abusos psicológicos, financeiros, físicos e sexuais. Os dados foram colhidos a partir de 52 estudos em 28 países de diferentes regiões, incluindo 12 países de baixa e média renda.
Fonte: Governo do Brasil, com informações do MDS, da Pnud, da Opas e do MDH

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