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Preservação do Rio Capibaribe destacada é foco de discurso sobre o Dia da Água na Alepe

Presidente da Comissão de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Alepe, o deputado Zé Maurício fez um pronunciamento, nesta quinta (22), a respeito do Dia Mundial da Água, em que reforçou a importância da assinatura da Carta de Compromisso pela Preservação do Rio Capibaribe. Proposto pelo Comitê Gestor da Bacia do Rio Capibaribe no último mês de novembro, o Documento determina aos 42 municípios, por onde passa o rio, que participem de ações de monitoramento de recursos hídricos e de preservação do curso d’água.
Atualmente assinada por 17 dos 42 municípios, a Carta estabelece que as cidades adotem uma política ambiental, a qual leve em consideração nas suas ações o Plano Hidroambiental do Capibaribe, da Secretaria de Recursos Hídricos de PE, que traz diagnósticos e planos de investimentos para o Rio Capibaribe. As prefeituras participantes também se comprometeriam com a promoção de saneamento básico, prevenção de desastres e preservação de matas ciliares (que margeiam os rios), entre outros pontos.
A iniciativa do Comitê se alinha com as propostas da Organização das Nações Unidas (ONU), debatidas no Fórum Mundial da Água, que acontece até esta sexta (23) em Brasília, onde foi revelado dado alarmante de que, até 2050, a falta d’água poderá afetar 5 bilhões pessoas, o que inclui o Nordeste brasileiro – que já passa pela pior seca dos últimos cem anos.
Foto: Roberto Soares/Alepe

PROFISSIONAIS DA SAÚDE DO PAULISTA PARTICIPAM DE CAPACITAÇÃO SOBRE ACUIDADE VISUAL DO PROGRAMA OLHAR PAULISTA

Fotos/ Beatriz Lorrany
Profissionais da Saúde do Paulista participam de capacitação sobre acuidade visual do Programa Olhar Paulista

Agentes de Saúde do Paulista participaram nesta quinta-feira (22.03) de mais uma reciclagem sobre acuidade visual para os estudantes da rede municipal de ensino. Os profissionais da área receberam orientações, técnicas e informações sobre como realizar exames de triagem de vista e acuidade visual. O encontro aconteceu no Centro de Visão de Pernambuco (CEVIPE), que funciona na Rua Milton de Souza Lopes, 206, Centro, Paulista.
O intuito da iniciativa é preparar e dar continuidade a formação dos agentes de Saúde e os profissionais das escolas, para que eles possam auxiliar nos serviços de triagem do Programa Olhar Paulista, dentro das instituições. A ação também favorece o desenvolvimento escolar dos alunos, melhorando o rendimento deles e evitando a evasão nas salas de aula.
A coordenadora de Saúde nas Escolas do Paulista, Rúbia Santana Simões, comentou sobre a importância da capacitação para os agentes. “Estamos hoje realizando uma reciclagem para os profissionais de saúde escolar, que vai ajudar bastante no auxilio de triagem nas escolas. Caso seja notada alguma dificuldade na visão dos alunos, os mesmos serão encaminhados para uma consulta oftalmológica”, concluiu.
OLHAR PAULISTA - O programa, que foi implantado no município há dois anos, beneficia cerca de 10 mil alunos da rede municipal, com idades entre seis e 12 anos. O trabalho, que é resultado de uma parceria entre as secretarias de Educação e Saúde com o CEVIPE, permite que esses jovens passem por um processo de triagem, realizem exames oftalmológicos e recebam óculos, tudo isso gratuitamente. Os beneficiados poderão escolher entre quatro tipos de armação.

Saúde do Paulista realiza ação de combate à Tuberculose na Zona Rural


Nesta sexta-feira (23.03), a Unidade de Saúde da Família (USF) Rural II, na Mumbeca, vai realizar uma busca ativa de pacientes que apresentam tosse há mais de três semanas. Intensificando os trabalhos de prevenção e combate à Tuberculose, a Secretaria de Saúde do Paulista realizará o exame de baciloscopia (escarro), das 9h às 12h, em pessoas que possuem alguma suspeita clínica ou apresente o sintomático respiratório.

Na ocasião, os moradores da comunidade também terão acesso a palestras de sensibilização,  exame de baciloscopia ( escarro) e teste rápido de HIV, sífilis e hepatite, através da unidade móvel do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA).

A USF Rural II fica na Rua Arlinda Pereira de Santana, s/n, Granja Rodrigo, Mumbeca. A iniciativa é organizada pela Coordenação de Controle da Tuberculose do município, e faz parte das comemorações do Dia Internacional da Tuberculose, celebrado neste sábado (24.03).

SERVIÇO:
O quê: Ação de Combate à Tuberculose.
Onde: USF Rural II. Rua Arlinda Pereira de Santana, s/n, Granja Rodrigo.
Quando: sexta-feira, 23.03.18, das 9h às 12h.

Síndrome de Down

Paiva Netto



A Secretaria de Direitos Humanos, em 21/11/2011, informou em seu site (www.sdh.gov.br) que “a III Comissão da Assembleia-Geral das Nações Unidas (AGNU) adotou, por consenso, o projeto de resolução apresentado pelo Brasil, intitulado ‘World Down Syndrome Day’ (Dia Mundial da Síndrome de Down). (...) A ONU propôs que os Estados membros comemorassem com a adoção de medidas para promover maior conhecimento sobre a Síndrome de Down”. Desde 2012, a data tem sido celebrada em todo o mundo.

A Organização Mundial da Saúde estima que cerca de 5% da população de um país em tempo de paz apresenta algum tipo de deficiência intelectual. No Brasil, isso corresponde a quase 10 milhões de pessoas. Entre as mais conhecidas está a síndrome de Down.

Recomendações aos pais e educadores
Em entrevista ao programa Sociedade Solidária, da Boa Vontade TV (Oi TV — Canal 212 — e Net Brasil/Claro TV — Canal 196), a terapeuta ocupacional Fabiana Alencar, especialista no assunto, abordou algumas recomendações aos pais e educadores no trato com crianças com deficiência intelectual.

Por natureza, a criança com síndrome de Down tem um processo de desenvolvimento mais lento. Contudo, se houver uma intervenção precoce, com o imprescindível apoio da família, ela vai longe. “Hoje é muito comum ver pessoas com síndrome de Down trabalhando e, até mesmo, se casando”, esclareceu ela.

Porém, faz uma ressalva: apesar dos avanços, o portador da deficiência necessitará, durante toda a vida, de alguns cuidados especiais, “até por conta do comprometimento intelectual, da dificuldade em compreender as regras sociais. Entretanto, é uma pessoa que pode (tendo uma supervisão) morar numa residência apoiada. É importante trabalhar essas crianças vislumbrando que, no futuro, elas possam fazer sua própria comida, cuidar das suas roupas, lidar com dinheiro, mas é preciso ensiná-las e supervisioná-las sempre”, pontuou a terapeuta.

É notório o amadurecimento da sociedade com relação aos direitos e ao desenvolvimento de pessoas com deficiência. As escolas especiais ainda existem, mas as regulares já disponibilizam vagas para crianças com deficiência intelectual. “Trabalhei numa instituição de educação especial, e era impressionante. Tínhamos adultos de 20, 30 anos, que passaram a vida inteira nela, porque não tinham outra oportunidade. Hoje se vislumbram algumas coisas diferentes para essa geração de pessoas com síndrome de Down, que para as outras não eram tão comuns. Nos dias atuais, a criança com deficiência está na escola para, quando ela se formar, poder, por exemplo, trabalhar. Já temos pessoas com síndrome de Down que conseguiram entrar para a faculdade”, conta Fabiana.

Sobre os desafios da integração dessas crianças no universo escolar, explicou que “elas, desde muito cedo, em geral, fazem acompanhamento com fisioterapeuta, fonoaudiólogo e terapeuta ocupacional. Uma vez ingressando na escola, já vão ter um arcabouço de vivências, de conceitos e de conhecimento; porém, quando o processo começa a se desenvolver, é muito importante o trabalho terapêutico com a escola”. E esclareceu: “A gente procura trabalhar sempre, por exemplo, a repetição; para essas crianças a repetição é muito importante. Muitas vezes o material que elas vão usar é diferente do dos coleguinhas, mas elas precisam disso, e a escola tem que ter disponibilida