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SEM A EMPRESA CONTRATADA, PAULISTA DECIDE REALIZAR AÇÃO EMERGENCIAL NO CONJ. BEIRA-MAR

Quem costuma passar pela Av. Drº Luiz Ignácio de Andrade Lima, no Conjunto Beira-mar, Janga, percebeu que a principal via da localidade possui um trecho interditado por conta de um serviço emergencial de recuperação asfáltica. A Secretaria de Infraestrutura, Serviços Públicos e Meio Ambiente do município contratou uma empresa especializada, mas sem contar com a prestação de serviço foi obrigada a iniciar a intervenção para evitar que o acúmulo da água da chuva comprometesse ainda mais o pavimento, evitando o surgimento de novos buracos.
A recuperação da avenida, que teve início na semana passada, contempla a própria via, a caneleta já existente e a criação de um novo sistema para escoamento da água pluvial. Com a ação, os problemas serão definitivamente resolvidos. A canaleta será limpa e desobstruída, enquanto a nova drenagem – depois de pronta – vai acabar com o ponto de alagamento existente na via. “A expectativa é de que a Av. Drº Luiz Ignácio de Andrade Lima, no Conjunto Beira-mar, fique pronta para receber uma nova camada de asfalto até a próxima sexta. Estou torcendo para que o tempo também ajude”, revelou o executivo de Serviços Públicos, Risomar Campelo.
Embora tenha iniciado a ação, a Prefeitura do Paulista ainda não sabe quando o trabalho na entrada do Conjunto Beira-mar será finalizado porque a empresa contratada, desde o dia 09 de abril, para executar a operação tapa-buraco, até o momento não deu “sinal de vida”. Dez dias depois, funcionários da prestadora de serviço compareceram à sede da Secretaria de Infraestrutura, Serviços Públicos e Meio Ambiente, em Maranguape I, e, em seguida, visitaram os pontos escolhidos para a operação. Por fim, solicitaram ampliação de prazo até o dia 30 de abril, alegando que não estavam com condições de iniciar os trabalhos. Como a data coincidiu com um ponto facultativo, foi adiada para o dia 02 de maio, o que até o momento não foi cumprido.
“A secretaria vem buscando contato com os responsáveis pela empresa, mas até o momento não tivemos sucesso. Estamos sem saber quando a operação tapa buracos terá início. Já notificamos a prestadora de serviço para que ela inicie as atividades nas próximas 24 horas, sob pena de aplicação das sanções administrativas previstas na LEI 8.666, assim como prevê o contrato”, frisou o executivo de Infraestrutura, Serviços Públicos e Meio Ambiente, Pedro Cezar Alves. Após o cumprimento de todos os prazos legais, a prefeitura poderá convocar a segunda empresa colocada no certame, que foi aberto ano passado, mas por conta dos trâmites burocráticas só teve desfecho no início de abril deste ano.

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